Lembre se que um dia eu te Amei
O bom é saber que te amei sem mentiras;
Te entreguei minha alma, minha pele...
Te acomodei em meus braços, meus afagos;
Deixei a chuva cair sem ao menos olhar ou sentir-lhe o cheiro;
Pois meus cinco sentidos esperavam os teus.
O bom é saber que fui feliz, mesmo em meus sonhos;
Que te desejei com todo encanto;
Que não deixei nada passar, nem um olhar ou toque;
Te segurei pelas mãos quando mais precisou;
Que eu soube te ouvir, e como ouvi!
Ouvi de você que não me amava;
Que era um romance passageiro;
Que não te teria por inteiro;
Que seu coração era livre e não pertencia a ninguém;
Que ficava com várias pessoas, até isso ouvi também.
Mas o coração é burro e mal educado;
Não respeita ninguém e sempre faz besteira, vai para o lugar errado;
Ama quem não o ama, mesmo assim é apaixonado.
O bom é saber que mesmo com todo amor que eu te dei;
Me negaste o mais fácil de dar-me que era atenção;
Não pedi abraço, não pedi afagos, muito menos teu coração;
Me contentava em te ter por perto, só pra sentir teu coração bater, mesmo que por mim não fostes;
Me contentava com suas risadas, gaitadas incertas, ouvir de teus outros amores;
Mas o bom é saber que está bem, que sofro sozinha, mas que você tem outro alguém;
Porque amar é isso;
É desejar a felicidade, mesmo com a realidade;
Realidade que não me amas e que me retem;
Mas se é pra estar com outra pessoa, o melhor é que estejas bem.
Nunca amei ninguem assim, nunca olhei para uma mulher e pensei: se a civilizaçao falhar, se o mundo acabar, perceberei o que Deus quis dizer se estiver com ela.
Te amei...
Te amei desde o primeiro momento
Ah! Te amei...
Amei como nunca amei ninguem
Amei com todo amor que o coração humano pode amar.
Me mostra como te contar
Que eu amo esse medo de te falar
Falar de amor, de sentimento
Sem um pingo de lamento.
E até você acreditar...
Será que vai gostar? Se lamentar?
Mas nada vai tirar, esse sentimento lindo...
Tão lindo que só Deus pode acabar...
“Não me olhe assim sou igual há você.”
Amei antes da aragem arbitraria arrebatado pela ilusão do desconhecido mundo desigual, alcoolizados perdidos mãe e pai, acostumei-me a rotineira sobrevida tornei-me um societário da miséria e fome.Do outro lado da ponte nos faróis onde mendigava muitas das vezes o resto dos restos para alimentar o insaciável vicio de meus pais, as marcas do descontrole intempestivo carreguei comigo durante um longo tempo, aos 15 anos me mudei para um lugar impiedoso, não fui por vontade própria, fui pela vontade de viver, ter, poder, querer, expender, mas aprendi...Aprendi que nem sempre os fortes sobrevivem, que não há regras onde regras são impostas, e que literalmente a esperança não é a ultima que morre, morremos antes de inúmeras formas, bem, sobrevivi...apos 2 anos já aos meus 17 um adolescente com cabeça de homem, trazia comigo o trauma de uma infância conturbada, já sem meus pais, pois se perderam, melhor se acharam, voltaram as cinzas. Descobri também que querer não basta pois rótulo é como uma cicatriz tem que aprender há esconde La se assim te incomodar, varias vezes meu pai chegava embriagado do bar e agredia minha mãe e eu, foi assim que quando adulto passei a encarar meus medos, os agredindo sem pensar, minha historia de vida, talvez seja como de tantos outros filhos do descaso no contexto geral, filho de pais alcoólatras, morador de favela, freqüentador de FEBEM, casa de recuperação e enfim ex – presidiário, trágico não? Não, não, e sim conseqüência da falta de crença, compaixão...que não temos uns com outros assim sempre observando o cisco no olho de nosso semelhante mas não sentindo o pedaço de tijolo em nossos próprios olhos, de nada adianta leis, decretos, projetos mirabolantes se não houver verdade...a violência esta em nós quando nos rendemos há intolerância de nosso eu.
