Loucura sem ser Doida
Loucura?
Sou um esquisito que sempre oscila entre a razão e as constantes alucinações. E assim vou percebendo a vida e o mundo por múltiplos ângulos.
Nossas decisões humanas ainda estão abaixo da loucura de Deus que não assumiria nenhuma delas como a mais certa.
Somente um alucinado religioso traria à tona uma loucura evangélica de se nomear um emissário divino no mundo dos perdidos, onde sempre é aceito os mais retardados espiritualmente.
Há loucura e sabedoria nas casas dos cristãos: a primeira se manifesta nas ações sem o domínio próprio e sem santidade e a segunda se manifesta nos lábios, nas atitudes, nos testemunhos e na humildade.
É conhecida pelas Escrituras a loucura dos votos precipitados e as palavras que não edificam a irmandade quando alguém entra conversando na presença de Deus e são conhecidos por todos que os lábios puros e a verdadeira adoração do povo santo exaltam o nome, a honra e a glória de Seu Filho.
Loucura é aquilo que os homens escolhem para que a vida passe rápida e sem valor algum para a eternidade.
Se os homens afastassem de si a estultícia e a loucura, conheceriam a sabedoria para se aproximar de Deus.
Loucura e poder sempre estão lado a lado do cristão quando ele identifica ao mundo a sua identidade em Cristo.
“Para simular a loucura, mesmo que por um instante, é necessário ter coragem para suportar as consequências. Se você se deparar com um louco de verdade, deve prosseguir até o ponto de se manter firme diante da primeira ação e não se deixar intimidar pelas ações de terceiros.”
A loucura são pedaços da alma que soltam a nossa essência e dão cor aos nossos passos. A vulgaridade é a intoxicação robótica de uma realidade fabricada.
