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Libertação Humana

Cerca de 7429 frases e pensamentos: Libertação Humana

⁠O pecado não é um defeito da natureza humana (isto seria maniqueísmo), mas uma corrupção da natureza humana por uma força externa ao eu. Mesmo assim, esta corrupção não poderia ocorrer a menos que consentíssemos livremente com ela. A culpa pelo pecado não deve ser atribuída nem à herança biológica nem à educação ambiental, mas ao mau uso da nossa liberdade.

Arminianismo Brasil

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Do Genesis ao Apocalipse vemos Deus apelando à consciência e à vontade humana para que se arrependa e creia, mas no calvinismo isso é impossível para aqueles que não foram eleitos incondicionalmente antes da fundação do mundo. Assim, segundo o calvinismo, os apelos de Deus do Gênesis ao Apocalipse são pura mentira, pois na verdade Deus não quer salvá-los.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A cooperação contínua da vontade humana com a graça originária do Espírito funde a graça preveniente diretamente na graça salvadora sem a necessidade de qualquer distinção arbitrária entre “graça comum” e “graça eficaz” como é feito no sistema calvinista.

Teólogo Metodista

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Em nenhum lugar da Bíblia a eleição é conectada com a salvação ou a condenação de uma alma humana [...]. Ela tem a ver com o serviço. É eleito de Deus aquele que O serve.

Andrew Telford - Subjects of Sovereignty (Harvest Time Ministries, 1980), p. 55-56)

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Cristo sofreu e proporcionou salvação a toda raça humana. Devemos, agora, ver de que modo nos tornamos possuidores das bênçãos que Deus concedeu ao seu filho unigênito, não para uso particular, mas para enriquecer o pobre e o necessitado. E a primeira coisa em que devemos prestar atenção é que, enquanto estamos sem Cristo e separados dEle, nada do que Ele sofreu e fez pela salvação da raça humana é de mínimo beneficio para nós. Calvino, Institutas 3.1.1.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A fé é a reação humana a uma ação antecedente da Graça Preveniente administrada por Deus no coração do homem é da mulher.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠No panorama atual da existência humana, é intrigante observar como algumas mentes ousadas são rotuladas como insanas simplesmente por sua capacidade de conceber grandiosos ideais. Neste contexto, surge a perspicaz reflexão de que, para muitos, a normatividade é equiparada à mediocridade intelectual.

Aqueles que ousam abraçar horizontes mais vastos e desafios mais profundos são frequentemente mal compreendidos e, pior ainda, desqualificados como "loucos". No entanto, essa associação precipitada entre genialidade e insanidade remonta a tempos imemoriais na história da humanidade. Uma sociedade que estigmatiza a audácia de pensar além das convenções estabelecidas é uma sociedade que, de certa forma, aprisiona a própria evolução de seu potencial.

A busca incessante pela "normalidade" tem sido muitas vezes um obstáculo à inovação, ao progresso e à expansão do conhecimento. A sabedoria reside, talvez, na compreensão de que a loucura, muitas vezes, não é mais do que uma perspectiva radical e não convencional sobre a realidade. Ser "normal", nesse contexto, pode ser interpretado como uma aceitação taciturna da estagnação, uma submissão à inércia do pensamento.

Portanto, a questão central que emerge é: quem são os verdadeiramente insanos? Aqueles que desafiam as barreiras impostas pelas normas sociais, que se aventuram no território desconhecido do pensamento criativo e da visão ambiciosa, ou aqueles que, por medo ou conformidade, se contentam em permanecer dentro dos limites estreitos do status quo?

Neste dilema, somos convidados a reconsiderar nossas próprias noções de sanidade e loucura, reconhecendo que a verdadeira riqueza da experiência humana muitas vezes reside na capacidade de transcender o "normal" em busca do extraordinário. No fim das contas, talvez seja mais sábio pensar grande e correr o risco de ser rotulado como "louco" do que se acomodar na apatia da mediocridade.

