Lucro
O sistema descrito como capitalista, é apenas a obtenção do próprio lucro, esse sistema deve ser justificado, quando a economia do país mostrar uma justiça igualitária para a população, onde a aglomeração humana é regido pela menor parte da massa intelectual, os chamados manipuladores de mentes, moldadores de pensamento
O Lucro de se andar segundo o livre arbítrio e ter uma entrada triunfal no inferno, mais o lucro para os que andam negando a si mesmo e participar das bodas do cordeiro.
Lucro não é coisa que cai do céu. Para obtê-lo
é preciso fazer o milagre de baixar os custos
e multiplicar as vendas.
Quem faz planos hoje visando lucro amanhã é um visionário forte, mesmo sabendo que a vida é uma passagem a ideia de lutar por dias melhores determina a força de ir adiante.
A recompensa nem sempre é visar o lucro ou vantagens, na expansão do entendimento qualquer ação que não causa dor tristeza é uma boa recompensa.
O lucro do trabalho edifica a vida abençoa os dias abastece a casa, quando a honra comprometimento e compromisso o valor engrandece o lar.
Aprender um passo por dia é está no lucro, as pessoas mudam quando não precisa de você, quando você não pode ajudar não vá gastar energia antes da hora, não dê tempo atenção quando não a um propósito verdadeiro.
Quando você se torna seu próprio ativo mais valioso, o lucro não é apenas um resultado, é uma declaração de quem você é.
A Política é igual a uma imobiliária procurando a melhor localização para obter lucro. A banana pode ser a melhor, mas se não estiver em uma prateleira chique está podre.
O Ciclo da Doença: Reflexão sobre Vida, Lucro e Morte
A vida moderna parece girar em torno de hábitos que nos aprisionam: vícios, consumos excessivos, distrações digitais. Não são apenas escolhas individuais, mas engrenagens de um sistema que conhece nossas fragilidades e as transforma em lucro.
Planos de saúde prosperam com a manutenção da doença, reajustando valores enquanto a população se torna dependente de consultas e exames. A indústria farmacêutica sustenta sua riqueza em medicamentos contínuos, que não curam, mas mantêm o corpo em funcionamento. O SUS, mesmo essencial, reforça essa lógica ao garantir acesso universal ao tratamento, mas não à reversão.
E quando o corpo finalmente cede, o ciclo não se encerra: funerárias transformam o luto em negócio, oferecendo pacotes caros e associando amor e respeito a cerimônias luxuosas.
O percurso é claro:
Hábitos nocivos → doenças crônicas → tratamento contínuo → manutenção da doença → morte precoce → lucro funerário.
Assim, o sistema não cria os vícios, mas deles se alimenta. A saúde se torna mercadoria, a doença, fonte de renda, e até a morte é explorada como oportunidade. O que se revela é um ciclo perverso, em que viver e morrer se confundem com consumir.
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