Luto Morte

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porquê se prender à morte?!
porquê esperar dar certeza se isso só te atrasa?! faz e não existem consequências importantes.
o jeito perfeito não existe, você tem que se ajeitar agora,o mundo é de se adaptar,e o mundo está muito mais veloz do que antes.
E o mundo não quer saber de ninguém,quem ficou ficou,vive aquilo que você é,Superior.
Faz, faz e pega de todos os lados,fração ou bruto,lucra no mesmo,respeita.
acho que eu só deveria aceitar o meu processo,o processo dos outros é mesmo do jeito que está acontecer com eles,tudo o quanto acontecer
nas minhas andanças é só para mim,a luz que deram é só pra mim.Olhos fechado no meio deles,e quando eles pedirem instrução,um dia terei tempo,um dia terei tempo,deixa fazer o meu,e somente meu,o meu mambo.Agora não,agora não é hora pra mostrar.

⁠Atraentes rosas negras,
lindas e misteriosas
com um ar de nobreza,
onde a vida e a morte se mostram, tristezas e amores
numa essência rara externada
nestas simples flores.

A Morte que fez O Amor Renascer

Por amor a nós, O Rei dos Reis foi coroado com uma coroa desagradável de espinhos. Sangue e suor foram derramados.

Por amor a nós, O Único Inocente foi condenado e seguiu por um caminho árduo de muita dor e sofrimento.

Por amor a nós, O Sacerdote Supremo se entregou sem hesitar como um cordeiro indefeso em santo sacrifício — algo que não se pode mensurar.

Por amor a nós, Cristo enfrentou o julgamento e a sentença que deveriam ser nossos: atitude complexa demais para nosso entendimento.

Por amor a nós, confirmou a sua Promessa, venceu a morte e ressuscitou; certamente, a maior bênção daquele que sempre nos amou verdadeiramente.

Por amor a nós, o vazio do seu túmulo mostrou que a Sua Presença permanece, que não estamos sozinhos neste mundo

Por amor a nós, Deus entregou o seu Filho Unigênito para que sofresse a nossa condenação, e ainda fomos agraciados por Sua esplêndida Ressurreição.

A Contrariedade que fez a Morte resultar na Vida
Nos seus últimos dias antes da sua ressurreição, Ele enfatizou que veio a este mundo para contrariar, e não para atender às expectativas. Considerando que através da morte — por muitos imensamente temida —, mostrou que a sua vida era muito mais forte.

Até lá, fez um trajeto árduo de dor e feridas que aparentavam fraqueza, mas que eram na verdade, a força do seu amor em evidência que misturava o seu sangue e o seu suor; o fulgor da sua determinação, sendo o Maior de todos sofrendo a pior humilhação.

A cruz representava sua condenação injusta sendo cumprida; entretanto, era e é o símbolo da nossa salvação que se cumpria naquele momento. Mesmo diante da nossa imperfeição, dos nossos inúmeros lamentos — o Sacrifício que não foi em vão.

Depois de sacrificar-se na crucificação, despertou nos incrédulos a ilusão de que havia partido de uma vez: mais um homem de carne e osso, frágil e impuro, sem nada de especial, apenas um moribundo que teve o seu instante final.

O vazio do sagrado sepulcro não significava, de fato, a sua ausência; todavia, o seu corpo tinha sido renovado, pois Ele havia ressuscitado de uma maneira plena para continuar o seu reinado após ter cumprido a sua promessa, provado o seu amor inconfundível e imensurável.

A morte é a realidade mais concreta e dolorida que temos. Muitos dizem que 'vai passar', mas a verdade é que a dor nunca passa: ela se eterniza porque o amor era real e insubstituível

⁠A vida de qualquer objetivo consiste na persistência, a morte de qualquer sonho se chama desistência.
Então se for para desistir desista de ser fraco!

A morte determina que a vida é finita. Mas ela não determina o que faremos com o tempo que existe entre o agora e ela.

A morte é a única certeza, enquanto o futuro é apenas uma possibilidade.

“Eu passei por algo que mudou minha maneira de enxergar a morte.”

Todos nós fazemos isso, diante da morte: imaginar o inimaginável.
Porque existe uma dificuldade quase absurda nessa questão.
Se a consciência continuar depois da morte, queremos saber como será.
Se ela não continuar, não haverá um “eu” para experimentar o nada.
E aqui existe um paradoxo fascinante.
Se realmente não houver consciência depois da morte, você nunca experimentará estar morto.
Não haverá escuridão eterna.
Não haverá silêncio eterno.
Não haverá uma pessoa pensando “estou no nada”.
Porque não haverá alguém ali para experimentar coisa alguma.

Se existir algo depois da morte, nós descobriremos quando chegar a hora.
Se não existir absolutamente nada, não haverá um “eu” decepcionado por não ter encontrado nada.
Enquanto isso, existe uma coisa que nenhuma religião precisa convencer você a fazer:
viver o presente.
Porque seja qual for a resposta final, este instante é o único que você tem nas mãos agora.
E talvez seja justamente essa a pergunta que todas essas religiões, filosofias e tradições estão tentando responder de maneiras diferentes:
se ninguém consegue me garantir o que encontrarei depois que esta vida terminar, quem eu escolho ser enquanto ainda estou aqui?

⁠A doce presença da morte
Não havia sinais que aquele seria o último dia dela, a manhã foi como todos as outras, levantou-se, lavou o rosto, preparou o café e foi trabalhar, nada indicava que aquele seria seu ultimo dia na terra dos vivos. Ela trabalhou como nunca, deu todos os telefonemas necessários, resolveu todas as pendências e foi pra casa no final do expediente e seguiu o mesmo caminho, mal sabia ela que naquela curva da avenida com uma rua qualquer, alguém fecharia os cruzamentos e bateria no seu carro, encerrando de vez o seu dia tranquilo e monótono. Se ela sofreu não se sabe, o que deu pra ver é que seu semblante era de um trabalhador cansado por um dia de trabalho exaustivo, 40 horas semanais, sem ir ao cinema, teatro, barzinho, sem tempo pra se divertir ou cuidar da família ou amigos, rosto de quem nunca teve tempo para viagens e bobagens deste tipo. Ninguém prevê os instantes, talvez se ela soubesse que seria seu último dia, ela sairia cedo do serviço e visitaria sua família ou faria algo que sempre quis fazer e nunca pode fazer por falta de tempo. Não dá pra mudar o momento, mas tudo seria diferente se ela soubesse antes que a vida pode ser mais leve, só dependia dela dividir os fardos. Descanse em paz, dizia a lápide dela.

Só estaremos preparados para a morte quando tivermos consciência de missão cumprida. Até lá, não estaremos preparados para a passagem.

“A corrupção do corpo vicia, trucida a paz, tem custo altíssimo e condena o corpo até a morte. Já a não corrupção, é a oportunidade de uma vida de paz e alegria na simplicidade.”

A vida é a insónia mais longa da morte.

Na morte de um pai,
a memória insiste em
reconstruí-lo em detalhes,
as palavras, o sorriso,
o olhar, os gestos
— só para depois
deixá-lo partir outra vez.

⁠A maioria só toma consciência do que é a vida, quando se está frente à frente com a morte.

A natureza não precisa de cerimônias para aceitar a morte.

Toda morte é fluxo. Chamar uma de tragédia e outra de nada é o atrito de quem esqueceu que também é natureza.

A morte encerra uma organização, mas a realidade continua sua transformação.