Inserida por Ericson_Piccoli1

⁠Na existência humana, a vivência plena do presente se revela quando se compreende que o passado e o futuro estão para além do domínio individual, imunes à manipulação ou controle. A verdadeira essência da felicidade repousa nas conquistas pessoais, onde as emoções, como entidades maleáveis, se submetem à vontade consciente. A moldagem do curso da vida é uma prerrogativa das escolhas feitas no presente, conferindo ao indivíduo a autoridade de determinar a trajetória de sua própria existência.

Inserida por Ericson_Piccoli1

AÇÃO HUMANA:

Nada do que somos, somos!
Não se há vida, nem sequer morte!
Tudo o que dizemos, nada entendemos!
Nada extraímos ou nada pomos
Galgamos e esquecemos
Assim é a ação humana no plano terreno
O dia que se foi ...
Não deixou a noite mais bela, nem feia
porque o sol nasce pontualmente todos os dias
Para todos.

Inserida por NICOLAVITAL

METAFISICA HUMANA:
(Nicola Vital)
Meu coração bate!
Porque bate às ondas do mar,
Minha liberdade é transparente
E confluente.
Mas às vezes, é preciso sofrer
Para ser natural,
Em outras, é preciso fingir
Para ser real.
Todo dia, toda hora, a todo instante,
Deixamos cair cada máscara! ...
E o sonho de ser feliz
Flui, quão nossos intrínsecos
Personagens cotidianos,
Esta é a metafisica humana!

Inserida por NICOLAVITAL

ABORTO INDUZIDO, EXECRAÇÃO À VIDA HUMANA:



Devo encetar esse texto, abordando um assunto bastante polêmico desde sua essência em face de se tratar da concepção da vida humana, concessão de Deus, que tem sido banalizada de maneira inescrupulosa nos quadrantes do universo. Em se falando da vida. Bem sabemos que os governantes e setores da sociedade intelectual mundial, têm voltado suas atenções para um assunto de grande relevância e, que divide opiniões do público em geral, encontrando certa resistência junto às facções religiosas. Que é a famigerada legalização do aborto sem critérios. Provocado de forma Domestica, Química ou Cirúrgica. O que na minha ótica não se desvincula do crime de infanticídio que antes de ser previsto no código penal brasileiro fere de morte os princípios divinos e, que os defensores tentam rotular com uma terminologia evasiva ou confusa, ofuscando o assassinato, com o jargão “Interrupção Voluntária da Gravidez” ou “Direito de Decidir”. Decidir Sobre a vida de outrem, é incoerente e inconsequente.

Se partirmos do pressuposto que Jesus Cristo houvesse sido abortado, o que seriamos hoje? Ou talvez você não gozasse do conforto e comodidade de uma viagem aérea se Santos Dumont não tivesse sido concebido. Quem sabe você não estivesse agora lendo esse texto se o britânico Edward Jenner tivesse o direito de nascer suprimido pela insensatez daqueles que sem nenhum motivo plausível abomina a vida humana. Ou talvez não pudesse sequer mensurar os nossos prejuízos sem a existência de Carlos Chagas, Vital Brazil, Osvaldo Cruz e, outros personagens que ajudaram a escrever a boa história da humanidade. É certo que você está a si perguntar, e os tiranos? Qual Adolfo Hitler, Jack o estripador e outros gênios do mal que também tiveram o direito à vida? Todavia, aplicando-se o princípio do – IN DUBIO PRÓ RÉU é melhor absolver mil culpados que condenar um inocente.

Pensar que existem seres humanos contra a concepção da vida, o direito de nascer, é bestial e contraditório. Sendo assim, por que viemos ao mundo? Será que teus pais queriam frustrar-se do teu abraço? De participar do teu processo de crescimento e aprendizado? Por que não fazes uma autocrítica e te pergunta se escolherias ter sido abortado? Ah! É certo que não.

