Jardim das Borboletas Vinicius de Moraes
Lutar contra os próprios sentimentos requer heroísmo. Escolher não sentir as borboletas no estômago não é apenas acordar um belo dia, abrir os olhos e pensar "nossa não sinto mais amor". É um ato de luta contra os próprios instintos, muito mais que o coração o verdadeiro adversário é o cérebro pois nele residem as memórias.
Não se questiona se as borboletas são exageradamente belas,
nem se elas se expõem,
apesar da aparente fragilidade, cabe apenas admirá-las,
à distância.
Colecionava
boas intenções,
virgulas e borboletas
que já não lhe
voavam pelo estomago.
Sabia que amor-perfeito
era somente
o nome de uma flor.
Que a fragrância da vida tinha
perfume de bondade.
Que podia fugir das dores
como um girassol em busca de luz.
Sabia que a vida podia ser tão confortável
quanto um velho pijama.
E que o ponto final poderia também ser(...).
Ele não quis jantar aquela noite,
Resolveu deixar espaço para as borboletas voarem no seu estômago.
Nem um copo de leite, nem um copo de suco,
Nem um copo de nada,
Não quis dormir.
Ele sentou na cadeira com o rangido quase infinito,
Olhou o relógio,
Olhou pra janela,
Olhou nas memórias,
Mas não quis jantar naquela noite.
À sombra de que nem todo clichê é válido,
A certeza iminente do fim,
A raiva por aceitar que: é a vida.
Falta dó impalpável mesmo achando ter vivido cada segundo como se fosse o último .
Olhou pra dentro
Respirou fundo
Tentou achar razão e até cochilar
Mas não quis jantar naquela noite."
Mulheres são como borboletas,
com asas que a vida costura,
num voo silencioso e forte,
carregam o peso e a doçura.
De casulos de sonhos quebrados,
renascem com a luz do olhar,
pintam o céu com suas cores,
em cada gesto, a liberdade a pulsar.
Suas almas, jardim de esperanças,
florindo na força do vento,
não se prendem ao chão que pisam,
voam alto, livres no tempo.
Liberdade é seu destino,
no bater de asas, o sentir,
mulheres borboletas, infinitas,
sempre prontas a se expandir.
Viramos borboletas quando aprendemos a nós virar sozinhas... A nos amar em primeiro lugar...
Viramos borboletas quando damos conta que é só um dia qualquer 12 de junho e está tudo bem não estar acompanhada, porque é melhor estar bem acompanhada ou então melhor ficar sozinha.
Viramos borboletas quando aprendemos que amar também é deixar ir, amar também é se valorizar , quando aprendemos que se machuca não é bom pra gente e se faz mal melhor evitar.
Viramos borboletas quando aprendemos que amar é respeito, empatia e cuidado, algo que seja fora disso não vale a pena cultivar.
Viramos borboletas quando sorrimos e aprendemos viver por nós mesmas, sendo alegres, felizes e com a alto estima lá no alto porque não precisamos e nem nos importamos com o que os outros pensam ou falam da gente.
E que liberdade também é escolha e que solidão também é opção. Viramos borboletas quando nos amamos e respeitamos nossas escolhas , nossas histórias e nossa luta diária sem aceitar migalhas ou humilhações desnecessárias.
As mulheres são como borboletas: possuem beleza ímpar, são delicadas na aparência e fortes o suficiente para enfrentar qualquer desafio, trazendo cor aos treinos mais difíceis! 🌸🦋
Imaginava que suas histórias pudessem “renovar o homem” como as borboletas do seu amado Manoel. E era assim que a vida ganhava novo sentido. Sem nem se dar conta, estava ela mesma se renovando: o sonho renova a gente.
Não vejo-te mas, seu perfume denuncia sua doce presença. Não vejo-te mas, borboletas que você tanto amava seguem-me dia a dia. Não vejo-te mas, vejo sua luz, você é a luz, que foi, que é, que sempre existirá em minha vida, pedaço perdido de mim.
