John Locke

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Uma infinidade de seres inferiores ao ser humano prova uma infinidade de seres superiores a ele.

John Locke

Nota: Autoria não confirmada

As novas opiniões são sempre suspeitas e geralmente opostas, por nenhum outro motivo além do fato de ainda não serem comuns.

John Locke LOCKE, J. An Essay Concerning Human Understanding. London: Tegg, 1829.

Ler fornece ao espírito materiais para o conhecimento, mas só o pensar faz nosso o que lemos.

John Locke LOCKE, J. An Essay Concerning Human Understanding. London: Tegg, 1829.

Sempre considerei as ações dos homens como as melhores intérpretes dos seus pensamentos.

John Locke LOCKE, J. An Essay Concerning Human Understanding. London: Tegg, 1829.

A necessidade de procurar a verdadeira felicidade é o fundamento da nossa liberdade.

John Locke LOCKE, J. An Essay Concerning Human Understanding. London: Tegg, 1829.

Todos os homens são passíveis de errar; e a maior parte deles é, em muitos aspectos, por paixão ou interesse tentada a fazê-lo.

John Locke LOCKE, J. An Essay Concerning Human Understanding. London: Tegg, 1829.

É preciso metade do tempo para usar a outra.

John Locke

Nota: Autoria não confirmada

O prazer e a dor, e os que os produzem, o bem e o mal, são os eixos em que assentam todas as nossas paixões.

John Locke LOCKE, J. An Essay Concerning Human Understanding. London: Tegg, 1829.

Nossas ações são as melhores interpretações de nossos pensamentos.

Fashion is, for the most part, nothing but the ostentation of riches.

John Locke LOCKE, J. The Works of John Locke in Nine Volumes. London: C. and J. Rivington, 1824.

The actions of men are the best interpreters of their thoughts.

John Locke LOCKE, J. An Essay Concerning Human Understanding. London: Tegg, 1829.

Onde não há lei, não há liberdade.

John Locke LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

O homem nasce como se fosse uma "folha em branco"

John Locke

Nota: Paráfrase que explica o conceito de "tábua rasa" defendido por John Locke

Pais se perguntam porque os rios são amargos, quando eles mesmo envenenaram a fonte.

John Locke LOCKE, J. Some Thoughts Concerning Education. London: A. and J. Churchill, 1693.

Uma coisa é demonstrar a um homem que ele está errado, outra é colocá-lo de posse da verdade.

Quando o homem nasce, sua mente compara-se a um papel em branco, que vai sendo preenchido conforme suas experiências.

Ainda que a terra e todas as criaturas inferiores pertençam em comum a todos os homens, cada um guarda a propriedade de sua própria pessoa; sobre esta ninguém tem qualquer direito, exceto ela.

John Locke LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

Se o homem é tão livre no estado de natureza como se tem dito, se ele é o senhor absoluto de sua própria pessoa e de seus bens, igual aos maiores e súdito de ninguém, por que renunciaria a sua liberdade, a este império, para sujeitar-se à dominação e ao controle de qualquer outro poder? A resposta é evidente: ainda que no estado de natureza ele tenha tantos direitos, o gozo deles é muito precário e constantemente exposto às invasões de outros. Todos são tão reis quanto ele, todos são iguais, mas a maior parte não respeita estritamente, nem a igualdade nem a justiça, o que torna o gozo da propriedade que ele possui neste estado muito perigoso e muito inseguro.

John Locke LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

A finalidade da lei não é abolir ou conter, mas preservar e ampliar a liberdade. Em todas as situações de seres criados aptos à lei, onde não há lei, não há liberdade.

John Locke LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

A liberdade do homem na sociedade não deve estar edificada sob qualquer poder legislativo exceto aquele estabelecido por consentimento na comunidade civil; nem sob o domínio de qualquer vontade ou constrangimento por qualquer lei, salvo o que o legislativo decretar, de acordo com a confiança nele depositada.

John Locke LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

Toda a humanidade aprende que, sendo todos iguais e independentes, ninguém deve lesar o outro em sua vida, sua saúde, sua liberdade ou seus bens.

John Locke LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

O que te preocupa, te escraviza.

Não existe nada na mente já não tenha passado pelos sentidos.

A liberdade dos governados consiste em pautar a própria existência em uma norma permanente, comum a cada membro daquela sociedade, proclamada como tal pelo Poder Legislativo; liberdade de seguir minha própria vontade em todas as situações não prescritas pela norma e de não se estar sujeito à vontade inconstante, incerta e arbitrária de outro homem.

Tudo o que um homem pode utilizar de maneira a retirar uma vantagem qualquer para sua existência sem desperdício, eis o que seu trabalho pode fixar como sua propriedade. Tudo o que excede a este limite é mais que a sua parte e pertence aos outros. Deus não criou nada para que os homens desperdiçassem ou destruíssem.