Leve como Passaro
O TEMPO DA DOR
Assim como a noite é noite até que o dia amanheça, a dor é dor até que cesse de doer.
Costuma-se usar como consolo às pessoas que estão passando por momentos de dor, que tem gente em pior situação.
Apesar das intenções serem as melhores, isso não modifica o estado de dor da pessoa que a sente.
Cada um é cada um e a intensidade da dor não é menor, porque os outros também sofrem.
A dor tem o seu tempo.
Um exemplo corriqueiro é o corte no dedo.
Não é porque temos consciência de que todo o mundo pode cortar o dedo e que logo cicatrizará, que a dor é menor no momento em que se leva o corte.
Da mesma forma são as dores da alma, o sofrimento é individual, ninguém pode sentir a dor do outro, cada um sente a sua.
Alguns são mais fortes espiritualmente e conseguem superá-la em menos tempo.
Para as dores físicas existem analgésicos, mas para as dores internas o melhor remédio é o tempo.
"Homem que é Homem sabe muito bem como tratar uma moça. Agora quem não sabe, não se pode conceituar como Homem"
Oi "Apenas Eu"!
Como pode ter se tornado algo tão distante do irreal o qual sempre sonhamos nos apegar?!
Será que seus sonhos viraram os pesadelos que outrora queria parar de querer sonhar?
Talvez você não tenha apenas mudado "Apenas Eu", talvez você tenha morrido no turbilhão de felicidade que tanto odeio. Suas mãos não são tão aconchegantes no meu peito, seus dedos já podem enforcar minha garganta.
Então mais uma vez ó meu "Eu", um "oi" para você e quem sabe um dia, talvez, um suave tchau para mim.
Que o teu dia acorde sorrindo, bocejando doçura, florindo delicadeza, como se fosse uma dessas perfumadas manhãs de primavera.
Amar você é versar em minutos…
Amar-te é escrever poesia de amor
Os versos são como o teu beijo
De rimas saborosas de alegria
Valeria, tão bom este desejo
Nestas trovas derramadas
Aos teus pés, assim me vejo!
Palavras enramadas
Num poético bafejo
Um poeta da emoção
Cântico de doces frutos
Infinita inspiração...
Amar você é versar em minutos...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
29 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
No momento que algo, que consideramos como um caos, nos força a sair de nossa zona de conforto, nos faz perceber nossa essência, como parte de quem somos.
Quando nos perdemos, nos encontramos.
Só assim nos enxergamos e passamos a nos conhecer verdadeiramente. Sem máscaras que confundem a nossa mente.
Olhamos para o espelho e vemos nossa alma e não mais aquela figura pretenciosa.
Neste momento podemos nos curar e finalmente termos a quem sinceramente amar.
Não é vulgar, tampouco vaidade o auto amor. É o processo saudável e fiel, que lhe tira do lugar de sabotador.
Alimenta sua força pra lutar e vencer. Se nutra com esperanças, pra não desvanecer.
Amor próprio ou próprio amor. Abra seus olhos e sinta o resplendor.
A vida me deu três hábitos formidáveis: gentileza como cartão de visita, ser gigante nas decisões e jamais dar ouvidos a idiotas.
A religião como conforto, é uma ótima saída. Pessoas com dúvidas em metafísicas de divindade são por características frias e geralmente tristes. Admito muita admiração pela construção de sociedades como Roma ou até mesmo cidades brasileiras, baseadas em credos. Admito que admiro a religião como forma de tirar jovens de ruas. Porém, até onde vai o privilégio?
FRANCAMENTE
Não te amo por apenas querer amar
Como se fosses um olhar do desejo
Amo-te como se ama com o ensejo
De amar-te, assim, em qualquer lugar
Amo-te e neste amor eu te almejo
Dentro do meu peito a lhe poetar
O sentimento que vive a sussurrar
Na alma, e no doce ardente beijo
Me vejo, te vejo neste amor denso
Sem saber quando, como nem onde
Pois, o quero em mim por extenso
Francamente, aqui venho a lhe falar
Deste amor que não mais se esconde
E, que na prosa não quer mais se calar
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
29/ 02/ 2020, 13’04” - Cerrado goiano
A arte e subjetiva eu escrevo e entendo como quero, um risco vira um desenho, e uma palavra vira poema.
Basta ter conhecimentos necessários para saber interpretar.
Todos querem a sinceridade como norte na vida, contanto que não seja pra falar de suas verdades. Porque aí já não se trata mais de honestidade, configura-se em ofensa!
Não sei muito como começar esse poema
Só precisa escrever para relaxar
Procurando inspiração achei problema
Porque os problemas chamam tanta atenção
Ainda não sei, mas um dia descubro
Mas esse problema que falei é por causa da minha solidão
Tenho amigos, mas parece que não tenho
As vezes acho que sou apenas um peso
Tenho amigos, mas esqueço
Sei que ninguém se importa
Se nem eu me importo mais
Porque alguém se importaria
Quase sempre estou sorrindo
Pensam que sou muito feliz
Nem sabem que estou morrendo
Nunca houve um século com grandes chances de morte prematura como o XXI; as perspectivas mudaram, a juventude não é mais sinônimo de proveito, a velhice é; a velhice não é mais lamento, é glória de ter chegado, pois são poucos que chegam.
Eu estava ali, imóvel como uma peça em um museu.
E você chegou como um furacão, com voltas a minha volta, fazendo de mim um alvo, esperando a hora exata de puxar o gatilho.
Eu sempre tive medo da bala, não tocava, mas sempre notava às curvas dos tiros que dava ao meu redor.
Os teus olhos me colocavam em uma galáxia diferente a cada vez que eu olhava para eles.
Teu jeito sem jeito, me tinha pra ti de qualquer de jeito.
De todas às armas que usaram contra nós, a tua lança de adultério, foi a que mais me machucou.
A nossa foto amassada ainda tem a mesma face de felicidade ao me ter do teu lado.
Você não foi uma história, você não foi uma frase, você foi uma poesia de linhas tortas.
Não te culpo por não ter sido fiél, apenas te culpo por não ter me avisado que fui um momento, culpo por não ter falado que fui insuficiente para tua forma de amar, culpo por não ter me deixado escapar das memórias que ainda guardo de nós dois.
"Não tenho palavras para te agradecer pelo nosso pequeno infinito" faz sentido a frase, só não faz sentido eu ainda sentir a dor.
O teu medo nunca era o fim, o teu medo era não ter uma casa dentro de um abraço.
Da tua rosa eu ganhei espinhos, e dos meus olhos caíram pétalas, do que é feito o teu jardim esverdeado? Como seria se você não tivesse atirado?
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