Lisboa
Não gaste seu tempo fazendo coisas banais, pois a vida é curta. Aproveite-a da melhor forma possível, você não sabe o que pode acontecer daqui a um segundo.
Eu sempre quis ser Eu, e sempre fui Eu em parte, mas agora decide que vou ser Eu completamente! Sem rímel, moda ou opinião alheia... Cansei de tentar melhorar minha imagem visual diante dessa sociedade! Quem quiser estar comigo e gostar de mim (eu) vai ser assim - sem graça, meio desengonçada (ou totalmente) que nunca namorou, por que não é sexy! rs Para mim (eu) tudo isso pouco importa, a vida esta além da aparência, a gente tem que ter mais para oferecer, e esse "mais" só recebe quem te olha de cara lavada! Se quiser também rsrs Eu estando confortável com a minha "cara"... Tanto faz! Sinceramente eu não to mais nem ai para o "mundo" e nem para quem é viciado nele! E além do mais "Eu sou estudante"
Viva de um modo extrovertido, com um sorriso estampado no rosto, sem falsidade e sem medo de ser feliz.
O novo quando chega
O que tá vira passado,
É preciso evoluir
Mas que fique explicado,
Rio é como provérbio
Nunca fica ultrapassado.
água preta o rio da minha infância.
Liko Lisboa.
Quando a noite parecia deserta
Passei contando as estrelas do céu
E quando o dia parecia solitário
passei colando uns brilhos no meu chapéu
Pra espantar a suposta solidão
Que espreitava a porta do meu coração
Como se eu fosse presa e ela leão...L Lisboa. Só (não solitário)
A unidade de medida que quantifica a experiência do artista através de cada uma das suas obras não é a mesma que debita da minha conta. É um problema bem difícil e eu sempre fui péssima em matemática, não é atoa que sou artista!
Sob os pés dos vândalos
as pedras arrasam-se.
Do chão limpo os pacíficos
erguem torres bíblicas.
Os rebeldes, de árbitros,
destroem os ídolos.
Os dóceis, na dúvida,
valorizam as órbitas.
A fibra dos bárbaros,
a astúcia dos tímidos.
A menina selvagem veio da aurora
acompanhada de pássaros,
estrelas-marinhas
e seixos.
Traz uma tinta de magnólia escorrida
nas faces.
Seus cabelos, molhados de orvalho e
tocados de musgo,
cascateiam brincando
com o vento.
A menina selvagem carrega punhados
de renda,
sacode soltas espumas.
Alimenta peixes ariscos e renitentes papagaios.
E há de relance, no seu riso,
gume de aço e polpa de amora.
Reis Magos, é tempo!
Oferecei bosques, várzeas e campos
à menina selvagem:
ela veio atrás das libélulas.
Meu pensamento em febre
é uma lâmpada acesa
a incendiar a noite.
Meus desejos irrequietos,
à hora em que não há socorro,
dançam livres como libélulas
em redor do fogo.
A cortina se estufa
quarto adentro como se viva
a primeira trovoada
reboa lá fora
o cachorro corre e
se esconde na escada
escura
a cortina se estufa
como se animada por dentro
da trama do tecido
o fole de um pulmão
que sugere:
nada mais
urgente do que inspirar
este momento
(nada:
nem mesmo um cortejo inteiro
de notícias ou poemas)
este momento
a tempestade em prelúdio
e o sopro
de lilases
que ela traz.
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