Luto Morte

Cerca de 20969 frases e pensamentos: Luto Morte

Família que alimenta o ódio por causa de herança é herdeira da morte, cujo inventário está nas mãos do diabo.

Quem passar pela segunda morte, a morte espiritual de seus pecados, chegará também à segunda ressurreição em espírito, quando Cristo voltar.⁠

Execute a sentença de morte sobre seus pensamentos negativos, antes que a morte execute a sentença de sua vida.

⁠As cinzas transformaram
de maneira pressentida
o céu no lago parado da morte,
não sei mais a diferença
quando faz Sol ou chove.

Os meus sentidos andam
endurecidos e me pego
a cada dia gostando
menos de tudo o quê
estou testemunhando.

Perdi as contas de quantas
vezes mastiguei e engoli
a minha própria língua
por tomar noção que
muita coisa virou cinza.

Ler as notícias e insistir
em olhar para o céu
continua sendo um engano,
o Apocalipse está
dominando os pulmões.

Só sei que choro por dentro
e os pássaros cantam
de desespero antes
mesmo do Sol raiar
e não sei mais e como falar.

A Luz venceu a morte e a esperança ressurgiu.

Nunca deseje a morte de ninguém até que outros o amem.

Eu desejo a morte, a morte dos meus pecados,
porque se eu viver com eles, serei condenado.

A morte é o encontro de todas as pessoas, com seus costumes, valores e tradições, onde suas diferenças
se anulam diante da mesma situação.

Há um tempo entre a vida e a morte. Ali, mora a libertação.

O sujeito da tristeza, sempre estará sujeito para a morte facilmente, a morte que roubou o robô da felicidade e o pensar da mente que o corpo não precisa mais de ter gratidão à ele.

“Todos nascemos sentenciados à morte; por isso, a maior rebeldia da existência é viver de tal forma que o fim encontre uma vida que valeu a pena.”

“Todos estamos condenados ao mesmo destino: a morte. Mas alguns cumprem a sentença apenas sobrevivendo; outros a transformam em legado. A diferença entre existir e viver está no que fazemos enquanto o tempo nos executa.”

“Todos estamos sentenciados à morte; portanto, que a nossa maior sentença seja fazer da vida uma obra tão intensa que nem o fim consiga anulá-la.”

Vamos repensar?

Nietzsche — “Deus está morto.”

“O maior perigo não é a morte de Deus, mas a morte da capacidade humana de buscar sentido. Uma sociedade sem valores superiores não se torna livre; pode apenas se tornar perdida.”

Carlos Eduardo Balcarse

Vamos repensar?

Heidegger — “O homem é um ser para a morte.”

“A consciência da morte não deve gerar medo, mas despertar. Quem entende que o tempo é finito deixa de sobreviver automaticamente e começa a existir intencionalmente.”

Carlos Eduardo Balcarse

“O homem não teme a morte da carne; teme a morte daquilo que chamou de ‘eu’. Porque, quando o personagem morre, a consciência revela que a maior mentira que ele sustentou foi acreditar que precisava ser alguém para finalmente ser.”

O tempo não tem preço. Tem fim.
A morte não é o fim da vida.
É o fim do tempo para vivê-la.

“A Morte do Amor”

Dizem que o casamento deve durar
até que a morte os separe.

Mas ninguém nos preparou
para a morte que acontece antes do funeral.

A morte do amor.

Há sepultamentos que nunca encontram um cemitério.

Porque existem corpos que morrem.

E existem sentimentos
condenados a permanecer vivos debaixo da própria lápide.

O amor raramente morre de uma vez.

Ele agoniza.

Morre em pequenas hemorragias invisíveis.

Sangra no silêncio das palavras
que deixaram de ser ditas.

Na ausência do abraço
que já não encontra morada.

Na indiferença que lentamente substitui o encantamento.

Descobri que o oposto do amor
não é o ódio.

O ódio ainda olha.

Ainda reage.

Ainda se importa.

O verdadeiro coveiro do amor
chama-se indiferença.

Mas há uma morte ainda mais cruel.

O dia em que o respeito. Abandona a casa.

Porque quando o respeito parte, o amor perde o endereço.

Onde o respeito morre,
o amor apenas sobrevive por aparelhos.

E aquilo que continua sendo chamado de casamento
muitas vezes já é apenas
a convivência de duas solidões
dividindo o mesmo teto.

Sem respeito, o carinho torna-se obrigação.

O toque transforma-se em protocolo.

O diálogo converte-se em disputa.

E os olhos, que antes eram janelas, passam a ser muros.

Poucos percebem que a violência começa muito antes do grito.

Ela nasce quando deixamos de enxergar a humanidade do outro.

Quando a compaixão é substituída pela razão.

Quando vencer uma discussão
se torna mais importante
do que preservar um coração.

É nesse instante que a alma começa a ser aprisionada.

Porque não existe prisão maior
do que permanecer onde o amor já partiu, mas a esperança insiste em vestir suas roupas.

A alma deixa de viver.

Passa apenas a sobreviver.

Respira.

Mas já não floresce.

Sorri.

Mas já não habita o próprio sorriso.

Existe.

Mas já não encontra sentido
na própria existência.

E então compreendi que a pior solidão não é dormir sozinho.

É deitar ao lado de alguém
que deixou de nos encontrar.

Há mãos que se tocam sem jamais se alcançarem.

Há beijos que nunca chegam à alma.

Há alianças que unem os dedos, mas jamais os destinos.

Talvez seja por isso que tantas pessoas permaneçam presas
não por amor, mas pelo medo.

Medo do julgamento.

Medo da culpa.

Medo da mudança.

Esquecem-se de que o amor nunca aprisionou ninguém.

Quem aprisiona é a ausência dele.

O amor verdadeiro sempre foi liberdade.

Nunca cárcere.

Nunca sentença.

Nunca sobrevivência.

No fim, descobri que a promessa não era permanecer
ao lado de alguém até que a morte os separasse.

Era impedir, todos os dias, que o amor morresse antes da vida.

Porque, quando o amor morre,
não são apenas duas pessoas
que deixam de se amar.

Morre a delicadeza.

Morre a empatia.

Morre a compaixão.

Morre o respeito.

E quando o respeito morre,
a alma continua respirando…

mas deixa, lentamente, de viver.

Carlos EDUARDO Balcarse

⁠Mais obscura
que a morte
só a vida

⁠a morte teria medo de mim, pena que não é recíproco.