Má índole

Cerca de 6734 frases e pensamentos: Má índole

⁠Não Adianta o Esforço e Sacrifício Se Tiver Má Intenção.

Tu nunca me deixou sozinho
Em cada tempestade Tu estavas comigo
Nenhuma má noticia roubará minha Fé
Eu sei que em meio ao caos me manterás de pé Tiago Cardoso

"O filtro medroso de um ser é o que o limita e delimita seu constante".

Imagine que Maria é uma pessoa mal casada com um homem bem peludo.
Bem mal casada. Bem peludo.

Maria odiará pelos em todas as circunstâncias.

Ela tentará falar de pelos em todas as conversas.

É assim que ela cospe, diariamente, o que a incomoda. Ela tenta tirar isso de si mesma a todo instante.

Ela fala pra tirar de si, ela fala para entender, ela fala para se sentir menos sozinha.

Maria se abastece de ódio toda noite com o maridão peludo, e Maria se esvazia durante o dia.

E ainda mais, como odiadora de pelos, ela será reconhecida por todas as pessoas ao redor dela.

Suas amigas Lulu, Elisa e Mônica também tem seus nojinhos por pelos.

Maria é a líder do ódio. A identidade de Maria se constrói e se consolida nisso.

"Maria, a odiadora de pelos !!!"

O maridão peludo pode até morrer, mas Maria não, Maria não abrirá mão.

Enfim, até mesmo se enfiarmos a 9ª Sinfonia de Beethoven numa conversa, Maria irá se segurar em seu medo e gritará que os pelos do peito de Ludwig são asquerosos.

Ludwig, o asqueroso !!!

Muito antes de te ver, meu sonho lindo era você. Agora que te encontrei no amanhecer, não quero mais acordar para jamais te perder.

​"Você não apenas me escolheu, você me transformou no seu lar. Ser sua é o meu destino mais bonito."

Quando não conseguimos punir quem erra, passamos a restringir todos os que poderiam errar.

É mais fácil vigiar os íntegros do que responsabilizar os culpados.

"O egoísta corrói a própria vida com o próprio veneno, pois passa os dias arquitetando o mal enquanto a vida passa e deixa sua maldade isolada."

MORAL


A moral da política é o interesse! Quando o interesseiro fala de moral, a moral fica mal.
António da Cunha Duarte Justo

A Paraíba também é um local para amar

Seja no sertão ou no mar,

Contigo quero passear

De mãos dadas no Pavilhão do Chá.



Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá

Quero você agarrado na minha cintura,

Indo muito além do forrozar

Vamos juntos namorar...



Eis-me aqui, e você aí

Dá até para escrever uma letra de forró,

Quando você não está aqui

Porque foi na Paraíba que eu te conheci.



Não existe o 'cedo', e nunca é tarde

Para amar sempre existe tempo,

Aos poucos vamos nos aproximando

Por causa desse amor que está florescendo...

Lua Crescente confidente
sobre a Mata Atlântica
do Médio Vale do Itajaí,
Nesta Rodeio romântica,
com as cores das luzes
e toda a inspiração
entrego poemas de amor,
mesmo sem você pedir:
Para quem sabe um dia
vir a fazer você sorrir.


(Quero ser o destino
para onde elegeu seguir).

Pouco a pouco, paulatinamente,
fui crescendo profundamente.
Encontrei-me por dentro contigo
de maneira surpreendente no destino.


Exatamente onde Ocidente e o Oriente,
se entrelaçam interminavelmente,
porque coincidem todos os motivos
que ainda sequer por nós foram ditos,
e mesmo sem dizer nenhuma palavra,
há mais de uma emoção celebrada.


Em mim encontraste intensidade,
feminilidade, mistério e imensidade;
Sobre nós dois o céu da Humanidade
e tudo o que não pode ser mudado.


Com cada uma das minhas nuances
capturei e finquei profundas raízes
como as de um conhecido cipreste milenar
que enfeita, sombreia e perfuma o seu ar;
Ainda cedo celebro o fascínio, o encontro,
a glória do amor, a vitória e a verdade.

O azul das hortênsias
confundido com o céu
do Médio Vale do Itajaí,
No Caminho dos Anjos
escreve sobre Rodeio
poemas para os sentidos,
e para o amor que virá
em breve nos caminhos.


Quando o amor chegar
será acolhido por nós
com infinitos carinhos,
Sei que não vai demorar
mais para nos encontrar,
Acredito que será lindo,
e você também deve
acreditar neste princípio:


[O sonho de amor quero
viver real contigo,
Do jeito doce, recíproco,
acordado e contínuo].

