Jeito de Menina com Olhar de Mulher
Tem beleza no penteado da menina, no bailado da beija flor, nas flores da primavera, no dia que agora a pouco raiou, no sorriso da mocinha, no entrelaçado da natureza, por todo canto tem beleza, quando a gente olha pra vida com amor.
❤🌹💜🌹💙🌹💚🌹💖🌻🙂🇧🇷🇧🇷
A cortina de seda marinho cobre os sonhos da menina, provocando lamentos sentidos e tristes melodias pelo ar.
Eis que bem na pontinha do tecido, um belo bordado branco se desnuda tímido ante os raios do luar.
O semblante inteiro muda o tecido furta-cor, as figuras transmutando, saltitando dor e cor...
E os pontilhados insistentes pingam no coração da gente nos fazendo um sonhador.
Nos olhos daquela menina, ternura encontrei. Na paz que ela transmite, descansei. Na doçura de sua voz, me encantei. Com o seu sorriso, me contagiei.
Ela é durona! Ela é chorona! Ela é feito brasa quente. Briga como uma leoa para defender os seus. Uma meiguice em pessoas.Sabe acalentar os que busca por colo em dias tristes. Intensidade pura. Mas cuidado, é preciso saber lidar com ela. Não se engane com o seu jeito doce…
Da mesma forma que ela adoça, também pode te queimar.
Não tente entendê-la, pois ela pode te deixar tonto.
Ói que dó!
Qual a dor que tu sente menina?
É uma dor que rói o peito
Que móia ozói
Qu'invade p corpo todo e dói inté a alma
Mas é assim uma dor tão doída, indefinida?
Ê mais que isso dotô
Mas eu num sei contá pru sinhô.
Dizem que toda menina baiana tem encantos que Deus dá! Você realmente é deslumbrante e encantadora e Deus te deu essa beleza toda para que os meus olhos pudessem vislumbrar sempre o seu lindo rostinho. 💕
Você é muito especial para mim! Que Deus te dê toda a primazia de ser essa linda mulher que fascina o meu coração ❤️
Sabe aquela sensação de quero mais, pois é estou com ela
Você é a menina mais linda que eu já conheci na minha vida
Meu desejo por você apenas aumenta a cada segundo
Desejo em te fazer feliz, te ver sorrir com esse sorriso lindo que tive a honra de ver na minha frente toda linda
Estar com você, é o melhor lugar do mundo
Dentro do seu abraço é o melhor lugar do mundo.
Obrigado por tudo minha menina, obrigado por existir..
E obrigado por entrar na minha vida e fazer parte da minha historia
11/01/22.... seriPodnanreF
No final das contas eu sempre agradeço por ter me tornado aquela doce menina sentada no balanço absolvendo da vida tudo o que é leve e mágico.
Esse era o meu brinquedo preferido
Ainda bem!
Joyce Amanajás
A MENINA DE B.H.
Verão... Noite... Tudo se movimenta...
O balneário se apinha de gente
Que anda na orla, irreverente
Na magia que a época ostenta!
Deparo-me com ela frente a frente...
No seu olhar o meu olhar atenta,
E um desejo intenso se sustenta
Na atração de anímica corrente!
Porém, passou num raio a estação...
Ela voltou prá suas Minas Gerais,
E o bardo retornou a sua lida!
Mas, a praia, o mar, as ondas e os corais
Permanecem, testemunhas que são,
D!um ciclo raro e mágico da vida!
Nelson de Medeiros
Marataizes/ ES janeiro/1997
Alma de Paula
Alma de menina,que ama coisas simples
Paula Roberta
Que não tem medo sem vergonha de se entregar
Paula Roberta
Uma alma sensível que chora e se emociona facilmente com coisas que a maioria nem liga
Paula Roberta
Uma abelha numa flor,com a chuva caindo, com uma horta,com música,cenas de filmes,novelas...
Uma alma e um coração de uma menina de 15 habitando o corpo de uma mulher de quase 40
Uma alma romântica que ainda acredita em alma gêmea e amor verdadeiro e desinteressado
Paula Roberta: Minha Menina
Um certo dia conheci uma menina que chamava-se Paula Roberta!
Uma menina simples que tem um coração de ouro e uma simplicidade sem tamanho!
Ela era uma menina tímida e apaixonada pela vida e que tudo que tocava se tornava alegre e florido!
Um dia qualquer passeando pela calçada ela esbarra em um rapaz e sorri:
Timidamente lhe pede desculpas e continua a caminhar.
Ela volta do caminho e lhe pergunta pelo rapaz em questão:
- Quem és Vosso Senhorio?
Responde ele sorrindo:
- Meu nome é Augusto! E tua graça?
Ela responde retribuindo o seu lindo sorriso:
- Me chamo Paula!