Só para reflexão daqueles que defendem a legalização de tão bárbaro crime, Poderíamos ainda está convivendo com o Apartheid na África se não estivesse existido Nelson Mandela. O que seria dos pobres excluídos de Madre Tereza de Calcutá? E como seria hoje o cristianismo sem ter existido o papa pop? Sem dúvidas, seriamos tristes sem a alegria e irreverência do baiano Carlinhos Brow. Outros viram, se sua arrogância não obstaculizar.

Ora! Será que não estaríamos interrompendo o nascimento do descobridor da cura de doenças mortíferas que assolam a humanidade? Ou quiçá, aquele que traria a paz ao mundo. Claro é conveniente aos governos e intelectuais, massificarem campanhas contra a vida, pois é bem mais barato induzir o aborto que honrar suas obrigações durante toda a vida do cidadão.

Deus nos agraciou com a vida, e não o direito a ceifa-la. Contudo o homem diante de todo seu egoísmo e insanamente, pensa em governar algo que não pertence ao seu vil e pretensioso reino.
Neste momento, ao perfazer o texto, me deleito com as afáveis melodias de Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Clara Nunes, Elis Regina, e outros nomes da música, da literatura, da arte como um todo e Etc, que ajudaram a escrever a história do Brasil e do mundo.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Abençoado sejas ó criatura humana se nenhum dos bens materiais que possuis te define enquanto ser social numa época de aparências!
Abençoado sejas quando o teu próprio corpo que não passa de matéria se sentir em paz com o teu espírito em qualquer vicissitude da existência. Na miséria ou na opulência, na juventude ou na velhice, na doença mais vil ou na saúde, conseguindo estar em qualquer local, por mais imundo que seja, tendo a plena consciência do local onde pertence!

Inserida por sofia66

Entre a Bússola da Fé e o Oceano do Pensamento: A Jornada Psicológica da Consciência Humana.

Na experiência humana há, um paradoxo sublime: a necessidade de direção e a ânsia por liberdade. Muitos encontram na religião uma bússola um corpo doutrinário, moral e espiritual que norteia a existência imortal, conferindo sentido, consolo e propósito às suas ações. Essa bússola, quando orientada pela ética e pela sinceridade, cumpre um papel essencial: ela dá ao homem a sensação de estar em rota, mesmo quando a vida parece uma travessia em mar revolto.

Entretanto, outros preferem o oceano vasto, misterioso e em constante expansão onde as ondas do pensamento se tornam embarcações e o próprio intelecto é o leme. Esses caminham sem mapa fixo, movidos pela curiosidade que os impele a compreender o todo por si mesmos. Rejeitam a segurança dos dogmas, não por soberba, mas por sentir que a verdade, quando é viva, não se encerra em fronteiras nem em catecismos.

Ambas as posturas, contudo, são legítimas e necessárias à evolução da consciência. A religião, quando bem compreendida, é o solo fértil da alma; o pensamento livre, quando disciplinado, é o vento que impulsiona as sementes da razão. O conflito entre fé e razão tantas vezes travado na história humana é, na verdade, um diálogo interior que cada ser trava consigo mesmo.

Há momentos em que o homem, exaurido pela dor ou pela dúvida, anseia por um amparo que transcenda o intelecto; outros, sente o impulso de romper as amarras da crença e seguir o próprio raciocínio. Em ambos os casos, a alma busca o mesmo destino: compreender-se e compreender o Todo.

Mas nesse mergulho no oceano mental, o perigo é real: o pensamento, quando se alimenta apenas de si, pode trair-se em emoções e sentimentos alterados. A mente humana, em sua plasticidade e complexidade, é capaz de criar mundos ilusórios, justificativas emocionais e racionalizações sutis que desviam o curso da lucidez. É por isso que os antigos mestres advertiam: conhece-te a ti mesmo, antes de pretender conhecer o universo.

A psicologia moderna confirma essa necessidade de autoconhecimento. O ser humano é um composto de pulsões, desejos, crenças e memórias um campo simbólico em constante movimento. Em cada escolha, há forças inconscientes que nos guiam tanto quanto a razão. Assim, a religião pode funcionar como um espelho moral que revela as sombras interiores, e o pensamento livre, como um instrumento de desvelamento das ilusões. Ambos são caminhos de crescimento psíquico e espiritual.