Do Alto do Moura sou
a tal boneca de barro
feita por Mestre Vitalino,
Do teu pensamento
o mais apaixonado,
Com toda a certeza
é você o meu bem amado.


De Caruaru o Forró
mais possante que já
havia te tocado,
Do teu peito o batimento
mais cadenciado,
Sem nenhuma dúvida,
é você o amor desejado.


De Pernambuco sou
as festas e os sabores
que de ti têm se apostado,
é por mim que o teu
olhar encontra o meu
todos os dias enamorado,
Com toda a certeza
até debaixo da chuva,
tu és o meu Sol e eu a tua Lua.


(Somos o poema fora da curva.)

Ainda não fomos
no Parcel do Esteves,
Só sei que teus flertes
provocam e pescam.


Do teu mar, sou a sereia.

Em meio a tristeza, deixo sorrisos por onde eu passei, pois sei que as lembranças são as coisas mais importantes que temos, e delas foram momentos que nunca mais voltaram, então seja feliz .

⁠Não se esqueça das vezes em que você se ergueu em meio às tempestades da vida, mesmo quando suas mãos tremiam, sua voz falhava, sua respiração se tornava tênue e talvez o medo sussurrasse em seus ouvidos, mas ainda assim, você permaneceu firme, desafiando a escuridão com a luz da sua determinação.

Às vezes, penso que o universo tem um senso de humor bem peculiar.
O par de meias que entra na máquina de lavar, mas sempre sai só um.
O shampoo que é especialista em me deixar na mão parece que conspira para acabar justamente quando eu já estou debaixo do chuveiro.
Ah, e aquela pessoa que você mais quer evitar, mas que o acaso faz questão de colocar bem à sua frente, na fila do supermercado, como se o universo cochichasse: “Eu ouvi você e achei engraçado.”

⁠Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.⁠


Quando o Sagrado vira instrumento, ele deixa de elevar e passa a encobrir.


Palavras que deveriam consolar, orientar e transformar, tornam-se escudos retóricos, usados para blindar interesses ocultos, justificar excessos e maquiar as más intenções.


Não é a fé que se esvazia por si só — é o uso indevido dela que corrói sua credibilidade diante dos olhos atentos e, sobretudo, dos decepcionados.


A repetição desse gesto — invocar Deus em vão, em discursos vazios de prática — cria um ruído muito perigoso: quanto mais se fala em nome d’Ele, menos se percebe Sua presença nas atitudes.


E então nasce a dúvida…


Não a dúvida honesta, que busca compreender, mas a desconfiança cansada, aquela que já não acredita.


A fé, que deveria ser ponte, passa a parecer palco.


E quem assiste, pouco a pouco, se afasta.


E se continuarmos dando palco aos que usam o nome d’Ele e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover, muito em breve seremos os culpados por um fenômeno ainda mais grave: transformar o Livro mais lido e menos vivido no mais evitado do mundo.


Porque não há nada mais contraditório do que uma mensagem de amor sendo transmitida por atitudes de vaidade, exclusão ou manipulação.


A incoerência não apenas enfraquece o discurso — ela o invalida.


E quando isso se repete o suficiente, o problema deixa de ser quem distorce e passa a ser também quem assiste, aplaude ou silencia.


Talvez o maior risco não seja a perda da fé, mas a banalização dela.


Quando tudo se diz em nome de Deus, nada mais parece vir verdadeiramente d’Ele.


E nesse excesso de vozes, a essência — silenciosa, exigente, transformadora — vai sendo soterrada.


Resgatar o sentido do sagrado talvez exija menos declarações públicas e mais coerência privada.


Menos exposição, mais vivência.


Porque a fé que resiste não é a que se impõe em vozes estridentes, mas a que se revela, discretamente, naquilo que se faz quando ninguém está olhando.

Os dois seladores patronos,
Eu desejei a ausência deles.
Meus piores inimigos.
Meus inimigos mais mortais!
Puxando meu tornozelo para baixo,
Colocando uma corrente.
Destruo a corrente,
Colocam a corrente na mente.
Destruo a corrente,
Colocam a corrente na mente deles.
Meus piores inimigos.
Jamais amarei vocês de novo!

- Ramile Godon

⁠Quando estou a olhar para telas por exemplo, o relógio parece marcar seus ponteiros calmamente.
Mas quando estou frente ao prisma dos teus olhos, não vejo o tempo, mas sem espera ele caminha rapidamente.
Por através deles eu pude ver nossas almas em uma valsa suave, juntas, a dançar perenemente.