Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Sua falta me falta vida.
Sua ausência, é ausência de de risos.
Agora já não existe ponte.
Teu amor me dá asas.
Suspeito que as ondas mornas que envolviam meus movimentos, não eram do verão que já se ia, pois tu adornas o estio da estação.
No tempo, para alguns, a pergunta é: ONDE ESTÁ O ERRO? Já para outros, ela se inverte: QUAL FOI O MILAGRE? ou QUAL FOI O ACERTO? A verdade é que só A VIDA pode responder. Ela é UM SOL que abrange seu brilho a todos. Uns se deixam levar pela luz desse sol, outros preferem sombras, e assim, os caminhos vão mudando diante desse sol ao passar dos anos. Ao final, uns dirão: VALEU MUITO A PENA. Outros refletirão: EU SOBREVIVI. Essa é a vida e não há como fugir disso. Só espero dizer amanhã que tudo valeu, e valeu muito, porque agora, é indeciso, incerto... Porém, ESPERANÇOSO.
A gente percebe que já cresceu quando perde o medo de lutar, quando passa a enxergar a face da vida sem maquiagem. A gente percebe que já cresceu quando a inocência deixa de existir dando lugar a descoberta de maldades, de soberbas, de invejas, de enganos e diversas frustrações que a vida não deixa passar. Mas é assim... Não há como fugir do que a vida é.
Essa história de ser sábio e paciente, já transcendi. Minha sabedoria me manda ir direto na jugular...
Catavento
Agora já foi
Perdeu-se no vento
Do seco relento
Na brisa de Março
Marcando o compasso
De um breve momento
Ligeiro e escasso
Como um catavento
Girando ao acaso
Na busca de um laço
Em seu movimento
Ela foi tudão, entrou com emoção
Ela fez bagunça dentro do meu coração.
Ela foi demais mas hoje já não faz,
Aquele desatino que fazia tempo atrás.
Agosto já vai embora sem deixar o tal gosto. Gosto do choro dos céus. Já andamos à muito tempo nesta arte de desgosto e renovação das águas e da esperança viva e fogo. Que venha o Setembro sem guerra. Que encha cada barragem pressa nos olhos de quem já não chora, de quem perdeu o curso do rio da vida. Que venha com a única coisa nesses dias. A chuva. de resto manteremos a mão estendida. A Deus e aos homens de arado, aqueles de gravata e da terra que desgasta.
O pai dele estudava ali perto da igreja e ele ia junto. A mãe já falecida deixara os dois no apartamentinho de aluguéis atrasados. Conforme os anos iam passando ele ia ganhando mais confiança para andar pela faculdade. Primeiro sentava no corredor onde recebia cafunés dos professores de contabilidade, depois ganhou a cantina com a televisão de som baixo, e mais pra frente o jardim. Roçando a sola do tênis nas pedras úmidas notava sempre uma luz acesa no prédio do outro lado da rua, apenas isso. Por conta de uma aula que um dia não teve, prova que o pai sorriu ao saber do adiamento, agendaram para uma tarde, uma semana mais para frente. Neste horário muitas salas ainda estavam trancadas, mas os fins dos corredores eram menos assustadores. Olhou para cima e viu dois olhos dentro de um capuz vermelho que se esconderam ao serem flagrados. Curioso, caiu os olhos para a recepção do prédio e notou enfileirados alguns seres com as mesmas roupas vermelhas que tentavam disfarçar de forma um tanto engraçada as suas entradas no grande edifício espelhado. Colocou então, pela primeira vez, os pés desacompanhados na rua e com o coração saltitando pegou a primeira escada que encontrou. Pelos degraus cruzou com uma mulher careca que carregava desequilibrando várias xícaras e louças. Subiu sem portas para sair, até que chegou ao topo. Lá os grandes encapuzados tomavam seus chás e conversavam, repetindo uma única e mesma palavra. Engatinhou por entre as pernas mas engatou em uma das sandálias e foi puxado de surpresa pela gola do casaquinho com estranha leveza. Ao ser indagado com um “glunck” teve a ideia de repetir o mesmo som. Todos da mesa ficaram pasmos. O da ponta então levantou da mesa com dificuldade e trouxe um manto exatamente do seu tamanho aos aplausos de todos. Tomaram chá com calma e depois, um a um, foram pulando lá de cima e entrando nas janelas de outros prédios mais abaixo. O menino com medo de voar desacompanhado pela primeira vez, tentou descer o máximo que pode pelas janelas, mas resvalou e foi parar no jardim do outro lado da rua. Ao ser indagado pelo pai sobre o capuz, minutos depois, com a prova feita faltando uma questão, respondeu que tinha ganhado lá em cima do prédio de um grupo de “coisos” engraçados. Com os olhos contra o sol, olharam com dificuldade para o topo. O menino feliz e o pai pela primeira vez julgando com o canto da boca as histórias do menino; desacompanhados.
O tempo é rei, as vezes contra e as vezes aliado, uns fazem dele suas asas, já outros, seu próprio cadeado.
Você vai fracassar. Ou já fracassou. Em algum momento, em alguma situação ou até mesmo em mais de um, mas o que você irá fazer com esta adversidade? Vai desistir, sentir pena de si mesmo, quem sabe até mesmo pensar, por que isto tinha que acontecer justo com você? Ou você irá levantar, fazer um plano e voltar para a batalha, com mais experiência, mais maturidade e com muito mais conhecimento?
Você já fez de tudo,
você veio e me fez amar,
você me conquistou,
E então, você foi,
o amor apagou,
você voltou,
e viramos amigos,
e reacendeu, o que já estava adormecido,
mas, então, agora você perdeu,
agora já acabou...
Você era meu tudo, e às vezes meu nada, me deixava confusa e desesperada.
Despertar é o detalhe mais lindo do amanhecer, é quando constatamos que Deus já esteve ali no primeiro instante do dia.
Pois se abrimos os olhos mais uma manhã é porque ele com a sua grandiosidade nos permitiu.
A velhice faz parte da vida, tudo envelhece. Só não terá rugas quem da vida bebeu pouco. Se já bebeu da juventude, por que negar beber a velhice? O cálice é o mesmo. Esconder as marcas do tempo, é esconder o que se viveu.
“1 segundo é tudo o que você precisa para mudar a sua vida! Não importa o que você já tenha feito no seu passado o que você já tenha feito na sua vida! A única coisa que importa, é este momento! Então diga para você mesmo. Eu escolho vencer, eu escolho ser a minha melhor versão, independente das pedras que colocarem no meu caminho EU ESCOLHO VENCER, pois é impossível vencer alguém que nunca desiste”
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