Lei
No árduo necessário e processual convívio da diversidade, o exercicio pontual da lei natural, é uma lição inacabada, onde pôde-se colher os frutos da compreensão, e praticar o que de fato é essencial...
A trajetória ainda é longa...Mas trazemos na essência sementes ancestral, lei natural, somos a resiliência de vidas e vidas, conectados as matas, rios, mares e florestas, o vento acompanha, caridoso orquestrando, formamos juntos nascedouro das energias de boniteza , auxiliando ao bem no vingar de raizes da resistência, contratados silenciosamente em nossas passadas, somos os operarios, construtores de dádivas excelênciais... Ê assim, que formamos sóis, luz maior, iluminando vidas, com aproveitanento evolutivo, vivendo imbuídos na consciência do amor.
Segundo a Constituição brasileira, todos nós temos direitos iguais perante a lei. E por isso, é fundamental que esses direitos sejam respeitados. No entanto, por que não respeitam?
"Eternamente
é
..ter
....na
......mente.
Eu quero que você tropece em alguém como eu,
que leia cada poro seu.
E que as carícias comecem pela alma.
Eu desejo que você ainda viva a experiência de sentir o coração saindo pela boca.
Dentro de um abraço de parar o mundo.
Faça o seu melhor em qualquer situação, não esperando receber nada em troca por conta da "lei do retorno", mas pela sua própria satisfação pessoal.
Racismo e Preconceito é crime: Mas... é preciso estar atento... de que a cada lei criada para combatê-los... cria-se também... uma "válvula de escape" para pessoas oportunistas e folgadas...!
Nenhum ser humano é capaz de julgar o outro com passividade, essa é uma lei natural apenas Deus tem esse poder, homens são pecadores e sendo pecadores não podem julgar os pecados de seus semelhantes.
"A Lei Penal tem a função de manter o convívio gregário dentro de uma ordem social aceitavelmente harmônica, gerando o paradoxo de que se utiliza a violência para evitar violência futura. Pune-se para não haver a necessidade de punir. Ou, chega-se finalmente, a ideia que se pune para sobreviver."
Na lei do amor, o respeito é a cláusula inegociável; amar sem respeitar é desconhecer a própria essência do amor.
Na lei do amor, respeitar é admirar a diferença, enquanto amar é celebrar a essência compartilhada entre dois seres.
Os plantios foram feitos para serem colhidos de acordo com o que foi plantado, já a lei do retorno vem apenas para ratificar esse processo
Cristo, a Plenitude da Lei
A Lei mosaica era mais do que um código moral: ela expressava, por meio de preceitos, o caráter santo de Deus e o propósito redentivo de sua aliança com Israel. No entanto, desde o início, o mero cumprimento externo — a letra da Lei — jamais agradou a Deus quando divorciado de uma resposta interna de amor, reverência e fé. A obediência mecânica, dissociada da essência — que é a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mateus 23:23) — tornava-se inútil e até condenatória (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24).
Jesus é o único que cumpriu plenamente tanto a letra quanto a essência da Lei. Ele viveu a justiça que a Lei exigia e encarnou o amor que a Lei apontava. Por isso, Paulo declara: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4). E também: “Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:4).
Cristo não apenas satisfez as exigências legais da aliança, mas também expôs sua verdadeira profundidade — não matar, por exemplo, não é apenas não tirar a vida, mas também não odiar (Mateus 5:21-22). A justiça do Reino não é uma justiça quantitativa, mas qualitativa — é superior, porque brota de um coração regenerado.
D.A. Carson resume com precisão:
“A Lei foi dada para revelar o caráter de Deus e a pecaminosidade do homem, mas somente em Cristo ela é cumprida em seu propósito final — conduzir-nos à justiça pelo Espírito, e não pela letra.”
É por isso que Paulo distingue claramente entre a antiga aliança da letra, que mata, e a nova aliança do Espírito, que vivifica (2 Coríntios 3:6). Cumprir a letra da Lei sem sua essência é repetir o erro dos fariseus: honrar a Deus com os lábios, enquanto o coração permanece distante (Marcos 7:6).
Portanto, os que estão em Cristo não são antinomistas — como se a graça fosse desculpa para o pecado —, tampouco legalistas — como se a justiça viesse da performance religiosa. São homens e mulheres habitados pelo Espírito, que vivem não segundo o rigor da letra, mas segundo a liberdade da obediência que nasce do amor.
Em Cristo, a Lei não é anulada — ela é superada, não em valor, mas em cumprimento.
O que antes era mandamento gravado em pedra, agora é impulso gravado no coração.
O que antes era imposição externa, agora é transformação interna.
Este é o escopo do Evangelho: não apenas perdoar transgressores da Lei, mas formar neles, pelo Espírito, a justiça do próprio Cristo.
O homem capaz de destruir sua essência não pode produzir liberdade, objetivamente a lei pode mantê-lo aprisionado ou inerte por suas práticas, enquanto a maldade é livre e não absoluta pelo que o homem convém na sua existência.
Carlos Alberto Blanc
