Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Amor mil vezes já me tem mostrado
o ser-me vida o mesmo fogo ardente,
como quem queima um dedo e facilmente
no mesmo fogo o torna a ver curado.
Meu mal, tristeza, dor, pena e cuidado,
o bem, a vida alegre, ser contente
naquela vista pura e excelente
pôs, por essa maneira, o tempo e fado.
Que veja mil mudanças num momento,
que cresça nelas todas sempre a dor
não sei, que os meus castelos são de vento!
O tempo, que vos mostra ser senhor,
por mais que contra mi se mostre isento,
há de tornar por tempo tudo amor.
Hoje está fazendo Sol
Amanhã já vai chover
Se a noite cobre o céu
Logo vai amanhecer
Nosso mundo vai girar
E o tempo, sem parar
Vai cuidar de refazer
Já tive o céu como teto, já comi oque era resto vi maldade ser vista como certo, com tudo fiquei esperto pois nas vielas tortas sair delas que não é correto, só vê maldade na minha fala quem não é de perto, pois aqui é viver ou morre e dessa história sou o vilão predileto!!!
Contos e Gírias
Carlos Semog
Preciso aprender a contar a nossa história, Porque já não é para viver, é para contar, aínda que não tenham as velas nem as rosas, apenas em volta da fogueira.
Já mensurei diversas vezes que a dádiva de viver é está vivendo plenamente com os demais humanicidas.
E que não há mais valia alguma, nem vantagem, de se sobrepor-se aos demais.
Só há graça fraternalmente.
A vantagem ilusória de ontem, pode ser no presente do futuro algo lamentável.
Bom é Amar!
Bom é solidarizar.
Cairá por terra toda soberba ainda que remanescente, naquele que julgar-se maior ou melhor por causa do que carrega.
Toda tanajura se tornará formiga outra vez pós cair-lhe sua asas.
O fatal
Ditosa, a árvore, ser apenas sensitivo,
E mais a pedra dura, que essa já não sente,
Pois não há dor maior que a dor de ser vivo,
Nem há maior pesar que a vida consciente.
Ser, e não saber nada, e ser sem rumo certo,
E o temor de ter sido e um futuro terror...
E o espanto seguro de amanhã estar morto.
E sofrer pela vida e pela sombra e por
Aquilo que não conhecemos e apenas suspeitamos,
E a carne que tente em atrativos supremos
E a tumba que aguarda com seus fúnebres ramos,
E não saber aonde vamos,
Nem de onde viemos...
Tenho Dois patos com H
Fui exercitar o corpo
O lápis apareceu em minha mão
Já montei quadrados calculados
Vejo o método, compreendo planos
Sei que algo em mim tem simetria
Lei áurea com encaixe que não rela
Uma geometria que me parece enganosa
Formas que parecem ludibriar
Preguiça em pele de lobo
Cordeiro em pele de irresponsabilidade
Disfarces que enganam até o fantasiado
Traço os pontos e não faço as linhas
As linhas feitas chegaram tarde demais
Promessas vazias e cheias ao mesmo tempo
A culpa não se disfarça e grita
O dedo que aponto é um em cinco
O dedos que me apontam é seis
Juro que tento os semicírculos
Sento no júri que me condena
Círculos, círculos e círculos
A desmotivação sem motivo não veio
A preguiça e a procrastinação sumiram
O interesse nos círculos é genuíno
A validade é até os triângulos se mostrarem
No meio de tantas formas tento e tendo
A promessa ao meu coração é a determinação
Fracasso, perjúrio, inconsistência, gelatina
Frescura, mentira, dissimulação e simulacro.
As garças sobrevoaram o céu
Não consigo ver pela penumbra
Pois as nuvens parecem laranjadas no sol
Gosto de laranja, mas prefiro manga
Suco de frutas para mim tem que ser com água.
Tão deplorável é a fraqueza da alma dos homens quando a razão já não os guia.
Quando nossa visão espiritual se abrir e compreendermos que, por meio do sacrifício de Cristo, já fomos perdoados e redimidos por sua obra redentora na Cruz, deixaremos de apenas pedir perdão e passaremos a agradecer por estarmos eternamente justificados através do nosso relacionamento com Ele.
Sim, o decreto já foi feito; e aconteceu antes da fundação do mundo. Mas que decreto? Certamente este: “Eu colocarei diante dos filhos dos homens a vida e a morte, a bênção e a maldição. E a alma que escolher a vida viverá, assim como a alma que escolher a morte morrerá.”
louco é quando já dá saudade
mesmo antes de acabar
quando o futuro e o pretérito
tocam o presente
do despertar
Halloween
A noite das bruxas chegou,
Mas não há alegria em mim,
Lembro dos que já partiram,
E do que ficou para trás.
Vejo as crianças fantasiadas,
E sinto um aperto no coração,
Lembro de quando eu era criança,
E o Halloween era uma diversão.
Mas agora, é só tristeza,
E saudade de quem se foi,
O Halloween é um lembrete,
De que a vida é passageira.
Espero que um dia,
Eu posso voltar a me alegrar,
Com o Halloween,
Mas até lá,
Vou guardar as minhas memórias,
E sorrir pelas lembranças.
ora pedindo aquilo que não tem, mas...
não valoriza aquilo que já conquistou.
tem saudade do passado, sonha com o futuro, despreza o presente, consequentemente quando vê...
passou.
De todas as coisas estúpidas que já vi a religião obrigar as pessoas a fazerem, pedir perdão a Deus por ser exatamente da forma como ele fez me parece uma das maiores e mais risíveis. É como se o filho que nasce com alguma deficiência física tivesse que pedir perdão a seu pai pelo órgão ou membro defeituoso.
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