Ler ou Reler Eis a Quest
Linda flor
Eis que haverá a transmutação do ser. Que após ver a luz do mundo, embriagar-se com oxigênio tóxico da atmosfera antrópica, contamina- se e desenvolve num ritmo alucinante, frenético e ao mesmo tempo incomensurável. A flor já não é mais um rebento; Desabrochou...
Senhor, eis-me aqui presente, clamando por Ti.
Senhor, eu Te agradeço.
Que seja feita a Tua vontade.
Escuta o Teu filho.
Que o Espírito Santo nos preencha com o Seu amor.
Livra-nos do laço do passarinheiro, da peste perniciosa, dos homens cruéis, da língua enganosa e daqueles que nos perseguem.
Santo Deus, abençoa a nossa jornada e prepara-nos. Fortalece a nossa fé.
Escuta, ó Senhor, a nossa oração.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.
Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu.
O aroma do Cipreste-patagônico
continua intacto na memória,
eis-me como teu observatório
principal, terreno e astronômico -
presente em todos os cenários
preservada no íntimo caleidoscópio.
Não estou ao alcance das mãos,
mas o suficientemente enraizada
nos teus sentidos e vãos afetivos -
não há mais como ser arrancada,
pelo fato de reinar nos teus territórios.
Os teus impulsos e silêncios
todos de banquete têm servido,
por me colocarem no mesmo
passo na dança do mesmo destino.
A ARTE DE VIVER
Viver é uma arte ou é arte viver a vida? Eis aí perguntas que confundem nossa mente e nos deixam em reflexão.
As duas são verdadeiramente e simplesmente verídicas. Viver é simplesmente uma arte, seja ela moderna ou contemporânea não importa, o que importa é que temos que ter em mãos o pincel, a tela e as tintas.
Escolher bem as cores, o que pintar e habilidade com o pincel, são os atributos principais para uma tela perfeita. Esta tela requer luz, harmonia, vida e principalmente aos olhos de quem a aprecia pureza e paz.
Assim é a nossa vida, regada com uma pitada de cada um dos ingredientes usados para a pintura da tela da vida; que consiste em saber qual caminho trilhar e o que fazer quando o caminho escolhido está diante de nós.
Quando começamos a pintar, todo nosso pensamento deverá estar focado exclusivamente para à tela a nossa frente. Os traços deverão ser harmoniosos, os objetivos traçados deverão seguir o alvo desejado e com a ajuda do cosmo dar o que há de melhor da nossa alma ao que planejamos.
A tela da vida depois de pintada com a sabedoria de um grande mestre requer que tenhamos todo um cuidado especial para não deteriorar com o tempo por falta de cuidados e carinho.
Estes ingredientes que deverão ser utilizados para que a tela seja conservada sempre com a mesma cor e harmonia deverá estar em perfeito equilíbrio com muita vida, só assim sobreviverá os futuros conflitos do tempo.
Que a tela da vida esteja eternamente viva e em harmonia.
CARTA I: A Condenação
Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:
— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!
Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.
Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.
Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.
Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:
— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!
Uns até debochavam, dizendo:
— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?
E soltavam gargalhadas em tom agudo:
Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!
Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:
— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?
Então respondi-lhes:
— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.
Eles insistiram:
— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?
E eu respondi:
— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.
Novamente perguntaram:
— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?
Então respondi-lhes:
— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.
Furiosos com a minha resposta, disseram:
— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.
A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.
E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:
— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?
Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.
Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.
"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."
In Cartas de Um Condenado. ✍️
O QUE NÃO MORRE
Eis o que não morre
Pois tem suas garras cravadas na garganta do tempo
Ela está entre a humanidade desde o início dos tempos...
Fera que ronda a terra
Louca besta devoradora
O mundo teme suas garras afiadas
Rasgando ventres vazios,
Infernal sempre é sua presença
Arrastando quem há tanto tempo não come,
No prato vazio revela seu nome
O maldito nome é: Fome... Maldita fome
Fome.
... fazer o que é correto
ou esbaldar-se pelo fácil - eis o
verdadeiro paradoxo subvertendo
nossa percepção comoseres íntegros,
capazes - porquanto, somente
o primeiro,o correto, exige
sacrifícios!
— Eis o nutriente
para uma alma saudável
Pão e palavra!
Oração e trabalho.
Eis o teu caminho de eternidade.
Desvende-me em teu olhar,
Eis-me aqui para te contar:
Nos teus olhos celestes
Resolvi uma estrela buscar.
Surpresa doce e íntima,
Com o tom de revolução,
Por ti vivo a sorrir...,
Viraste a minha doce canção.
Entregue-se ao meu tocar,
Eis-me aqui para te amar:
Os nossos corações solares
Um dia hão de se reencontrar!...
Talvez no alto da montanha,
Ou na beira do mar;
Talvez, talvez, talvez...,
Quando a gente não planejar.
Agarre-se a nossa glória,
De escrever entre os beijos
A nossa história...,
Indizivelmente nossa.
Em salto e altura,
Não haverá queda livre,
Porque sinto-me tua;
Contigo estou segura.
Não vim parar à toa,
Surpreendendo-te
No céu de (Bruges),
Em queda livre,
Libertando-te,
Pairando leve,
Envolvendo-te
Para que o teu coração
Nos faça (entregues).
Amar o amor faz parte
Da honra, da vida,
Da poesia e da arte;
Da nossa ida
Pensando na volta;
O amor abriu a porta...
Reencarnação espiritualista ou sintonia mental de uma freqüência ancestral, eis a questão entre os princípios religiosos e a física quântica cientifica, querendo conceituar a mesma coisa.
" Eis que vem a tristeza deitando-se em minha mesa, que este coração se apresente e se cale...
Mais me vela o doce do veneno que o amargor de uma mente que em mim nada vale! "
Marcelo Caetano Monteiro.
Eis aqui o último bar,
o último gole da última dose,
a última saideira.
Eis aqui o último bar
onde todos nós iremos terminar.
Cedo ou tarde
em meio a uma floresta silenciosa,
embriagados com flores e terra úmida.
Embalsamados com cera de velas
e águas salobras,
que insistem em correr como os rios,
e transbordarem pelas margens das triste esferas.
Pelas janelas da alma.
(Poema: Drink com os vermes)
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