Lembre se que um dia eu te Amei

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Sonhei, planejei, amei... E, o que restou foram somente memórias.

realidade, aceitar que
te perdi. Porém...
Nunca amei alguém
como amo você
Sei que os anos vão se
passar, mas também sei
que toda noite é por você
que vou deitar a cabeça
no travesseiro e chorar
Sei que a cada música que
tocar, que a cada filme
romantico que passar
é em você que vou pensar
Sei que pra sempre vou lhe amar
Que nunca vou te esquecer
Porém hoje...
Hoje decidi viver sem você

Te olhei e pensei,
Te olhei e vive,
Te olhei e te olhei,
Te olhei e te amei e como te amei.

Dei bobeira




Te amei com os olhos,
Mas te deixei exprimir do coração,
Te quis sem medo do caos
Mas a paciência não é um hábito mental dessa geração,


Fui criança ao brincar com os limites daquilo que era encanto,


As emoções não sobrevivem muito tempo sem estruturas, pois se perdem no soprar das imaginações,


Ver sem enxergar o que realmente importa e viver de impulsos sem interpretar o que toca, trazem consequências nos caminhos abertos mas sem significados para a felicidade.

Onde o Hoje Encontra o Amanhã
Já amei com a intensidade de quem acreditava que o amor seria eterno.
Já aplaudi pessoas que, mais tarde, seguiram outros caminhos.
Também fui julgado, mal compreendido e até ferido por palavras que nunca deveriam ter sido ditas.
E, sem perceber, talvez eu também tenha machucado alguém.
A vida tem dessas curvas que nem o melhor dos peregrinos consegue prever.
Hoje caminho mais devagar.
Protejo os amigos que Deus colocou ao meu lado.
Aprendo a gostar mais de mim, não por orgulho, mas porque compreendi que só quem faz as pazes consigo, consegue oferecer paz aos outros.
Mas existe uma pergunta que ainda não sei responder.
Qual é, afinal, a distância entre o hoje e o amanhã?
Por mais que eu caminhe, não consigo explicá-la.
Talvez porque o amanhã seja apenas um sonho que Deus nos empresta para que nunca percamos a esperança.
Acredito que amanhã serei uma pessoa melhor.
Que alguns abraços voltarão ao lugar de onde nunca deveriam ter saído.
Que antigos amigos encontrarão novamente o caminho da minha porta.
Que o coração ficará mais leve e o sorriso nascerá com mais facilidade.
E, se Deus permitir, amanhã eu descobrirei que a felicidade não mora na chegada.
Ela caminha ao nosso lado, em silêncio, enquanto aprendemos a transformar cada hoje na mais bonita lembrança do amanhã.
Peregrino Nino Carneiro

Te amei na espera, no talvez e no nunca mais,
abraçando promessas que só existiam em mim.⁠

Infância
foi o tempo em que te amei sem saber o nome do amor.


Memórias
hoje me visitam à noite, como fotos que o coração insiste em guardar.


Última
carta escrevo com a mão trêmula de quem ainda sente.


Infelizmente,
o adeus chegou antes do esquecimento.

Estações


Te amei no verão dos teus risos soltos, quando o sol morava nos teus olhos e cada toque era incêndio manso que não pedia pressa, só presença.


No outono, te amei em silêncio,
entre folhas caindo dentro de mim.
Aprendi que o amor também amadurece, fica mais denso, mais verdade, mesmo quando o
vento leva o que sobra.


No inverno, confesso, doeu.
Teu nome virou neblina,
teu abraço, lembrança fria.
Mas foi ali que entendi
que amor não morre
— resiste.


E quando a primavera voltou,
voltaste diferente, ou talvez eu.
Flores nasceram onde antes era ausência, e percebi:


amar você é aceitar as estações,
porque até a saudade
faz parte do ciclo do coração.

Nunca te iludi, sempre te amei


Nunca te iludi
— meu silêncio nunca foi vazio.
Carregava teu nome com cuidado,
como quem guarda água em mãos abertas, sabendo que amar também é não prometer o que não se pode cumprir.


Sempre te amei nos detalhes pequenos:
no jeito que o dia ficava mais leve quando você chegava,
na paciência que aprendi sem perceber, no respeito de te querer livre, mesmo quando te queria perto.


Não te confundi
com passagem nem distração.
Te escolhi sem alarde,
com o coração firme e os pés no chão, porque amor de verdade não precisa enganar pra ficar.


Se um dia duvidar,
olha pra trás com calma:
meu afeto nunca mudou de forma,
nunca vestiu máscaras —
nunca te iludi, sempre te amei.

Não perdi porque amei pouco,
perdi porque amar não garante lugar.
O coração não premia quem insiste,
ele só decide quem vai ficar.

Te amei com a calma de quem entrega a alma sem medo,
mas teu silêncio foi virando
inverno dentro do peito.
Cada promessa tua ficou
perdida no tempo,
e o que era carinho virou
lembrança machucando por dentro.


Ainda lembro do brilho
dos teus olhos nos meus,
do jeito que tua voz fazia
o mundo parar.
Mas hoje existe um gosto
amargo entre os “nós” e os “adeus”,
como se o amor tivesse cansado
de tentar ficar.


Carrego ressentimento
nas partes que ainda te amam,
porque esquecer você nunca
foi tão simples assim.
Te culpo pelas noites em que
minhas lágrimas me chamam,
mas no fundo também me culpo
por querer você perto de mim.


E mesmo ferido, meu coração
ainda pronuncia teu nome baixinho,
como quem procura abrigo na própria tempestade.
Porque o ressentimento é só um amor perdido no caminho,
tentando sobreviver no meio da saudade.