Seres psicológicos que somos, anelamos pela psique além do corpo essa dimensão onde o Eu se encontra com algo maior que o próprio Eu. Alguns chamam isso de Deus; outros, de Consciência Universal, Espírito, Energia ou Totalidade. O nome pouco importa: o essencial é o movimento de transcendência que impulsiona o ser humano a ultrapassar os limites do imediato.

O respeito pelas escolhas espirituais ou filosóficas do outro é, portanto, um imperativo ético. Cada consciência caminha no ritmo de sua própria compreensão. A bússola da fé e o oceano do pensamento não são inimigos, mas expressões complementares da mesma busca a busca da Verdade.

Conclusão.
Toda alma é peregrina na vastidão do existir. Algumas seguem as estrelas fixas da religião; outras, navegam ao sabor dos ventos do pensamento. Mas ambas, no fim, aspiram ao mesmo porto de luz: a compreensão de si e do infinito. Quando compreendermos que há muitas rotas e um só destino o da consciência desperta então cessarão as disputas entre crença e razão, e o homem, enfim, encontrará paz na harmonia entre o coração que crê e a mente que pensa.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Moisés e o Limite da Autoria: Entre a Lei Divina e a Lei Humana.
A narrativa mosaica, envolta em reverência e mistério, é um dos pilares da tradição religiosa do Ocidente. Contudo, o capítulo final do Deuteronômio (34), ao descrever a morte e o sepultamento de Moisés, levanta uma questão lógica e incontornável: como poderia o próprio Moisés ter narrado o seu falecimento e o destino do seu corpo, se a morte é a fronteira que separa a ação do homem no mundo dos vivos?
A impossibilidade física e racional dessa autoria direta conduz à compreensão de que a redação final do Pentateuco não pertenceu exclusivamente a Moisés. Tal conclusão, amparada tanto pela crítica textual quanto pela observação teológica, não diminui a grandeza de sua missão, mas a humaniza e a esclarece sob nova luz. A tradição judaica já reconhecia, desde tempos remotos, que Josué, sucessor de Moisés, teria completado o relato, talvez inspirado por revelações espirituais ou pelo dever histórico de perpetuar o testemunho do libertador hebreu.

O Espiritismo, ao abordar essa questão, não nega a autoridade moral de Moisés, mas distingue com discernimento doutrinário o que pertence à lei divina e o que pertence à lei humana. Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, questão 621, afirma que “a lei de Deus está escrita na consciência”, mostrando que a essência divina da moral transcende os códigos e as letras, sendo anterior a qualquer mandamento esculpido em pedra.

Moisés, portanto, foi o instrumento de revelação parcial dessa lei eterna, adequando-a a um povo rude, recém-liberto da escravidão e carente de disciplina. Por isso, muitas leis humanas de caráter punitivo, tribal ou cerimonial foram atribuídas a Deus como forma de impor autoridade e conter a desordem. Assim, as prescrições severas de sua época, que regulavam desde a alimentação até as punições corporais, não expressavam a pureza da lei divina, mas uma necessidade pedagógica, conforme o grau de entendimento daquele povo primitivo.

No Espiritismo, compreende-se que a Lei Divina é imutável, enquanto a lei humana é transitória e adaptável às condições morais de cada tempo. Moisés foi o legislador que, sob a inspiração superior, trouxe a humanidade da barbárie para a justiça. Jesus, séculos depois, veio transformar a justiça em amor.

Assim, quando se lê o Deuteronômio 34 e se percebe que Moisés não poderia descrever sua própria morte, não se atenta apenas a um detalhe textual, mas a um símbolo espiritual: a obra do homem termina no deserto, mas a obra de Deus continua na Terra Prometida.

Moisés cumpriu a parte que lhe cabia a da lei e da disciplina. Coube a outros, inspirados, registrar a sua partida e preparar o caminho para o advento da revelação mais pura: a do Cristo.

