Letras
MUNDO - tricote
São frágeis as pessoas, pobres seres.
Navegam nessa vida, como pobres,
Alheios, tantos, nos aconteceres...
Navegam nessa vida, como pobres,
Bem pouco enxergam da graça da vida;
Também, não sabem das ações nobres...
Bem pouco enxergam da graça da vida;
Zumbis parece terem se tornado.
E cada um alimenta a dor parida...
TRICOTE é estrutura poética criada por Luna Di Primo.
A Geografia Pernambucana
Já fora terrenos de nenhuma edificação plausível.
Lavradores, senhores e escravos tinha de muito.
Marcado pelas revoluções, enchem-nos de emoção.
Nossa incrível cidade transparece satisfação.
Não existe lugar como este.
Pode-se até imaginar as belezas naturais,
Mas nada é mais belo,
Quanto o pôr-de-sol de Boa Viagem...
Era uma vez.
Um momento talvez.
Para os fracos de espírito.
Que pensam, mas não pensam.
Que vê, mas não vê.
Que ganham, mas não ganham.
Que olha e molha, o percebes que o segue.
E se vê entre os sábios, a piedade é a arma entre os fortes de pensamento e o silencio tormenta o inimigo e o esquerdo se retira e se surta nos fatos, e no silencio escuro da dor, uma a paixão tormenta a sua cabeça.
E se surge uma frase: os fracos se envolvem com paixões e os sábios buscam o amor.
Com os cálculos e abrangência e se diz uma voz que não se ouve, o poeta ainda esta vivo.
Por Lapyerre ——————————–promover já a cultura —————————
Caso Raro: A Felicidade Batendo na Porta 3 Vezes
Sim, a felicidade bateu na minha porta três vezes, eu não esperava, minha irmã (Lucielle) veio com uma encomenda entregue pelo Correio. Nessa encomenda eu li o nome do mestre da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin, logo veio a felicidade, porque eu sabia que ganhei mais um livro, a curiosidade foi imensa em abrir a encomenda e saber qual livro se encontrava por dentro.
Respirei fundo, e feito uma criança fui abrindo e pensou que não mais uma felicidade, ganhei um grande presente, quase caí no chão, só faltou as lágrimas caírem da minha face de felicidade, eu vi primeiro uma imagem, de uma das maiores atrizes brasileira, a Fernanda Montenegro. Gritei, de felicidade duas vezes, ao receber a encomenda e ao abrir a encomenda, ganhei o livro "Prólogo, ato, epílogo" (memorias), autografado pela Fernanda Montenegro (eita, a felicidade não bateu na minha porta três vezes, bateu 4 vezes, mas foi o que veio em minha mente, agora pela noite, nesse dia 13 de novembro de 2019).
A felicidade bateu na minha porta outra vez, porque também contagiou a minha mãe (Lúcia) e ela falou, que gosta de me vê assim, feliz feito uma criança, falando coisas boas, falando em gratidão.
A felicidade bateu na minha porta 3 vezes e um pouco mais.
Escrever nunca agarrou tanto minhas mãos,
Como raiz em terra boa,
Escrever ânsias que já foram tão escorregadias,
A mente continua dando letras, palavras, frases,
Como frutas no pé,
… se minha história ajudar uma única pessoa, já será muito bom.
Tenho a minha história ,
nas letras procuro o sentido,
com emoção escrevo a minha inspiração,
pra mim e pra você.
… eu escrevo.
aos filhos da arte
são muitos os fluidos que nos fornecem a inspiração..
perceber e captar esses fluidos é trabalho da
percepção
onde a sensibilidade é a mola mestra
traduzindo nossas impressões em expressões
somos filhos da arte, enlaçados na onda do bem-querer
da arte sábia de quem acredita na vida
e na luz que nos envolve e nos move a crescer
nossa existência é sinônimo de persistência
e crescimento interior
não dá prá fugirmos daquilo que somos
não dá prá negar ou ignorar a "voz do coração"
Quando estou sentado sinto que estou de pé,
Só pensando por voce mulher,
Esse sentimento nunca senti por alguem tanto quanto sinto voce...
Fiz tempo sem tiver para não lembrar de ti,
Mais nunca deixo de lembrar que te esqueci,
Se pudesse eu desenhava os sentimetos,
Para mostrar o queima no meu peito,
Não sei mais dizer o que sinto por voce,
Se é amor se é amizade se é paixão,
Não sei como expli ar e te dar razão,
Disso envadir meu coração...
Não aguento sem tiver,
Mulher o que eu sinto por voce,
É mais do que o amor eu não sei.
Começo deixando minhas
Heranças póstumas
Para aquela, que foi!
minha companheira e companhia
De todos os dias, momentos
Segredos, dores e amores compartilhados.
Para seus, olhos tristes.
Deixo minhas risadas
Aos teus, carinhos
Deixo o frio frescor da minha saudades
A sua pele deixarei meu, espírito
Minhas camisas deixo para suas,
noites de frio.
A suas lágrimas deixo para
Que o tempo as cure
Pois, ao meu, amor deixei o luto.
Meu, lado boêmio
Habita no porto seguro
De seu, frescor
Na sajerta tua,
Pele mentolada
Carburar em cinzas
Bem ou mal?
De você, quero todas as versões.
Viajo em seus olhos
Como um trem fantasma
Em busca de terminar
Como o único condutor
De seus, lábios.
