Lembranças
Na verdade eu nem sei quanto tempo durou, porque o que realmente importa são as memórias inesquecíveis que o meu coração guardou.
Fotos de ensaios fotográficos e poses são lindas... mais as descontraídas, despercebidas que mostram os momentos despojados e inesperados são as que tiram risos, alegrias e melhores lembranças.
@elidajeronimo
A vida e o tempo
Essa admirável vida
Acesa por uma chama intrínseca
Disputa com o tempo
O desfrute da alma viva
O tempo é eterno
Pra sempre existirá
Ele traz e leva, do verão ao inverno
Mas sentenciado, a solidão vivenciará
A vida é movimento
Ama, odeia e semeia
Chega e vai num sopro de vento
Mas será ela maior que o tempo?
Eternas enquanto sua existência
Felizes experiências e doces lembranças
A vida não acaba com a morte
E isso o tempo não pode mudar
Mostre a sua beleza ao mundo, saia passeie não seja uma beleza escondida dentro de casa, a beleza deve ser mostrada, apreciada, vista, se de a oportunidade, faça isso agora enquanto é jovem aproveite ( o tempo passa) mostre sua beleza ao mundo dicas para meninas 1 Se arrume coloque uma roupa bonita.( Auto estima) 2 Faça uma boa maquiagem ( pode ser natural, leve, a que você preferir ou achar melhor ) não tenha medo de ousar 3 Saia de casa se permita o tempo passa e o arrependimento é um dos piores sentimentos não esqueça. Aproveite a juventude, a beleza passa, juventude passa, lembranças é o que se leva.
Não há como negociar com esta doença. Não posso oferecer a ela os nomes dos presidentes dos Estados Unidos em troca dos nomes dos meus filhos. Não posso lhe dar os nomes das capitais dos estados e conservar as lembranças de meu marido.
Segundo o dicionário, saudade; é um substantivo feminino nostálgico causado pela ausência de algo, de alguém ou pela vontade de reviver experiências, situações ou momentos já passados. Para mim, é a prova de que tudo valeu a pena ser vivido, caso contrário, não sentiríamos saudade, e conformar-se em saber que só ficará as lembranças e não poderá reviver aquele momento!
Dia de Finados
Hoje é dia de finados
Dia de visita ao cemitério
Dia de suspiros alados
De pensamento etéreo...
Nas mãos flores e oração
No coração saudade choro
Nas lembranças emoção
No olhar o vazio em coro...
Nas lápides o diálogo
De almas com os vivos
Num acústico análogo
De lágrimas e risos...
Neste festejo de recordação
Aos que foram nossa gratidão
Peçamos por nós, então
Também, temos a nossa precisão!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02/11/2010 – laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ
A Saudade e os Cincos Sentidos:
A saudade por si, não existe: mas, sorrateiramente, se faz presente enquanto se apodera dos nossos sentidos, arrancando suspiros.
Surge do nada, invade os nossos sentidos, ocupa os ouvidos, adentra pela ponta do nosso nariz e vai até os lábios paralisando o tato e o paladar, até que, de forma ingrata, some enquanto se dissolve pelas pontas dos nossos dedos.
Ela acende em nós as marcas de tudo o que se foi: aromas, sons, sabores, lágrimas, sorrisos e até o arrepio do toque dos ventos.
A saudade é o motor dos nossos sentidos sem presenças físicas e eu desafio a ciência a dúvidar disso.
Saudade, você nâo existe! risos...
Eu poderia esperar o melhor corpo, melhor penteado para eternizar um momentos em uma foto, mas na esperança de conquistar ou ter de volta aquela forma que idealizamos vamos deixando passar tantos “agoras” que um dia você poderia relembrar em uma imagem cancelada pela nossa busca da perfeição inalcançável.
Sua melhor versão é a do agora, fotografe-a.
O futuro é uma ilusão, que todos sonham em prosperar.
A Lembrança é a uma constante queima de arquivos, malditos arquivos que não tem fim e muitas vezes me trazem uma angústia.
Na vida levo cicatrizes, dor e sofrimento. Aquelas lembranças da infância que um dia já foram motivos de minha felicidade, hoje me fazem despertar um ódio inexplicável e uma mágoa incurável.