“A lei mosaica era apropriada ao tempo e ao grau de adiantamento dos homens a quem era destinada.”
(O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. I, item 2 — Allan Kardec)

Assim, a impossibilidade de Moisés narrar sua própria morte não é uma falha do texto sagrado, mas um indício da ação coletiva da Providência, que se manifesta por instrumentos sucessivos, até que a humanidade compreenda plenamente que a lei divina não se escreve apenas em livros, mas no íntimo da alma imortal.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias.”

A vaidade humana é um abismo disfarçado de plenitude. O indivíduo que se enche de si mesmo acredita possuir substância, mas o que nele transborda é apenas a aparência do ser uma bolha de ar que o menor contato da realidade faz estourar. O homem verdadeiramente dotado de espírito não necessita exibir o que é; seu valor repousa no silêncio.

O vaidoso, pelo contrário, é como um vaso sem conteúdo que tenta compensar o vazio pelo barulho. Quanto mais fala de si, mais denuncia a ausência interior. Vive de comparações, de olhares, de aplausos e por isso sua felicidade depende do reflexo, jamais da essência.

Aquele que busca parecer é escravo da opinião. E nada é mais miserável do que depender do olhar alheio para sentir-se existente. Assim, quem se julga pleno de si está, na verdade, destituído de tudo porque o “si” que o ocupa é apenas uma caricatura inflada do verdadeiro eu.

Em suma, o homem cheio de si é um deserto disfarçado de montanha; quanto mais alto se crê, mais ecoa o seu próprio vazio.

Inserida por marcelo_monteiro_4

" Deus é a causa irracional humana que faz tropeçar a razão materialista. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Errar é inerente à natureza humana — somos feitos de acertos e tropeços. No entanto, reconhecer os próprios erros exige coragem, e aprender com eles, sabedoria. Nem todos estão dispostos a esse caminho, mas é nele que reside o verdadeiro crescimento. Só evolui quem aceita rever suas atitudes e transformar falhas em lições.

Inserida por JoaoDaniel

⁠Explicando o inexplicável.

Há coisas que a razão jamais alcançará.
Mesmo que a mente humana avance em ciência.
Descubra galáxias, decifre átomos.
Permanece um espaço onde a luz da razão não penetra:
o espaço do sagrado.

Porque os céus proclamam que Ele é o autor.
Mas quem poderá compreender a mente do Criador?
Ele é aquele que estava antes de todas as coisas.
O que sustenta o universo sem jamais se esgotar.
O dono do tempo, o começo, meio e fim.
E nós, frágeis criaturas.
Nos debatemos entre o querer entender e o dever de somente crer.

Tantas vezes tentamos explicar Deus.
Nas palavras, nas doutrinas, nos sistemas de fé.
Mas ao final, só resta o assombro.
o respeito silencioso de quem percebe:
o infinito não cabe na finitude humana.

E mesmo assim, Ele se deixa perceber:
na ordem das estrelas, no pulsar do coração.
Na esperança que insiste em florescer.
Porque, se Deus fizer, Ele é Deus;
se não fizer, Ele continua sendo Deus.
Não é um ser condicionado pela nossa vontade.
Mas aquele que, soberano, governa sobre tudo.
Com um amor e justiça que nem sempre compreendemos.

Por isso, rendemo-nos diante do mistério.
Porque, afinal, ninguém explica Deus.
E talvez, não explica-Lo seja a forma mais pura de adorá-Lo:
aceitando-O como Ele é.
Infinito, invisível, perfeito e inatingível pela razão.
Mas perfeitamente acessível pela fé.

Inserida por JoaoDaniel

⁠Deus não é uma escolha
Deus não é cultura
Deus não é desejo
Deus é uma necessidade humana .
Faz parte da natureza do homem.

A complexidade da alma humana me deixa admirada mesmo não a observando por completo.

Em sonetos, poesias e poemas, encontro-a em sua forma mais pura.

É instigante como alguns seres conseguem utilizar tão bem desse instrumento chamado linguagem.

Assim, me sinto mais próxima da complexidade que tanto me causa curiosidade.