Luto Morte

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"Na nebulosa, a morte e a vida dançam entre eras e milênios; nem sonhamos com a imensidão das possibilidades. Velhas histórias, gravadas em tabulhetas de pedra, sussurram sobre o que existia antes mesmo da criação do universo e do cosmos conhecido.
​Ao longo de incontáveis eras, a humanidade aprendeu que o 'Eu' existe e que a consciência é parte indissociável do ser. Aprendemos a compreender a espiritualidade, a moldar ideias e a esculpir uma identidade através da resistência e da resiliência. Indo além do senso comum, o homem abraçou a filosofia e a crítica, cultivando a sensatez e a iluminação como caminhos para a clareza e a verdade.
​Contudo, com o passar do tempo, a alienação religiosa e moral instalou-se sob a sombra de impérios, imperadores e reis. Foi só nas portas da Era Industrial que novos sonhos despertaram, atados novamente à liberdade e à igualdade, enquanto a democracia trazia um novo fôlego ao livre-arbítrio.
​Até que alcançamos a Era Digital, o momento em que o silício ganhou vida diante de nós. Testemunhamos inovações tecnológicas extraordinárias, mas fomos engolidos por um tecno-feudalismo movido por máquinas de alienação. Hoje, sombras são implantadas por uma falsa meritocracia tecnológica e por bots que colonizam as profundezas da mente, gerando novos seres alienados."

"A morte é apenas o outro lado do nascimento. A pessoa morre aqui e nasce no além, e vice-versa. A morte é apenas uma porta. De um lado se entra, de outro se sai."

Restringir a eficácia da morte de Cristo apenas aos eleitos implica afirmar que Deus não faz uma oferta sincera e universal de salvação. Emerge daí uma contradição insustentável na teodiceia cristã: como pode o Justo Juiz condenar aqueles que rejeitaram um dom que, por decreto soberano incondicional, jamais lhes esteve disponível?

A sabedoria é um fardo; quanto mais compreendemos a vida, mais conscientes nos tornamos da morte.

O império do norte tenta, por meio de intimidação, boicotes e ameaças de morte, mudar sua sorte! Tentam governar por meio do chicote! ⁠

Pela morte da amiga Elfriede Galera

E* difícil não sentir tristeza
L*embrando de suas alegrias
F*rida e os seus belos sorrisos
R*evigorando todas nossas vidas
I*ncrivelmente focada em sua luta
E*strela inspiradora de luz eterna
D*eixa-nos nesta saudade em vida
E*mbeleza o céu com sua presença

Que Deus a receba em seus braços!!!

"A morte é o destino inevitável de toda a humanidade. Enquanto ela não chega, façamos o melhor de nós pela vida daqueles que pouco ou nada têm, pois, ao fim de tudo, é o bem que realizamos que confere verdadeiro sentido à nossa existência."

Chico Xavier disse que "Escapamos da morte quantas vezes for preciso, mas da vida nunca nos livraremos".
Portanto, viva sua vida com honestidade, perseverança, bondade, fé, procurando distribuir amor, caridade e paz, para que, depois de sua morte, tenha uma vida espiritual plena de felicidade e possa retornar mais evoluído, até alcançar a perfeição desejada por Deus.

Tudo nessa vida é pago e nem a morte é de graça⁠

O nascer rebelde e a morte trágica.

Aqueles que professam a fé cristã não devem votar em partidos que transformam a morte de inocentes no ventre em plataforma política.

O Céu Pode Esperar
──── ♡ ────
Quando a morte vier me buscar,
não acenderei nenhuma vela,
não rezarei por salvação,
nem implorarei por um lugar entre os santos.


Que os anjos chamem.
Que os portões do paraíso se abram.
Que o infinito me ofereça suas estrelas.


Eu ainda direi não.


Porque o que é o céu
quando seus olhos não estão lá?
Que valor existe na eternidade
se nela eu tiver que esquecer o som da sua voz?


Então, se a morte me levar,
eu atravessarei seus corredores escuros
com seu nome preso entre os dentes,
como uma última oração.


E se Deus me perguntar
por que abandonei o paraíso,
eu responderei:


“Porque ela ficou para trás.”


E voltarei.


Mesmo que seja tarde.
Mesmo que eu tenha que atravessar o inferno.
Mesmo que meus ossos se desfaçam
e minha alma seja condenada a vagar.


Eu voltarei.


Porque há amores
que não pertencem ao céu.


Há amores que nasceram no escuro,
cresceram entre feridas
e aprenderam a chamar a eternidade
de lar.


E se para ficar ao seu lado
eu tiver que morrer mil vezes,


então que a morte tenha paciência.


O céu pode esperar.

Pra muitos a morte é um símbolo de paz,
Onde acaba suas dores
Decepção e medos...⁠

A morte não precisa de destruir os nossos planos para nos vencer. Basta interrompê-los.

A morte é inevitável. O significado que damos à vida, não.

A hipótese morte nunca me assustou, o que me assusta são as coisas que morrem dentro da gente enquanto vivemos, nos tornando um cemitério vivo de desilusões.

Deus para mim é a morte; justo, não falha, a certeza, a verdade, o caminho e a vida.

Os EUA querem o mundo em conflito! Paz é prejuízo para a nação da guerra! Morte é o principal ativo do Império do Norte!

TSAS A MORTE LENTA

Pela manhã a tela acende,
faz da janela um muro digital.
O corpo esquece o movimento,
a alma perde o rumo natural.

O sofá abraça sem maldade,
convida ao descanso e à rendição.
Pouco a pouco prende os passos,
transforma a força em ilusão.

O açúcar veste roupa de festa,
adoça a boca, seduz o paladar.
Mas cobra caro pelo encanto,
quando chega a hora de cobrar.

O sal tempera a convivência,
dá sabor ao feijão e ao pão.
Porém, em excesso silencioso,
cerca a vida de preocupação.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
No brilho da tela, no abraço do sofá,
no doce do açúcar e no sal a transbordar.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Não vieram como inimigos,
nem carregam espada ou canhão.
Entram sorrindo pela porta,
ganham espaço no coração.

A televisão rouba o tempo,
o sofá negocia a disposição.
O açúcar compra o instante,
o sal disfarça a condição.

Enquanto o mundo corre lá fora,
a vida pede participação.
Caminho, esforço e equilíbrio
são remédios sem prescrição.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Quando o excesso vira costume,
e o costume vira prisão,
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Então façamos nova escolha,
sem guerra, culpa ou radicalismo.
Que a tela informe, não domine;
que o descanso não seja abismo.

Que o açúcar seja visita,
não morador do coração.
Que o sal conheça limites,
respeitando a moderação.

Pois viver é mais que prazer,
é movimento, consciência e valor.
E o tempo, que tudo revela,
é o mais exigente julgador.

Todos temem a morte e questionam seu lugar no universo. A função do artista, não é sucumbir ao desespero, mas sim encontrar antídotos para o vazio da existência.