⁠você não sabe
mas te amei em pânico
te amei em ansiedade
te amei nos dias tristes
mesmo desacreditado
te amei
e ainda te amo.

E de todos amores que tive..
e de todos os amores que amei..
posso garantir que nenhum deles..
foi por mim.. o que fui por eles..

O amor no silêncio é nacauteado pela rejeição e realidade... Quantas vezes já amei em silêncio, reparando nas pequenas atitudes e nos pequenos gestos⁠, Na maneira de sorrir... Ao longe eu admiro com o amor preso no peito...
Mas o medo fala mais alto...
Então amar em silêncio é mais doloroso...
Você observa com o carinho, enquanto quem você tanto quer não te enxerga da mesma forma...
Então seguimos em frente aceitando que existem pessoas que amam muito e que acabam sozinhas.

Hoje senti uma forte lembrança sua...
Amada que tanto amei...


No acaso do trabalho, uma linda moça me apareceu ao corredor do mercado...
Havia nela às curvas dos teus olhos, Havia também o mesmo sorriso seu bondoso pairando sobre o livre arbítrio daquele lugar...


Eu lembrei de tudo...
Lembrei de quando me enchi de alegria ao chegar do trabalho e ao te ver longe, me atirei correndo ao teu encontro...
Era tanto amor sem reconhecimento...


Lembro de quando só queria ficar ao seu lado, mas tal presença minha era em vão aos teus olhos...


Certo dia segurei firme sua mão e você não entendia, mas sentia profundamente o seu valor, E não te toquei nem forcei beijar, mesmo sozinho sobre aquele lugar, mesmo eu e você... Somente tive ousadia em lhe pedir um abraço...


Você para mim era tão valiosa que desejei manter tal integridade intocável...


Eu do outro lado segurando um mundo com às mãos e enxergando alguém que jamais irei encontrar novamente...


Erros meus me acompanham para onde vou...
Deves me odiar, me esquecer...


Não te desejei por ser egoísta, não te desejei por idealizar, eu fiz de tudo, porque sabia que seria impossível encontrar outra igual você em meio uma geração jogada ao desatino como está...


Lembro-me de sua voz doce, dás vezes que me preocupei e tu não ouviu, era dolorido...
Dói escrever e lembrar disso, mas foi bonito meu amor e ainda é...


Eu sempre estive lá e estou aqui, Mas eu segui...
Às vezes encontro pedras ao meu caminho, sinto medo de amar; me entreguei a dúvida depois que perdi esperança em ser feliz...


Já ando vazio, mas quando me lembro de quando era cheio, isso dói... dói tanto...


Eu fico longe, mas desejo que viva, sorria, tenha família e filhos...


Eu não tive tudo que você teve... Eu só tentei e depois desisti de tentar...


Eu te amei da maneira mais louca possível...
Mas também me matei da maneira mais dolorosa...
Eu perdi o senso de amar...


Mas se voltasse aqueles dias, ainda apertaria sua mão, e ouvira sua voz, mesmo sabendo do final...


Amar foi bonito; foi bonito ver em alguém às qualidades que sempre desejei em uma mulher...


Rosas são bonitas... Mesmo com dor, os espinhos fazem parte da flor.


S[...]

Tudo o que amei, amei sozinho. A solidão é o estado original da alma quando ela não negocia consigo mesma. É nesse espaço sem plateia que o amor existe inteiro, sem função, sem utilidade, sem promessa. Só somos nós quando estamos sós. O resto é adaptação ao olhar alheio, ruído social, sobrevivência simbólica.
Sou um completo desconhecido para os outros. O que chega até eles são fragmentos, gestos toleráveis, versões aceitáveis. O essencial não atravessa. A identidade real não circula, não se presta, não se oferece. Ela permanece recolhida, densa, silenciosa. A alma humana não se deixa tocar sem perder forma.
Minha canção nasce no silêncio. No silêncio onde se cria o absurdo. Onde o impossível se organiza. Onde a palavra não explica, apenas existe. No silêncio onde se esconde o medo. O silêncio sustenta aquilo que não pede tradução, aquilo que não aceita clareza.
Essa é a autópsia da alma humana. Amar sozinho. Pensar sozinho. Existir sem testemunha. Permanecer inteiro longe da compreensão. O que importa não se anuncia. Não se justifica. Não se resolve. Fica. Em silêncio.

elegia à lua

Amei-te como a lua ama o mar,
de longe, mas inteira em seu encanto
sem nunca precisar de o alcançar,
fazendo da distância o próprio canto.

Teus olhos tinham luz de madrugada,
um brilho que nenhuma estrela imita
e havia neles qualquer coisa sagrada,
dessas que a alma reconhece e acredita.

Eu te guardei nas margens do pensamento,
como quem guarda o verão depois da chuva
e mesmo quando veio o esquecimento,
teu nome permaneceu onde a saudade atua.

Talvez amar seja isso, afinal
ser mar quando o outro é lua distante
saber que o impossível pode ser real
quando um olhar transforma tudo num instante.

E se algum dia o oceano se calar,
e a lua perder seu brilho sobre a areia,
ainda haverá em mim um lugar
onde a tua luz, silenciosa, incendeia.

Porque há amores que o tempo não desfaz,
nem a distância consegue levar
eles apenas aprendem a viver em paz
no espaço entre a lua, o céu e o mar.

E se me perguntarem onde te encontrei,
direi: num lugar que não sei explicar
entre tudo aquilo que um dia sonhei
e tudo aquilo que ainda quero amar.

Trabalhei com honra
Corri por paixão
Amei com poesia

Já amei,
já parti,
já sorri,
já chorei.

Por amores, já morri.
De amores, morrerei.

Tudo aquilo que amei,
Amei só!