Flávia Abib
Meu caso complicado
Já tinha muito tempo que eu não sentia borboletas no estômago, mas bastou o meu olhar cruzar com o dele para eu sentir essa sensação novamente, ele é tão alto que eu tenho que olhar para cima para poder falar com ele, o cabelo dele é lindo, a boca dele é um pecado que eu não teria medo algum de cometer, eu imagino as mãos dele percorrendo meu corpo, tento ocupar minha mente sempre que lembro dele, mas quando eu percebo, já estou imaginando todas as loucuras possíveis que eu poderia fazer, ele é um cara complicado, me lembra muito um quebra-cabeça da noite estrelada de Vincent Van Gogh de 500 peças que eu comprei e ainda não consegui montar, o olhar dele é profundo e marcante, eu não consigo entender por que ele me afeta dessa forma, ninguém me interessa, mas ele, ele não, me faz sentir um misto de emoções, ele me deixa nervosa, me faz não saber o que falar, ele é tão confiante, eu adoro como ele fala sem receio e sem medo, a forma como ele se expressa me cativa, mas ainda sim é um cara complicado, então eu sinto que preciso me afastar pois eu sei que se eu entrar no mundo dele eu vou me perder, mas admito que ele é irresistível e eu adoro me meter em problemas, e cá entre nós, ele é um problemão (duplo sentido).
Como sempre, borboletas no estômago, rosas na barriga e joaninhas na cabeça.
Seria tão bom se isso não acabasse com água nos nossos rostos, com raiva nos nossos corações e decepções.
Queria fazer parte do nosso conto de fada.
Onde tuas assas eram minha morada, onde teu sorriso me alegrava e qualquer eu te amo me arrepiava , queria fazer parte desse conto de fadas...
S•E•N•S•A•ǕՕE•S
Quando fecho os olhos,
Vejo o reflexo do teu ser,
Borboletas dançam em meu estômago,
Um êxtase difícil de entender.
Coração acelerado,
Pele arrepiada pelo toque,
Sensações que se entrelaçam,
Numa dança de amor e choque.
Entender a vulnerabilidade,
É aceitar o amor como é,
Um sentimento tão complexo,
Que nos faz perder o pé.
Paralisada diante da tua essência,
O mundo parece congelar,
O coração bate num ritmo intenso,
Um eco do amor a ecoar.
“Eu te amo” sussurra a alma,
Mas será que compreenderás?
O medo nos impede de avançar,
E encontrar a nossa paz.
Então, te pergunto com ternura,
Será que sentes esse medo a vibrar?
Ou preferes viver no desamor,
Sem arriscar o coração a amar?
A JUDITE
Tinha um nome, uma história e sonhos que flutuavam como borboletas ao sopro suave do entardecer. Mas a violência, esse monstro devorador que se esconde nas sombras da sociedade, não conhece nomes nem sonhos, devora vidas, destroça esperanças, deixando apenas cicatrizes na alma dos que ficam para contar a história.
O cacto, o girassol e as borboletas
Quem diria
Que um dia
O cacto e o girassol
Fosse se encontrar
E até se apaixonar
Mas como pode um cacto e um girassol?
Isso não é normal
Muito menos o ideal
Logo o girassol percebeu que o cacto tinha espinhos
E pensou que não ia dar
Como posso suportar?
O cacto às vezes era seco e de poucos amigos
Mas não tinha inimigos
Mas por sua vez, tinha força e resistência
Também tinha persistência
Capaz de suportar ecossistemas muito áridos
Como deserto, caatinga e cerrado
Já o girassol
De frente para o sol
Em busca de luz
Mesmo com os espinhos do cacto
Resolveu encarar com lealdade
Entusiasmo e vitalidade
Também houve felicidade
Até que um dia uma borboleta roxa surgiu
E foi a primeira a pousar
E o cacto até riu
A segunda borboleta foi a azul
Para a roxa fazer companhia
Nossa que alegria!
A terceira foi a vermelha
A mais espoleta
Apesar das dificuldades
Do cacto, do girassol e das borboletas
Houve muita lealdade
Que só o amor é capaz de suportar
E permanecem juntos sem desgrudar
E todo dia o cacto fala para o girassol
Você é o meu raio de sol!
BORBOLETAS
Parti leve como as borboletas.
Deixando memórias pelo ar.
Agora danço entre os jardins.
"Onde a liberdade é meu lar"
ASAS DE LIBERDADE
Parti leve como as borboletas.
Deixando memórias pelo ar.
Um sussurro doce, uma despedida.
Que o vento insiste em carregar.
Nos jardins onde a vida floresce.
Entre cores, perfumes e luz.
Minha alma agora repousa.
Onde o tempo não me conduz.
As asas levam sonhos antigos.
Pintados em tons de esperança,
E cada voo traduz o desejo.
De reviver a eterna dança.
Se me buscares, olhe o céu.
Ou sinta o perfume a soprar.
Pois eu danço entre as flores.
Onde a liberdade é meu lar.
