Logo ali na Proxima Esquina
Que momento!
Estive pensando
Foi bom ali né?
Sorrimos e choramos Juntos
Mas por que passou tão rápido?
Por que o tempo não parou ali?
Mas já foi??
Eu não posso voltar??
Mas queria!!
Ai!
Então eu só lembro
E sorrio de novo
Porque o seu sorriso
Cravou-se na minha mente
AQUI POTI, ALI PARNAÍBA
Bom para rever a vida
salto para esquecer a morte
dois barcos em minha ida
dois rios em minha porta
risos em minha chegada
prantos em minha partida
trajetória de desvelo
aqui Poti, ali Parnaíba.
Lembrança
E foi quando a vi ali,
Bêbada sentada no chão frio,
Nada pensei, apenas me sentei e a abracei.
Meses se passaram e
droga, eu ainda sinto tanto a tua falta!
FÊNIX
Presa em ti fiquei,
Tua hipnose me acorrentou.
Sem força para romper os elos,
Ali fiquei inerte,
Cada vez sua peçonha me matava em pequenas doses,
Já não era eu, era meu espectro que jazia no louco amor,
Tropega, aniquilada... reagi!
Como a fênix ressurgiu da cinzas, ressurgi...
Ganhei forças e voei,
Nada mais detinha meu poder de bruxa...
Como Circe te transformei em fera ferida,
Só a mim devias obediência,
Fabricava os mais raros venenos,
Dona da Lua Nova, das feitiçarias, do amor físico, dos encantamentos...
Te servia venenos em cálices rubros,
Pouco a pouco te via morrendo,
Eu era a bruxa das maldições que te aniquilava,
Perverso de um amaldiçoado amor perdido...
"Os desafios fortalecem as empresas, e as pessoas que ali trabalham. Forme uma opinião particular, não se deixe levar por opiniões superficiais, ou de suspeitos. Às vezes, um produto ou um negócio não se encaixam com um determinado indivíduo ou grupo de pessoas, mas são um sucesso tremendo com muitos outros. Fuja de promessas e milagres."
Vamos chegar ali onde a vida parece mais simples e nos impulsiona numa cadeira de balanço. Vamos atravessar a rua porque parece evidente que lá as horas escorregam devagar. Vamos parar um pouco e esquecer o som dos automóveis porque os pássaros cantam eriçados uma felicidade que agora adensa o dia.
Sentirei saudade, mas ali realmente não é mais o meu lugar. Eu preciso encarar a situação. Não vou deixar que as outras pessoas definam quem sou.
Então, escalei tanques em Pequim e, ainda assim, não pude ver se você estava ali na multidão. Li todos versos de Brecht e não encontrei mensagens ou recados para fugir outra vez ao quarto onde o Grande Irmão não pode nos ouvir e nada mais importa, só você aqui, enquanto a primavera arde por toda Paris.
Ali vejo lua
lá vejo o mar
aqui vejo as estrelas,
e o passado sempre Irá me guiar
O amanhã que nunca chega
presente que confuso estar.
Ali e lá: mundos e "desmundos" de um ser
Eu sou aquela cuja mente foge ao ouvir certas coisas que não pode me segurar
Foge como um cavalo alado em busca de ares que possa se identificar
Foge como a lembrança foge ao pensamento no amor poder se encontrar
Difícil me prender
Difícil me deter
Difícil me conter
Tão presa sou no corpo
Tão livre sou na alma
Construo meus mundos particulares
Eles são bonitos!
Eles são autênticos e transparentes…
Neles a verdade impera…
Neles o amor é uma brisa suave que a todos permeia
Nele a paz é um brinde à consciência tranquila
Nele a palavra não é retida, mas muitas vezes dispensada pela fluidez das conversas dos olhares
Gosto de neles folgar…
Gosto de neles habitar.
Ali a justiça é apenas o resultado da convivência das almas altruístas
A fidelidade quase um ser personificado e abrangente em todas as relações
O difícil naquele mundo é o fazer as malas quando o "desmundo" chama…
Nada lá lhe cabe, tudo lá se incinera ao fragor do que lá se valoriza
O aterrissar doe, o aterrissar arranha e machuca forte a alma
Mas também é necessário,
Pois dará a cada retorno àquele mundo encantado
O brilho que só ali há,
Pois é o resplendor de uma alma enternecida.
Martha Duarte
Governador Mangabeira, 12 de julho de 2020 (pensamentos matutinos)
A vida não é fácil, por que, se fosse fácil, não teria graça. Nem
tudo que tem valor tem preço. Aliás, as melhores coisas da vida
ainda são de graça!
Desesperado, o restinho de amor que ali habitava preferiu fugir por ser incapaz de sobreviver naquele coração inóspito.
A vida é assim, nunca sabe o que nos espera ali na frente. Por isso, de passos leves, a única visão que temos no momento é: Terra e Céu o resto se altera conforme seu passo.
É como se a dor tivesse sido coberta por um tipo de cobertor. Ainda está ali, mas as pontas mais afiadas estão... acolchoadas, ou algo assim. Então, às vezes, eu levanto uma ponta do cobertor, só para checar e – uau! É como se fosse uma faca! Não sei se isso vai mudar um dia.
Quando eu não quero,
o perfume se torna enjoado.
A conversa ganha tom desanimado,
e tudo ali, gera interrogação.
A ligação é um bipe sem fim,
meu humor fica sempre ruim.
Cessam os arrepios de amor!
E eu dentro, me sinto cada vez mais
perdida,
obcecada pra achar saída.
Até que eu arrume as malas,
e quebre a comunicação.
Em aprisionamento, eu me detesto!
Pego meu rumo, mesmo ouvindo que não presto.
Mas pra mim o pior é demonstrar o que não há.
Abriu as portas de par em par
e ali estava ele!
Nada poderia indicar
que novamente seus caminhos se cruzassem,
mas como o destino sempre intervém a seu bel prazer,
lá estavam, um diante do outro.
Sabiam, naquele exato instante,
que suas almas não mais se separariam
e esqueceram o habitual bom senso
para celebrar o tácito acordo de não mais
enfrentarem as tempestades cada um por si.
Cika Parolin