Sempre adorei o canto dos pássaros, mas cresci com o barulho das armas, mesmo assim fui em busca de onde eles faziam seus ninhos!
Ontem, hoje e a algum tempo atrás
Ontem te amei
Hoje não te conheço
Ontem era meu tudo
Hoje não sei de nada
Ontem quase te possui
Hoje não me lembro mais
Ontem te vi
Hoje não te reconheço
Ontem provei teus lábios
Hoje não tem mais gosto
Ontem por pouco não te liguei
Hoje não sei seu número
Ontem você me amava
Hoje não me ama mais
Ontem te vi com outro
Hoje não sinto nada
Ontem te vi novamente
Hoje sei que tudo passa
Ontem já faz tempo
Hoje faz dois anos
TRISTE ILUSÃO
Sonhando com o céu e o infinito
Amando como jamais amei,
Almejando o auge do almejar
Os mais lindos sonhos sonhei.
Cego, e pelo amor embevecido
Mergulhei nas profundezas do amor,
Tornei-me um inocente desprezível
Sentindo o pronuncio da dor.
Vivendo o auge da felicidade
Tornei-me um simples brinquedo,
Nas mãos de um certo alguém
Vivendo a incerteza e o medo.
Desapercebido do inesperado
De corpo e alma me entreguei,
Mediante tantas promessas
Deste alguém que tanto amei.
Hoje sinto o desencanto
E chora triste meu coração,
Ao ver que todos meus sonhos
Não passaram de triste ilusão.
Jamais poderei provar que amei alguém enquanto esse alguém não tiver a altivez de comprovar esse mesmo amor.
Indescritível
Me perguntaram porque te amei
Ciente de não ter resposta
De minha ignorância não dei mostra
E qualquer coisa falei
Falei de teu olhar
Mas nada do que se explique
Que de pronto se identifique
Dão a razão de se apaixonar
De tua doçura lhe disse
Mas não notei em quem ouvia
Que a ternura lhe floria
Ou que o amor o peito lhe abrisse
A verdade, sabia-o antes
Não há quem domine palavras
Nem quem ao cargo de muita lavra
Descreva o que vai no coração amante
Amo-te, em um não sei como
De dia a sonhar com teu beijo
Enternecido ao sentir teu cheiro
E à noite, imagino velar teu sono
Teu rosto imagino, suavemente pousado
Em brancos lençóis, teus negros cabelos
Amar é abismo, às vezes dá medo
É estar entregue, e nem sempre ser amado
Amei por tantas vezes,
Me entreguei muito mais,
E aprendi que em todos os momentos valeram a pena.
Só quem ama sabe valorizar um amor de fato verdadeiro.
E assim vou amando e sofrendo, até que alguém me ame na mesma intensidade.
Eu acredito no amor!
INDOMÁVEL MORTE
Morri sem saber que tinha morrido
Vivi sem saber que tinha vivido
Amei sem saber que tinha amado
Sepultei-me sem saber que me tinha sepultado
Dormi sem saber que tinha dormido
Sonhei sem saber que tinha sonhado
Senti dor sem saber que tinha sentido
Fui uma árvore sem saber que tinha sido
Menti sem saber que tinha mentido
Matei sem saber que tinha matado
Sofri sem saber que tinha sofrido
Ignorei sem saber que tinha ignorado
Perdoei sem saber que tinha perdoado
Esqueci sem saber que tinha esquecido
Respirei sem saber que tinha respirado
Morri na solidão ao sabor do vento
Vivi na escuridão como um fantasma
Amei com paixão no meu pensamento
Sepultei-me na vereda do desgosto
Dormi entre as trevas do inferno
Sonhei na esperança da liberdade
Sinto as labaredas da saudade
Fui as folhas secas caídas da árvore
Menti com vergonha do um momento
Matei o esquecimento com fragas do olvido
Sofri sem tédio ou até dor do desgosto
Ignorei os meus próprios sentimentos
Perdoei tudo o que tinha de ser perdoado
Esqueci que as palavras rasgam a dor
Respirei para sentir os ventos agrestes
Morri com o espelho das amarras na face.
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