Liberalismo
O liberalismo teológico inverteu a ordem ortodoxa do padrão bíblico: Agora é o homem que julga as Escrituras, e não as Escrituras que julga o homem.
A crença em sistemas como o racionalismo, liberalismo, capitalismo, neoliberalismo... pode ser considerada uma forma de idealismo?
Somos opositores do liberalismo, do socialismo e de toda ideologia a eles filiada, justamente porque temos essa visão do homem e do mundo baseada em Deus
A liberdade do liberalismo não é mais do que a permissão do crescimento e hegemonia dos mais fortes em detrimento dos mais fracos.
O liberalismo teológico transformou muitas denominações cristãs em ONGS a serviço de pautas políticas e agendas progressistas.
Todo líder que não é apaixonado pelo Evangelho se torna em um potencial instrumento do liberalismo teológico.
O Liberalismo social tomou conta de tudo, quando digo isso falo de modo literal (os pais têm menos poder de influência em seus filhos sendo a educação exercida pela sociedade em que ele está)
Liberalismo...
Liberalismo, corrente valiosa,
Preza a liberdade, o direito e a razão,
Preceitos tão justos e corajosos,
Raiz de uma nação em expansão.
Defende a autonomia do indivíduo,
Comércio livre e equidade perante a lei,
Sem intervenções do Estado, contudo,
Apenas o justo, o bom e o verdadeiro prevalecerão.
Economia próspera e desenvolvida,
Com a livre iniciativa a se destacar,
Cada um seguindo a sua própria vida,
A competição e o progresso a prosperar.
Mas a liberdade não é sem limites,
Os direitos dos outros devem ser respeitados,
E a igualdade de oportunidades é um convite,
Para que todos possam alcançar seus sonhos realizados.
Liberalismo, que grandeza trazes,
Nos teus valores, a chave da prosperidade,
E com a liberdade que a todos satisfazes,
Uma sociedade justa e digna de verdade.
#pensamentoscomexpressão
O Liberalismo é a "perigosa" ideia de que você usa seu dinheiro e cuida do seu corpo melhor do que o Estado.
Dois erros que a igreja atual precisa evitar:
O liberalismo teológico, pois gera o secularismo que descamba no cessacionismo ou anti-sobrenaturalismo!
A busca pelo avivamento espiritual fora da centralidade da Palavra, pois gera fanatismo e um emocionalismo vazio.
Apesar das ficções e romanizações inventadas pelo liberalismo, a verdadeira historia das civilizações do mundo sempre foram baseadas nas guerras covardes, interesses espúrios dos poderosos, escravização dos mais fracos, imposição de culturas aniquilando outras, assim como a propagação de mentiras que justificassem e atenuasse, o religioso pecado do
"mea-culpa".
A liberdade dos governados consiste em pautar a própria existência em uma norma permanente, comum a cada membro daquela sociedade, proclamada como tal pelo Poder Legislativo; liberdade de seguir minha própria vontade em todas as situações não prescritas pela norma e de não se estar sujeito à vontade inconstante, incerta e arbitrária de outro homem.
Tudo o que um homem pode utilizar de maneira a retirar uma vantagem qualquer para sua existência sem desperdício, eis o que seu trabalho pode fixar como sua propriedade. Tudo o que excede a este limite é mais que a sua parte e pertence aos outros. Deus não criou nada para que os homens desperdiçassem ou destruíssem.
A crença coletivista na capacidade de ação direta do Estado para curar todos os males é, em si, no entanto, uma reação compreensível a um erro básico na filosofia individualista do século XIX. Esta filosofia atribuía quase nenhum papel para o Estado além da manutenção da ordem e do cumprimento de contratos. Era uma filosofia negativa. O Estado só podia ser mau. Imperava o laissez-faire. Dessa forma, ela subestimou o perigo de que particulares poderiam através de um acordo ou de uma combinação de usurpar o poder e efetivamente limitar a liberdade de outros indivíduos; ela não conseguiu ver que há coisas que o sistema de preços não pode fazer e que a menos que essas coisas sejam feitas de alguma outra forma, o sistema de preços não pode funcionar eficazmente para fazer o que é admiravelmente bem preparado. Uma nova doutrina deve evitar ambos os erros.
A existência de um mercado livre não elimina, evidentemente, a necessidade de um governo. Ao contrário, um governo é essencial para a determinação das 'regras do jogo' e um árbitro para interpretar e pôr em vigor as regras estabelecidas. O que o mercado faz é reduzir sensivelmente o número de questões que devem ser decididas por meios políticos - e, por isso, minimizar a extensão em que o governo tem que participar diretamente do jogo.
