Linguagem
Primeiro, estudava-se na faculdade das artes o trívio (três vias, artes da linguagem: gramática, dialética e retórica) e o quadrívio (quatro vias, artes das coisas: aritmética, música, geometria, astronomia). Era uma espécie de colegial, que acontecia entre os 14 e os 20 anos. Em artes, estudavam-se os livros de lógica, matemática, física e metafísica dos filósofos gregos, árabes e dos próprios mestres que davam os cursos. Depois, acedia-se às faculdades de teologia, direito ou medicina, que duravam 6 anos para adquirir a licença e o doutorado. Mas o estudo da teologia durava de 8 a 15 anos, e o doutorado em teologia podia ser obtido com a idade mínima de 35 anos.
A retórica estará sempre na linguagem de quem tem o propósito de manter enrustido, o engano que sustenta mentes ultrapassadas
Entenda humano, não possuo a linguagem do pensamento, porém detenho a linguagem universal. O amor ! Basta aceitar-me. (Citação referente ao amor incondicional de um cão. Baseado na convivência entre o tutor e seu cão terapeuta #Docinho #peludosapaixonantes )
Quero dizer a linguagem pura
Sem ter medo da usura
Quando você se cala
E nada mais fala
Pulas de um degrau falando
A todo o momento desprezando
O que o Mestre Ensina
E o que Ele sempre determina
Nós súbitos degraus da lembrança
Choras como humilde criança
Lembrando o que perdeu
O sonho que ainda não morreu.
Que ainda há esperança
Depois da tempestade a bonança
Trazendo felicidade e união
Amor e fé no coração
Suprimir as metáforas e metonímias, as analogias e as hipérboles, impor universalmente uma linguagem inteiramente exata, definida, 'científica', como chegaram a ambicionar os filósofos da escola analítica, seria sufocar a capacidade humana de investigar e conjeturar. Seria matar a própria inventividade científica sob a desculpa de dar à ciência plenos poderes sobre as modalidades 'pré-científicas' de conhecimento.
Mas, inversamente, encarcerar a mente humana numa trama indeslindável de figuras de linguagem rebeldes a toda análise, impor o jogo de impressões emotivas como substituto da discussão racional e fazer de simbolismos nebulosos a base de decisões práticas que afetarão milhões de pessoas é um crime ainda mais grave contra a inteligência humana; é escravizar toda uma sociedade — ou várias — à confusão interior de um grupo de psicopatas megalômanos.
Toda figura de linguagem expressa compactamente uma impressão sem indicar com clareza o fenômeno objetivo que a suscitou. Decomposta analiticamente, revela-se portadora de muitos significados possíveis, alguns contraditórios entre si, que podem corresponder à experiência em graus variados. No Brasil de hoje, todos os 'formadores de opinião' mais salientes, sem exceção visível — comentaristas de mídia, acadêmicos, políticos, figuras do show business — pensam por figuras de linguagem, sem a mínima preocupação — ou capacidade — de distinguir entre a fórmula verbal e os dados da experiência. Impõem seus estados subjetivos ao leitor ou ouvinte de maneira direta, sem uma realidade mediadora que possa servir de critério de arbitragem entre emissor e receptor da mensagem. A discussão racional fica assim inviabilizada na base, sendo substituída pelo mero confronto entre modos de sentir, uma demonstração mútua de força psíquica bruta que dá a vitória, quase que necessariamente, ao lado mais barulhento, histriônico, fanático e intolerante.
As figuras de linguagem são instrumentos indispensáveis não só na comunicação como na aquisição de conhecimento. Quando não sabemos declarar exatamente o que é uma coisa, dizemos a impressão que ela nos causa.
Todo conhecimento começa assim. Benedetto Croce definia a poesia como 'expressão de impressões'. Toda incursão da mente humana num domínio novo e inexplorado é, nesse sentido, 'poética'. Começamos dizendo o que sentimos e imaginamos. É do confronto de muitas fantasias diversas, incongruentes e opostas que a realidade da coisa, do objeto, um dia chega a se desenhar diante dos nossos olhos, clara e distinta, como que aprisionada numa malha de fios imaginários — como a tridimensionalidade do espaço que emerge das linhas traçadas numa superfície plana.
Eu aprendi que quando é amor, o silêncio é a linguagem mais compreensível, aconchegante, doce e apaixonante em um relacionamento!
Nosso corpo fala uma linguagem não-verbal, mas isso não significa que ele nunca nos disse algo. Nosso corpo fala a linguagem das emoções e nós sentimos isso nele. Pra entendermos melhor isso temos que fazer metáforas, como se cada membro do nosso corpo fossem "palavras", e quando juntamos essas "palavras" formamos "frases" e quando interpretamos estas, descobrimos, a sútil linguagem dos sentimentos
A linguagem dos meios desenvolvida em consonância com a lei de mercado não cria fugas ao processo circulatório do mercado. Pelo contrário, curva-se e se torna discípula ortodoxa dessa realidade manipulada
e atrativa da demanda na esfera do consumo.
A linguagem imperialista dos meios para se exercer esta cidadania virtual pode esfumaçar a própria questão da democracia, como já
vimos em capitulo anterior sobre o sindicato virtual, que por exemplo, não mobilizaria massa nenhuma.
Não há cérebro eletrônico, a não ser no nome
que se dá à forma usada metaforicamente, na linguagem das literaturas atuais, que estudam novas tecnologias e temas relacionados ao assunto.
Aprendi a compreender a linguagem do silencio.
A enxergar com o coração o que os lábios não conseguem dizer.
O amor é uma linguagem universal, que não pode ser compreendida a não ser, que se fale a linguagem do coração.
Utilize a linguagem que está ao seu alcance com originalidade, pois só assim expressará o que há de essencial em você.
O que o poeta faz nas Redes Sociais? Por que grita, verbaliza, entona com está linguagem picotada, tão cheia de sotaque gráfico? Deus!
A linguagem é um instrumento de libertação ou aprisionamento contínuo. A maior controle social de todos os tempos é feito através da linguagem. A libertação pessoal deve ser conquistada por conta própria, pois não é oferecida gratuitamente a ninguém, nem mesmo aos escolhidos.
Tua beleza me grita, teus olhos falam com os meus, tua boca conversa com a minha numa linguagem só delas. És tão linda, mas tão linda que até me inspira.
O uso da linguagem dialógica no EaD amplia o potencial do ensino-aprendizagem não utilizado normalmente no processo tradicional que é mais focado na quantidade de conteúdo ministrado.
