Lado Emocional
"O indivíduo que vive baseado apenas na motivação é um escravo da oscilação emocional. Portanto a consistência é mais valiosa que empolgação."
"Autoconhecimento é a chave mestra da independência emocional. compreenda e não aceite migalhas emocionais."
A dependência emocional cria uma interferência em nossas emoções, mudando o rumo das nossas vidas tirando de nós a independência emocional.
Se for pra sofrer, que seja com shape!
🧠 Saúde emocional: Abalada
💸 Conta bancária: Penhorada
💔 Vida amorosa: Inexistente
💪 Treino: Em dia
Por trás de todas as virtudes e regras encontra-se o princípio emocional, ou seja, o controle de si mesmo: descobrir o centro da minha ignorância. 💭
“A cura emocional e espiritual é possível, e ela começa quando nos rendemos a Deus e permitimos que Ele trabalhe em nossas feridas. O processo envolve reconhecer nossa dor, entregá-la a Deus, perdoar aqueles que nos feriram e buscar renovação pela Palavra. Cada um desses passos nos aproxima de Deus e nos capacita a experimentar a cura e a restauração que Ele deseja para nossas vidas.”
(Livro: Como se aproximar de DEUS e Curar as Feridas)
A profundidade emocional morreu junto com a autoimagem, os questionamentos sólidos e as reflexões profundas. Viraram pessoas casca, instagramáveis
O abandono fere a nossa alma e destrói o nosso emocional e nos deixar com traumas que pode se tornar impossíveis de ser curados.
Ainda que a enfermidade seja comportamental ou emocional, assim que elas forem identificadas!?
O processo de cura não pode ser negligenciado ou você encara a realidade de verdade!
Ou vai passar o resto da vida fazendo tratamentos que só vão camuflar a sua dor.
A inteligência emocional é, no fundo, inteligência decisória. Acapacidade de responder ao mundo com lucidez, não com instinto.
Ser um karateca do kyokushin é sentir um pertencimento, inclusão, resiliência emocional e um propósito de vida.
Nós, filhos do silêncio emocional, crescemos com a alma ferida antes mesmo de entender o que era o amor.
Aprendemos que chorar não muda nada, que o colo não vem, que o abraço esperado não chega.
E então nos tornamos mestres em esconder a dor — empurrando-a para o canto mais escuro do peito, onde ninguém ousa tocar.
A falta de afeto se torna um buraco que tenta ser preenchido de qualquer forma.
Transformamos o corpo em linguagem, o desejo em refúgio, e o toque em anestesia.
A sexualização vira um disfarce bonito para um desespero mudo.
Ser desejado é, por um instante, sentir-se acolhido — mesmo que seja mentira, mesmo que doa depois.
Mas o tempo revela o engano.
Na vida adulta, o espelho devolve o rosto de quem tentou ser tudo, menos ele mesmo.
Percebemos que moldamos nossos caminhos para caber no amor do outro, para sermos vistos, aceitos, amados — e que, no fim, seguimos sozinhos.
O afeto negado na infância cria adultos que sangram por dentro e sorriem por fora.
Carregamos a morte simbólica daquilo que poderia ter sido: o eu verdadeiro, o amor simples, o pertencimento.
E então, quando a vida perde o sentido, resta apenas o entendimento.
Não o perdão, não a paz — mas a consciência de quem nos tornamos.
E talvez, dentro desse reconhecimento amargo, exista o primeiro passo da cura
Também não me venha com inteligência emocional, o que eu quero são justamente os sentimentos mais genuínos.
As pessoas tendem a definir os outros por rótulos (como “fleumático”, “introvertido”, “emocional”, “racional”, etc.) porque o cérebro humano busca simplificar o que é complexo. Isso é um atalho mental chamado “categorização” — uma forma rápida de entender o mundo, mas que quase sempre reduz a riqueza e a singularidade de cada pessoa.
👉 Nenhum ser humano cabe em um único tipo de personalidade.
👉 Cada pessoa é resultado de uma combinação única de história, genética, experiências, fé, dores e escolhas.
👉 Quando usamos apenas uma palavra para definir alguém, deixamos de ver as camadas profundas que formam quem ela realmente é.
Na verdade, Deus criou cada pessoa como uma obra única — “Tu me formaste no ventre de minha mãe; eu Te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável” (Salmo 139:13-14).
Então, sim — ninguém é só fleumático, só sanguíneo ou só colérico. Somos complexos, em transformação, e moldados pelo Espírito Santo dia após dia.