Caso for, sua última chance!
O último minuto do acréscimo
A vertigem do fim Te, faria
Sorrir ou implorar para tentar
De novo?
Se liga em mim
Eu descobri como é ser feliz...
De verdade...
Heeeeeeeeeee
De verdade...
Heeeeeeeeeee
Quando eu te conheci...
Eu descobri o que é ser feliz...
De verdade...
Heeeeeeeeeee
De verdade...
Heeeeeeeeeee
Quando me toquei...
Já estava assim...
Gostando de você...
Sem você gostar de mim...
Que viagem muito louca, eu fiz dentro de mim...
Na minha mente, agente namora...
Mas na vida...
Não é bem assim...
Uhuuuuuuuuuu
Uhuuuuuuuuuu
Yeahhhhhhhhh
Yeahhhhhhhhh
Se liga em mim!!!
Se liga em mim!!!
Já me cansei, de seguir assim...
Gostar de você...
Sem, você gostar de mim...
De verdade, então...
Se liga em mim...
Se liga em mim...
Olha aqui...
Quando eu te vejo...
Sabe o meu desejo?
É de te dar um beijo...
Ohoooooooooo
Ohoooooooooo
Ohoooooooooo
Uhuuuuuuuuuuu
Te amo...
Sonho de momento
Quero te dar o infinito.
Se prometer pra mim, que vemos juntos ficar.
Não aguento mais, quero ficar com você...
Que amor bonito.
Vamos comemorar...
Nem que as estrelas não brilhem...
E o sol estremecer...
(Refrão)
Foi um sonho, sonho...
Sonho...
Sonho de momento...
Nem que as estrelas não brilhem. E o sol chamar a lua pra namorar...
Não aguento mais, quero ficar com você.
Que amor bonito!
Vamos comemorar...
Nem que as estrelas não brilhem...
E o céu estremecer...
Foi um sonho de momento...
INCÚRIA
Um dia a conta chega
E a ficha cai
O chão desaparece...
O equilíbriose esvai
Há sempre um preço a se pagar
Há sempre um erro a se acertar
Tanta incúria
Recebe a fúria
No vindouro, amargura
Agouro de agora é alguria
A mágoa no peito perfura
Contorce a procura da cura
Cara é cada dose... cada dor
Cada angustia também
E cada passo rumo ao seu futuro.
É uma vida que se refaz e desfaz seu monturo
Duro é o caminho em que se volta
Ao pisar nas pedras de sua ruína
Quando a liça é puramente genuína
A colheita no interior é a paz
O poeta, esse “figura” da linguagem
Poeta já nasce metáfora: nem é homem, é bruma
Detesta comparação: sua carne é tal como purpurina
Casa antíteses, juiz de paz de terra e céu
Dispara metonímias lendo Drummond e Gullar
Mata catacreses ao dar nome ao que não o tem:
Braço de sofá vira espuvelo, assim, na caraça
Celebra paradoxos, esses desconstrutores criativos:
Como encher de vazio um balão vazio?
Faz tudo dialogar em prosopopeias, a caneta chora, o chapéu gargalha
É bicho todo trabalhado na sinestesia: degusta a paisagem, ouve seus aromas
Radical, rima o rumo dos versos em aliteração
É um babaquara da assonância, um papa-vatapá
Desafios opera o poeta em hipérbatos
Faz rir nas onomatopeias, feito garnizé cocoricó
Desce pra baixo do mar molhado em seu submarino, o pleonasmo
É polissíndeto: É alegre e loquaz e terno e carmim
Mas tem lá seus momentos assíndetos: solitário, introvertido, fujão
Viaja em anáforas: se eu voasse, se eu pudesse, se eu sonhasse, se...
“Quero morrer de tanto versejar”, vocifera, hiperbólico
“Ou bater as botas de mui cantar”, solfeja em eufemismo e preciosismo
Dias há em que escreve com a delicadeza de uma mula (opa, contém ironia!)
Outros em que lança os versos pela janela com um lacônico “Que tédio!” em apóstrofe
Nesse jogo de encanta e cansa, o bardo executa sua dança
E nos diverte com sua graça, humano que é, esse figuraça...
Criei este poema para ajudar estudantes – do aluno do Fundamental ao concurseiro – a aprender se divertindo e, claro, para ajudar também a professores. Se você curtiu, compartilhe o poema para que ele possa divertir a mais necessitados!
Pode namorar e postar
Pra tentar tirar a minha paz
Mudar telefone de cidade, vai
Mas esqueça-me se for capaz
Esquece aí, cê não é o bichão?
Nunca esquecerão
Nunca!
É só jogar uma pedrinha na minha janela
Se eu não tiver em casa
Eu 'tô tocando com a galera
'Cê sabe como entrar
A chave 'tá no mesmo lugar
Toma um banho
Me espera e é só...
Acho graça quando você me pergunta e pede pra eu dizer
Se eu passaria a minha vida toda com você
Amor qualquer um vê
Ontem, hoje, amanhã
Minha resposta vai ser:
Eu quero pra sempre
Meu café seu chá
Seu bom dia quando eu acordar
Sua risada, se eu desafinar
Eu Quero pra sempre
Eu me apaixonei por você
Quando você segura minha mão
Parece um lar para mim
Ah, é por isso
Eu me sinto tão seguro com você.
