Lendas
Há quinze dias, vocês ganhavam gorjeta estacionando carros, e querem que eu acredite que salvaram o mundo de monstros devoradores de alma?
- Eu adoro que vocês sabem exatamente o que querem fazer e passam a vida toda ficando muito bons nisso. Eu queria ser mais assim. Tipo, toda vez que fico quase boa em alguma coisa, eu desisto e começo outra. Eu acho que sei onde está meu limite. Eu não vou gastar o meu tempo caçando uma coisa que; na boa vai me deixar desapontada, que preguiça.
- Se não mirar em algo, nunca acertará algo.
Cuspir pro alto? Eu cuspo sempre! A lenda de quem cospe pro alto cai na sua cara comigo não cola. Cuspo bem alto, lá em Júpiter! Assim não corro esse risco, cair na minha cara só na próxima reencarnação.
MÓ, O NOSSO GATO.
Foi quase uma lenda. Oito quilos e tanto do mais puro charme e dengo que jamais habitaram outro gato querido.
Com certeza ter esperado para escrever sobre ele fez com que minhas maiores emoções perdessem muita força. Foi necessário. Seria impossível lembrar a Mó e não chorar, por dentro e por fora a sua falta e sua lembrança.
Ninguém pode duvidar que o Mó foi mais que um gato. Foi um ícone, um símbolo de amor, carinho, afeto, vida em comum de pessoas e animais que só vivem coisas boas, todo o tempo.
Todos que o conheceram renderam-se aos seus encantos, charme e carisma.
Provavelmente não foi muito diferente de outros gatos queridos de outros donos saudosos. Eu mesmo li muitos lamentos escritos por gente que sabe escrever e escreveu da saudade do seu gato.
Mais importante do que as diferenças que poderiam existir entre o meu gato e dos outros, é saber que existe um laço fortíssimo entre um gato e o dono que transcende o amor pelos animais. Talvez seja isso.
Na verdade sinto agora que estou escrevendo exatamente como gostaria de lembrar hoje e sempre do Mó. Com uma saudade gostosa de quem aprendeu muito com ele, gostando dele, tendo tido dele o melhor que se pode ter de um gato e agora ao escrever do Mó, para o Mó, saber que nem todas as palavras do mundo vão expressar o meu amor pelo Mó.
A lenda da estrela cadente
Uma estrela no céu sentia-se solitária e pôs-se a voar, olhou para o mar e viu outra estrela nas ondas a nadar, ela estava muito só. Era a estrela do mar. As duas estrelas se olharam, se encantaram e Juntas nadaram. As duas estrelas apaixonadas ao darem o primeiro beijo transformaram-se em estrela cadente e puseram-se a voar. O amor era tão grande que viraram uma só. Um rastro luminoso como um risco no céu apareceu abrilhantando a doce união daquelas estrelas. É por isso que de vez em quando uma estrela cadente risca os céus. Isso acontece sempre quando uma delas desce a Terra em busca de seu grande amor, a estrela do mar, que depois é levada para viver para sempre no céu. Muitos casais ficam olhando atentamente para o céu tentando ver alguma estrela cadente para que seu amor brilhe eternamente!!!. Se por um acaso a vires, faça um pedido como faz tanta gente que ele se realizará.
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Reza a lenda que só conseguimos aproveitar realmente a vida quando deixamos de nos importar com o que pensam e falam da gente. Carregar o peso da opinião alheia é um peso desnecessário...
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