Juventude e Política
Diz que semeia amor
Mas propaga o ódio.
Viver na mesma época que um déspota
E ainda ver beleza no mundo
É uma arte.
"Em Pirapora eu não perco nenhuma eleição. Se nosso grupo político lançar um cachorro candidato, ele ainda ganhará"
Não é preciso muito exercício de inteligência ou Filosofia para se estranhar amor ao próximo, violência e permissão para matar, juntos harmonicamente, em um único propósito.
“Essa divisão ideológica que ocorre no Brasil entre os grupos de esquerda e de direita é algo tão arcaico quanto ignóbil. São conceitos lançados de forma propositada nas redes sociais para fidelizar um público com visão unifocal (cada qual enxergando de um lado). São partidos de centro e de direita que se associaram e se enriqueceram em governos que se diziam de esquerda e uma nova ala política de extrema direita envolvida em assuntos absolutamente periféricos e retrógrados. O que temos na verdade é uma grande cortina de fumaça e atrás dela a junção dessas castas políticas naqueles assuntos que são de interesse deles, especialmente na manutenção dos privilégios partidários e na criação de redomas para os caciques da república . Quando o assunto é criar percalços para impedir investigações contra políticos esses grupos se unem umbilicalmente. “
ELEIÇÃO: precisa-se amadurecer muito sobre este processo democrático, tanto quanto os eleitores, os próprios candidatos.
O Brasil é um país de primeiro mundo, se levamos em conta o luxo em que vivem nossos políticos, mas é de terceiro diante do sofrimento do povo brasileiro.
Algumas vezes da corrupção que nos tem prejudicado e por nós sido repugnada, somos nós mesmos os seus gestores embrionários.
O grande mal do mundo são as religiões, se as pessoas aprendessem a venerar e proteger a natureza seriam muito mais felizes...Quer ver Deus contemple a Natureza.
Quem não assume a responsabilidade ao escolher seus candidatos, transforma o resultado das eleições numa verdadeira e perigosa roleta russa.
Faz tempo que evito bater de frente com as pessoas, pois tenho me convencido, dia após dia, de que não vale a pena, nem para elas, e muito menos para mim mesmo.
Tudo o que criamos, passa primeiramente pela nossa imaginação e pela nossa atitude mental, sendo estas propulsoras da materialização ou efetivação do que foi por nós mentalizado.
Não é porque o discurso de um candidato me agrada que tenho nele uma boa opção de voto, é preciso ser também seu reflexo vivencial.
O papel político das religiões é oferecer ferramentas conscientes de escolhas e propor reflexão ampla diante das opções dos seus fiéis, mas nunca ser sinalizador do voto deles.
Se quisermos continuar morando numa única mansão, sem termos condições de cuidar dela sozinhos, que cada cômodo fique sobre responsabilidade maior de seus usuários diretos, que assim teremos um belo lugar para se morar.
Num regime democrático de fato, o voto nunca é obrigatório, mas o cidadão faz questão de votar conscientemente, pois compreende a importância de tal ato para seu país.
