Lucro
Por trás das forças condutoras da história espreita uma ambição pueril que nos faz engendrar maneiras cada vez mais industriosas para resolver a penúria à nossa volta em busca de comodidade, influência, fama ou lucro.
O debate Moral em torno do capitalismo deveria centrar-se então não em uma condenação completa e irreversível do sistema, mas em como manter um livre mercado garantindo eficiência econômica com dignidade humanitária e discussões honestas sobre as gafes do modelo.
É ingênuo acusar o livre mercado das prioridades que os compradores estabelecem - seria como culpar os garçons nos restaurantes pelos mais de 50 milhões de obesos em nosso país.
Em uma pequena comunidade de agricultores autossuficientes, as pessoas podem apontar para alguma coisa e dizer “Eu produzi aquilo” ou “Eu construí aquilo”. Mas, em uma economia moderna e complexa, a conexão entre o que é produzido e quem foi o responsável pela produção daquilo não é algo tão óbvio. O mundo dos negócios se tornou um esporte de equipe.
A situação é tal que se você puser uma grife na saliva, com o marketing certo, vender cuspe vai dar o maior lucro.
Não tenho vergonha de te falar o quanto eu ganho, assim como também não tenho vergonha de te falar o quanto custa para lhe atender.
A produção exagerada de objetos, apoiando-se na exploração de pessoas que habitam nas margens do capitalismo, aliado a destruição dos recursos naturais, tem provocado um desequilíbrio exacerbado que leva-nos ao limite do suspiro humano.
" Que não falte perdão no mundo, pois a verdade de dias melhores apenas se tornou conveniente para aqueles que querem lucrar acima de tudo."
Na polêmica sobre as biografias não autorizadas parece que alguns ficaram preocupados (ou voltados) apenas para os grandes nomes da música. Esqueceram de grupo muito mais importante! Deixo aqui minha singela sugestão. Que tal os biógrafos começarem a fazer biografias de si próprios ou entre si? Hein? E indo fundo, sem restrições! E doando todo o lucro pela vendagem aos pobres! Que tal? Puxa, gente, é tudo em nome da liberdade de expressão! | 00644 | 11/10/2013
Toda “igreja” que funciona como uma empresa tem seus membros tratados como funcionários, mão de obra barata ou fonte de renda; já os que não fazem parte dessa igreja-empresa, são vistos como mercadorias a serem conquistadas. Nesses ambientes o lucro é maior que o amor.
Todo bandido é, antes de tudo, tolo: não esperou os lucros tempestivos da vida honesta e adiantou-se em colher os lucros que lhe custarão muito caro.
Uma empresa de prestação de serviços é uma mera repassadora de recursos, a qual faz à Administração destes e obtém um lucro por isso.
