Luto Morte
Chamado não é promoção espiritual; é a morte do ego. Não levanta homens em palcos, leva-os ao altar do sacrifício. Quem busca status ainda não entendeu o peso da cruz.
Não se dissipe de você!
Decretar a própria morte enquanto o coração bate
é se enterrar vivo!
— Van Escher_
Escolher a vida quando te mandam escolher a morte... isso não é teimosia.
É ser mãe antes de ser mulher.
Van Escher
Nascimento, Vida e Morte do Amor
Te conheci numa cama de hospital,
Você doente, chorando de desilusão,
Naquele dia algo especial aconteceu,
Senti que o amor em minha vida apareceu,
Depois que vi lágrimas em seu rosto angelical,
Meu coração doeu, tremeu de emoção,
Desde então minha vida rumou em prol da sua recuperação,
Passamos por várias barreiras impostas pelo destino,
Com muita força e dedicação conseguimos derrubá-las,
Mas à medida que você foi curando,
Eu fui adoecendo,
Adoeci de amor,
Parece que o mal saiu de você e me pegou,
E a partir daí precisei de carinho e você negou,
O amor que em nós nasceu,
Foi sendo destruído pela doença que em mim brotou,
Doença que você tinha a cura e negara com frieza,
Frieza, egoísmos e falta de consideração,
Você me iludiu, usou e jogou fora,
Todos os bons momentos foram mentira?
Será que nas horas de amar você também fingia?
Hoje vivo sem respostas,
Não sei como aconteceu, mas sei que acabou,
Esse “Amor Bandido” deixou marcas,
Cicatrizes permanentes no coração,
No meu pensamento você vaga há todo momento,
Preciso expulsá-la e me reerguer,
Pois um homem frio e sem amor me transformando estou.
Poeira Pensante: Do Abismo Cósmico ao Eco do Ego
Os buracos negros nos revelam a morte das estrelas e a promessa instável de supostos buracos de minhoca. Diante de sua massividade intensa e do pulsar singular das supernovas, percebemos que talvez nenhuma força física consiga cruzar a instabilidade desses portais. No entanto, o cosmos pulsa: bolhas viajam pelo espaço como ilhas que se movem pelos oceanos, carregando ecossistemas inteiros. Entre nuvens densas de gases, nebulosas e cinturões de asteroides, testemunhamos fenômenos e inovações que atravessam e desafiam a nossa imaginação.
No micromundo, os movimentos operam na mesma proporção, embora insistamos em impor limites lineares à nossa mente. Ouvimos os sussurros do universo e vemos o microcosmo viver sob um eterno ponto de interrogação. Mas é na análise introspectiva que reside a verdadeira maestria da existência. Em nossa alienação cotidiana, recebemos o feedback de almas aniquiladas pelo tempo; tornamo-nos servos, maravilhados diante de deepfakes existenciais. Ainda assim, no mais profundo desse vazio, encontramos sentido para continuar buscando o nosso lugar no cosmos. Aprendemos a gritar no silêncio do espaço, apenas para perceber que nossos gritos não passam de sussurros — ou de um mero ruído de fundo.
No instante em que saímos da bolha da nossa galáxia, percebemos a maior contradição contemporânea: a Terra emana uma vida que resiste às adversidades do universo, enquanto nós mesmos destruímos o nosso meio ambiente. Seria a poeira cósmica buscando uma nova casa, explorando recursos para habitar outros mundos sob o pretexto da sobrevivência?
Quando estivermos no espaço contínuo, ou em bases na Lua e em Marte, será que as distrações virais e as ilusões de vidas alienígenas viajarão mais rápido do que a velocidade da luz? A dopamina barata será vista apenas como uma droga antiga — um caleidoscópio obsoleto na mente de um viciado. Os áudios que entorpecem a mente e os rachas que aceleram o sangue misturam adrenalina e dopamina, transformando a mente das pessoas. O mesmo ocorre na sala de cirurgia: o médico opera o paciente ao som de uma música de fundo, remexendo entranhas e reparando órgãos enquanto a alma parece flutuar fora do corpo.
A medicina se integra à Inteligência Artificial com as mesmas ressalvas de quando a humanidade ainda celebrava a crença de que a Terra era plana. Diante das inovações e da solidão do universo, apenas contemplamos o infinito, até que a própria vida se torne parte do Grande Filtro. Em nossos estímulos mais profundos, ainda somos seres primitivos.
A Inteligência Artificial já começa a colonizar Marte; robôs caminham pelo planeta vermelho, e novas incursões sugerem que máquinas aprimoradas cruzarão o universo, crescendo até nos deixar entregues às nossas próprias convocações existenciais. Vemos aglomerados de alienação e percebemos que a nossa existência depende de um crescimento interno. Precisamos alcançar a velocidade do infinito antes que sejamos engolidos pelo próprio abismo do ego humano.
Eu, poeira pensante, exponho minhas palavras e me
Pássaro
O corvo
Pássaro das ruínas do esquecimento...
O abraço da morte...
No arauto do amor...
Sinos em silêncio,
Na catedral apenas a ilusão das sombras.
A escuridão é convivência da estranha voz que murmurando da existência do nosso ser.
Madrugada a dentro folhas mortas...
Sentimentos amargurados...
Dentro da odisseia outro vulto
As velas dão perfume de rosas mortas.
Num suposto sonho somos abandonados pela luz do luar
Apenas o frio a dor que gela os ossos,
Lembranças no espaço vago da mente...
Lágrimas veladas queimam o peito...
Dor daqueles momentos em que sendo último instante eterno...
O sentido perpétuo do amor se contrata dia após dia no infinito pois a vida segui depois da morte...
Morte da Liberdade
Morte dos libertadores.
Deputados e Senadores fazem o assinado da democracia.
Alienação intelectual do novo conceito do monaquismo. Sera fim da existência social para que alguns indivíduos possam manter o poder? a qualquer custo. O Império da direita trás velhas convicções da ditadura.
Sera pilhar da Ditadura esta de volta.
Vamos voltar viver a repressão e a censura pública é nova apologia.
A direita com deepfakes e fakes news iram vencer o pensamento livre e crítico ira ser calado?
Morte a democracia da direita
Morte a alienação intelectual que corroe as instituições que são privatizadas o espolho dos ricos, quem paga é o povo pois poder público lavou as mãos.
Crucifiquem os amantes da esquerda coloquem fogo nos livros e seus professores.
Fuzilem os pensadores e crítico pois exílio não adianta nada mais pois temos a globalização...
Povo deve comemorar com detergente pois nada acontecerá apenas uma dor de barriga no máximo vela caixão, nao sou coveiro...
Nota de repúdio comi no almoço.
Somos a elite eles o que são burros diplomados ainda insiste correr atras do disco voador....
Sejamos felizes ate que morte nos separe...
Compreender a escravidão dos espíritos...
Sinuosas virtudes
Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...
Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*
O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o calor na noite fria.
imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?
Na morte das imagens...
Defloramos o proposito no lienar...
A fonte das almas cansadas...
Num suposto estado.
Prevemos nossas somas divididas...
As sombras implantada pelo mérito do amor.
E no eco desse limiar,
onde as frações de nós se perdem,
resta o avesso do espelho.
Onde o amor, em sua busca por permanência,
deixou a penumbra como herança.
Se as somas se dividem,
o que sobra é o peso exato do que fomos:
silêncios cultivados na ausência da imagem,
e a certeza de que até a escuridão
tem o formato daquilo que um dia ardeu.
Perdida no meio ao Paradoxo.
Damos livre-arbítrio ao ato de criar.
Pelos desejos Apenas olhares no espaço.
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