Mas afinal o que é a dor?
Não sei, mas o que me intriga é o fato de algumas dores me darem uma certa satisfação.
Quero dormir, apenas dormir. Sem sonhos ou pesadelos, de desagradável já basta ter que acordar.
Maldita manhã. Maldito seja o tempo que ninguém pode segurar e que trás dor como uma guerra sem fim.
Amor é um sentimento de carinho e demonstração de afeto no início, pois na maioria das vezes o amor se torna em abandono, discussões e infelicidade.
Mas a vida é isso, lidar com a angústia e o sofrimento de existir.
Usando sinais
Quando falares de uma pessoa, ou
de um amor, de alguém que te é caro,
nunca uses o ponto final, na vida
nada termina de vez.
Podes fazer uso de um ponto vírgula,
quando o assunto requer um falar mais
pausado, se tens certeza a respeito
do que falas , uma vírgula é suficiente.
Se tens dúvidas, interroga.
Se amas usa a exclamação com todo
entusiasmo.
Lembra-te, não uses o ponto final, usa
em seu lugar um parêntesis, pode ser
que as coisas tenham continuidade, e elas
nunca morrem.
Amor, saudade, paixão, querer,lembranças,
são sentimentos que não findam, sempre
continuarão.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia de Letras de Cabo Frio. R/J
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Quando eu fui criança IV
Um senhor, libanês, abriu uma banquinha em frente ao Grupo Escolar Carmela Dutra, para vender bananas..
No dia da inauguração, como não podia deixar de ser, eu andava por ali, olhando, vendo ele montar as bancadas. Não sei porque o libanês me convidou para trabalhar com ele; Convite aceito imediatamente.
Depois da entrevista, acertado os direitos e obrigações de cada um, fui para a minha casa com o compromisso de voltar à tarde.
Cheguei no horário combinado. Já "almoçado", Precisava, eu ia ficar a tarde toda no "serviço"
Como ele tinha outros compromissos pela cidade. antes de sair, me deu umas aulas sobre o produto (bananas) e umas orientações básicas necessárias: tipo de banana, preços, , como fazer troco, etc. e lá se foi o libanês, deixando aos meus cuidado, seu patrimônio.,
A princípio, ainda com a barriga cheia, pois tinha acabado de almoçar, não me interessei muito pelas bananas, mas com o passar do tempo, sem nenhum movimento mais a demora pela volta do dono, fui experimentando as bananas e suas variedades.,
Comi tanto que comecei a passar mal. Tive que me deitar debaixo de uma das banquinhas,onde fiquei torcendo de dor, não podia nem me mexer que doía tudo . Foi aí, então, que vi o dono. Primeiro ele olhou para as pencas, analisando as faltas, ficou um tempo pensando, depois olhou por debaixo da banquinha, onde eu estava deitado. Sem sentimento de pena, não me perguntou nada., só falou: amanhã você não precisa vir mais . E pior, nem me pagou.(I
Se chegastes às lágrimas novamente, é passada a hora de este seu despertar inglório, te deixar em paz.
Exorcize-se deste seu presente, possuído pelas más lembranças, pois estas já não existem mais.
O que é do passado morre no passado.
Atente-se para situações novas, pois estas estão clamando por sua atenção.
Agarre-se às novas oportunidades, e desvencilhe-se de vez deste peso acima
de sua capacidade de suportar.
É a partir desta decisão que renascerá para uma nova caminhada de glória.
Associe-se à ação com determinação e faça da fé seu novo sopro de confiança em ti, e os resultados te exultarão além de tuas expectativas.
(Teorilang)
Quando o ídolo é de barro, literalmente.
Quando criança, eu tinha tantos afazeres que faltava tempo para executá-los. Era assim: acordava, tomava café, escola, voltava para casa, almoço e trabalhar de engraxate, desde que não estivesse chovendo, ninguém engraxava os sapatos em dia de chuva. a cidade virava um lamaçal só. Mas nestes dias, me sobravam três opções: Vender serragem, para as pessoas colocarem na porta da casa, vender frutas ou lavar correntes de caminhões. Empregos temporários. claro.