Os dois sentaram-se em uma praça e começaram a conversar sobre a vida e se conhecerem!
A sintonia de seus corações e suas almas foram se entrelaçando até tornarem-se apenas um só sentimento que naquele momento nascia um amor e uma união prestes à explodir!
Uma paixão nascia de repente...
Ela se tornara naquele momento minha Paula, minha Roberta, mina menina!!
E eu seu Augusto, seu menino que se apaixonara perdidamente por aquela doce garota fazendo meu mundo girar devagar até parar de vez!
Viver ao seu lado é um caminho novo à percorrer!
Pegar em sua mão, sair correndo por aí, viver intensamente, beijar sua boca, sentir teu perfume, te amar perdidamente como se não houvesse amanhã!
Ela, naquele exatomomento tornara o único e eterno amor da minha vida!
Sem ela não consuirei mais viver um segundo!
Paula Roberta, minha menina para sempre, sempre teu...
Eterno Augusto vou te amar!
Karina...
Domina o meu coração
Mania da minha imaginação
Menina que tenho admiração
Inverte a minha direção
Diverte as minhas noites sem emoção
Saia dos meus sonhos e torne realização
Me acompanhe no meu caminho
Me arranhe com as suas unhas cor de vinho...
que combinam com a do meu terno linho
Karina, amor eterno...
Ande comigo ao altar, onde contigo quero estar...
Karina, me ilumina
Noiva pronta que acende a lamparina...
Minha amada
preparada por Deus
Diga "Sim" pra mim...
minha sina
Divina
Menina que me fascina
Me nina, logo, no teu colo...
Me ensina a andar com os pés no chão
Ficção da minha paixão
Minha tentação
Suavize o meu pobre, mas nobre, coração...
Graciosa
Carinhosa
Formosa
Amorosa
Boca cor de rosa
Morena do meu poema...
Essência da minha inspiração.
No espelho
A menina valente
Que hoje eu vi
Tem esperança no peito
É uma pequena aprendiz
Tem olhos calmos
Tem sorriso florido
Só está meio distante
Com seu coração ferido
Tão cheia quanto a lua
É atrevida essa menina
Quando se vê no escuro
Dança como bailarina
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 31/01/2022 às 23:30 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
#rimas #poesiabrasileira
Ela é do mar
Pele corada
Cabelo de areia
Alma de mar
Corpo de sereia
Menina meio doida
Mergulha na espuma
Conversa com a lua
Se banha e perfuma
Pode parecer estranho
Mas se encontra no mar
Se entrega de bandeja
Como se estivesse no lar
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 03/02/2022 às 19:00 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
A MENINA QUE GOSTARIA DE VOAR
Mariana era uma menina, que não tinha asas,
mas, gostaria muito de voar, de poder ter asas...
Tal qual os pássaros, gostaria de voar, para po-
der, no infinito, voar e saber o que haveria atrás das
nuvens, que ela avistava como, se algodão fossem...
A menina, sem asas, morava em uma casa ama-
rela, cujo portão e as janelas eram pintados de azul...
A casa de Mariana tinha duas janelas, que davam
para a rua e duas que, através delas, podia se
avistar o quintal da casa e os pássaros, que, lá, davam
rasantes, para pegar algumas sementes...
Ali, em uma das janelas, ela avistava o quintal,
onde os pássaros pousavam...
Gostaria muito de conversar com eles, perguntar como faria, para que pudesse ter asas e poder, ao infinito, chegar. Voando...
Nessa casa amarela, em que Mariana morava,
havia um lindo jardim, onde pássaros, sempre, vinham visitá-lo, principalmente, o beija-flor, para tirar
o néctar das flores, que sua mãe havia semeado...
Certo dia, enquanto sua mãe aguava o jardim,
com a mangueira, Mariana tinha, em suas mãozinhas,
um pequeno regador, para ajudar a mãe colocar água
nas flores, que estavam lindas e perfumadas...
A casa era pintada de amarelo, mas, Mariana tinha apele cor de rosa, como todas as meninas, com
asas ou sem elas, aliás, seus cabelos loiros realçavam
com sua pele rosada... Seus olhos azuis combinavam
com o azul do portão e das janelas, onde, vez ou ou-
tra, algum passarinho resolvia fazer seu ninho...
Como ela gostaria muito de ter asas, resolveu,
certo dia, conversar com um lindo pássaro azul, que
pousou em sua janela e, olhando para ela, ficou...
Mariana se aproximou e logo puxou conver-
sa com o lindo passarinho: – Olá amiguinho, como
posso fazer para ter asas como você as têm, para que
eu possa voar também, como você?
