Julgam
Árvore genealógica das virtudes e dos valores
Para os que se julgam em evolução, reflitam sobre isto: A lealdade é a maior de todas as virtudes, ela é a irmã mais velha da parceria e irmã gêmea da cumplicidade; todas elas são filhas do respeito e netas do caráter.
Esta narrativa representa o princípio de valores do que é "ser humano" de verdade, qualquer coisa em sua vida que fuja deste padrão, o está levando para o lado oposto daquilo que você mesmo contratou, ou seja, sua existência é uma insignificância para você mesmo e isto o transformará em um carma para outros, que talvez até o mereçam.
Na árvore genealógica das virtudes morais e éticas acima mencionadas, está faltando o perdão, sendo este, filho do responsável pelo princípio Criador, pela faísca Divina ; se você já aprendeu a perdoar, fique feliz pois estará mais próximo Dele, afinal de contas perdoar é um exercício da divindade.
Te julgam por qualquer coisa… logo, faça tudo à vontade, desde que não prejudique nada e nem ninguém, nisso que eu acredito.
É muito mais fácil julgar do que entender, o pior é que a maioria das pessoas que julgam certas atitudes, já cometeram as mesmas!
As pessoas me criticam, me julgam sem me conhecer. E esquecem que o que elas pensam, não me interessa.
Eu admiro as pessoas dóceis, não porque sejam frágeis como muitas pessoas as julgam, mas porque apesar das lições duras da vida não se revestiram de uma armadura como proteção, mas permitiram que a vida as lapidassem como uma pedra preciosa. Pessoas dóceis são preciosas.
Aqueles que obtem tudo nas mãos se julgam como sofredores e vividos ..na maioria das vezes quando assitem os noticiários que falam sobre fome e miséria pensam duas vezes antes de reclamar de sua vida ''alheia''..pois sabem que aqueles realmente sofrem..
Te julgam pelo que gosta? Foda-se. Te julgam pela tua aparência? Foda-se. Te julgam por inteiro? Foda-se. Você julga eles? Se si, tem é mais que ser julgado mesmo.
Pessoas diferentes se julgam no direito de criticar ou até mesmo questionar a vida uns dos outros. Vivemos em um mundo onde nossas atitudes falam mais do que os conceitos que queremos passar. A cada fato ou situação observada fica claro o descaso, o preconceito e indiferença no olhar, como se o outro em uma situação diferente da sua, e claro jamais almejada sinta-se acuado e como se tivesse a pior das doenças do mundo. Claro cada um paga aqui o que se faz, mas para isso existem leis, justiça e até mesmo a situação em que se encontra e não somos nós quem podemos condenar ou julgar o próximo,ate porque não saberemos qual será nossa situação de amanha,conosco ou com alguém próximo a nós.
Aconteceu em um Hospital publico, em Minas, eu vivenciei cada segundo daquele momento. Na espera do atendimento, o carro da viatura militar se aproxima da porta trazendo duas pessoas algemadas com um agente a escolta. Sim, são presos e não merece mordomia mesmo, mas nem sabemos o que os levou para essa vida, como foi suas historias. Ao adentrarem no hospital todas as pessoas em situação diferente ou conhecida por algum caso na família, ou com amigos imediatamente se cala e os olhares se voltam fixamente aquelas duas pessoas, que não estavam sangrando ou machucados simplesmente pessoas “normais” a serem atendidas, como qualquer uma outra pessoa ali naquele local.
Me sinto perdida no mundo que vivo,por presenciar situações como essas.Quem somos nós,dignos ou não para julgar alguém com um constrangimento tão grande e silencioso em um lugar publico,onde eu,eles não se quer sabemos o que são e o que tornaram a vida dessas duas pessoas para estarem presos em uma cela sem sentir o sol quando querem,correr de um lugar para o outro,enfim ter o direito de ir e vir.
Portanto, estamos em um local, onde se toca na palavra “preconceito”, ah ninguém tem, mas para criticar e fuxicar baixinho basta o inferior estar em minoria.
Hipócritas infelizmente.
"Existe uma linha tenue entre as pessoas que me dão conselhos, e as que me julgam. As que me dão conselhos, me importam"
“Os homens que vinculam prazer à liberdade se tornam na verdade, escravos daquilo que julgam lhes dar prazer. Iludem-se ao acreditar que podem ter controle sobre suas vidas” (O Mentor Virtual – Pág. 37 – Ed. Komedi – Campinas-SP – 2008). - Fragmento publicado no artigo 'Disciplina. A Estratégia de Uma Marca Forte - no blog MARCAS FORTES - Dez,01/2011).