Lavando Correntes. Naquele tempo, a rodovia ainda não era toda asfaltada e os caminhões que vinham da parte sem asfalto tinham correntes nos pneus para não atolarem no barro, mas assim que entravam na parte de asfalto, o motorista era obrigado a retira-las. Obrigado porque existia um guarda rodoviário na espreita para multar quem trafegasse sobre o asfalto, sem retirar as correntes dos pneus.. Num pedaço de mais ou menos 100 metros da parte asfaltada ele até permitia, mas mais do que isso ele multava. Como as correntes ficavam emplastada de barro, os motoristas pagavam pra q esse serviço fosse feito pela molecada, a gente ganhava uns trocados, lavando as correntes. Num naqueles dias de chuva, que não parava mais, estávamos la, eu e mais uma dezena de moleques, tirando e lavando as correntes. O nosso ídolo, o guarda, fazendo a função dele: parando os caminhões e multando alguns. O dia estava correndo bem, até que veio um caminhão bem grande, serpenteando igual a uma cobra na lama Foi chegando na parte asfaltada, entrou no asfalto e foi andando, não parou no ponto pre estabelecido e como não parou, o guarda saiu correndo atrás do caminhão e mais aquela molecada gritando pra que o motorista parasse, mas nada, ele não parava, só parou depois de rodar uns 500 metros no asfalto novinho. . Chegamos, o guarda na frente e nós atrás, bem perto dele. Aí iniciou uma discussão entre os dois. Em determinado momento o guarda sacou seu revolver e disse assim: --"se você for homem, passe por cima do meu boné"-- e colocou aquele boné, a coisa mais linda, Aba marrom, com uma fita verde amarela e mais dois revólverezinhos dourados fixados na parte frontal do boné,(Objeto de desejo de todos os meninos) debaixo dos pneus daquele caminhão enorme, cheio de lama; jamais imaginávamos que o motorista tivesse coragem de fazer o que ele fez, mas ele fez! Passou com os pneus por cima do boné. Ficamos todos sem palavras, olhando aquele, antes boné, virar uma pasta de barro, parecendo um sapo.O motorista ainda deus uns tapas no guarda, nosso ídolo. Naquele dia e nos outros que vieram não lavei mais correntes. Saí correndo daquele local sem olhar pra trás , serviço perigoso. (I
Por aquele corpo interminável, por aquelas pernas longas demais, por aquela tola sensualidade, eu arriscava a calma, o Universo, as lembranças, a ansiedade tão vívida, a riqueza de conhecer os hábitos das marés e mais de uma raiz inofensiva.
A beleza dela morava em casa avarandada, com um jardim de bogari que ainda hoje, tantos anos passados e rolados, remexe em minhas lembranças.
A fazenda era cinematográfica. Enorme. 15.000 alqueires. Grande parte dela preservada. O dono era cunhado do meu cunhado,Senhor José Cândido Teixeira. Ele foi o primeiro prefeito de Santa Mariana. Não vivia na fazenda, mas sempre estava por lá.
A casa da sede, era dividida em três corpos. Em uma da partes ficava a cozinha e a dispensa. Numa outra, toda aberta, bem ventilada, ficava um salão enorme com uma mesa, onde comíamos. era, também, o local de "jogar conversa fora". Na terceira parte ficavam os dormitórios: duas suite e mais dois quartos.
Então, nesse salão, mesmo hão havendo energia elétrica na fazenda, havia uma geladeira tocada a querosene, (detalhes técnicos não sei, mas sei que funcionava bem) onde, embaixo dela, morava um tremendo de um Sapo Boi (letras maiúscula em homenagem ao tamanho do bicho) que só saia durante à noite, acho que para comer e fazer suas necessidades. Nós dois mantínhamos um relacionamento de respeito e distância.
Uma tarde, calor de verão, eu estava sem camisa olhando distraidamente para o lado de fora da casa. De repente senti uma coisa gelada, como se fosse um pedaço de carne, grudando nas minhas costas.e na sequência a voz do meu cunhado me perguntando:: -"adivinha quem está nas suas costas?" Meu Deus O Sapo!!
Na correria, fugindo daquele bicho, carreguei ele um bom pedaço grudado em mim.
Passados alguns dias, lá estava ele na sua rotina normal, na sua casa refrigerada.(
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