E não é que o passarinho entendeu o que Ma-
riana perguntou e lhe disse que, asas, a gente nas-
ce com elas... Não seria possível colocá-las e, muito
menos, comprá-las, a não ser que ela arrumasse um
anjo como seu amiguinho, quem sabe ele consegui-
ria, para ela, um lindo par de asas...
Mariana pensou, pensou, mas não foi trouxa,
logo bolou um meio de poder conversar com algum
anjo: – Quem sabe se eu subir em uma roda gigante
bem alta, conseguirei me encontrar com algum anjo,
que me dará um par de asas...
Certo dia, foi ao parque de diversão e, com mui-
ta vontade de se encontrar com um anjo, subiu na
roda gigante... Lá, em cima, a roda parou e Mariana,
com tanta vontade de poder encontrar um anjo, até
teve a impressão de que havia visto sua asa.. Mas, era
uma parte das nuvens que envolvia a roda gigante...
Havia uma mangueira frondosa, na frente da
casa amarela, a casa onde a Mariana morava...
E por ser mangueira, mangas davam, não peras
ou ameixas, mas mangas, amarelas, alaranjadas...
As mangas eram suculentas, lacrimosas, pin-
gando mel, eram tão perfumadas e doces...
Quem por, ali, passava, ficava adocicada com o
mel, que pingava das suculentas mangas...
Ficaria sumarenta, perfumada com o doce perfu-
me, que exalava das mangas alaranjadas, amareladas...
E, por não ter asas, a menina voava como po-
dia... Abria livros e viajava pelo mundo, através das
estórias, que lia em uma coleção vermelha, de capa
dura, com lindas estórias, de meninas, que consegui-
ram ganhar um par de asas e voar para o infinito,
para poder, por detrás das nuvens, conversar com os
anjinhos, que se tornaram seus amiguinhos...
Virando as páginas desses livros, Mariana ob-
servava lindas figuras e se deslumbrava com aquilo...
Sentia como se estivesse voando e, pelo cami-
nho, encontrando-se com um anjo, de asas longas, que
sorria para ela... Como ela gostaria de ter aquelas asas...
Quando parava de virar as páginas do livro, que
estava lendo, parecia que tinha, em suas mãos, peda-
ços da asa do anjo, que ela houvera encontrado pelo
caminho da sua imaginação. Nas páginas daquele li-
vro, que ela acabara de folhear e lê-lo...
Ela quisera poder voar até a frondosa mangueira
e, de lá, poder avistar, de cima, da mangueira, os pas-
sarinhos pousarem no chão, para ciscar as pequenas
sementes, que sua mãe jogava por lá, para que eles
pudessem se alimentar... Ali, também, eram coloca-
dos pequenos pedaços de frutas, que sua mãe, cuida-
dosamente, partia e lá deixava, para os pássaros...
Assim, a menina, da pele cor de rosa, seguia so-
nhando, em um dia, poder ter as asas de um anjo e
poder voar até às alturas, onde nasce o arco-íris...
Quem passasse em frente à casa amarela, de ja-
nelas e portão azul, jamais saberia, que, ali, morava
uma menina, com a pele cor de rosa, que gostaria de
ter asas, mas, não as tinha, possuía o imaginar de cada
página soberana, de um livro... Mesmo sentada em
sua cama, olhando para o céu, se achava senhora de
si, coroada de estrelinhas, tinha certeza...
Mariana, a menina rosa, sabia que, em seu mundo
imaginário, era rainha. E, em sua casa, entre seus
livros, alada era e asas tinha...
Marilina Leão (es no livro "Pérolas Cultivadas" página 237
Cor do Sol
Linda, como a cor do sol
Minha menina
Com você não estou só
Me traz o seu calor
Me abraça, meu amor
Com você não estou só
A MENINA DE PALMARES
Havia uma menina
cuja infância se foi na cheia
afogada nas águas pretas
e escuras do Rio Una
Daqueles tempos molhados
carrega consigo meia dúzia de fotos
e os espaçamentos da memória
cujas lacunas completam o inteirar de sua história
Na inocência dos seus olhos
brincava com a farra das águas
assistindo do alto da casa que lhe era abrigo
junto com outras crianças que como ela
aguardava o retorno desalojado dos pais
Era uma infância úmida devorada pela fome da boca
inundada de dilúvios e pelo banhar selvagem do rio
Não nasceu dos ossos das costelas
mas da mesma argila e do mesmo barro que Adão
Por sobre as águas das chuvas e do lado
boiavam entre bonecas e tiaras
as sobras flutuantes de suas lembranças
e do vestido submerso de sua primeira comunhão
apenas sobreviveu o terço presenteado de sua mãe
No leito em que hoje dorme convivo com suas noites
e me banho todo dia me enxaguando
nos afetos encharcados dos líquidos
de seus mais profundos amores
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