Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Esse nada já preenche minha alma faz anos. Era uma vez uma menina feliz , esperançosa e com sonhos. Era uma vez pessoas que tiraram tudo dela. Era uma vez uma menina vazia.
Mesmo com uma internet boa, esse tal SIAP cai e derruba tudo que já foi digitado, pensei que a culpa era minha... !@#$%¨&*§ªº°... e faz a "média" errada.
Lai a procura de Agustina Bessa-Luís
Já tinha escrito uma vez como conheci Agustina. Foi no museu da Língua portuguesa. Foi em um sábado, eu e as moscas. Nunca vou em exposição, a única exposição que frequento com prazer, sem tédio, tipo: me tirem daqui! É das flores, das gaivotas, dos patos, das gramas e do mar... Foi um amigo que tive aqui no facebook que um dia me perguntou: Terá uma exposição da Agustina Bessa no museu da língua portuguesa ai em SP, você vai? Sabedor que era do meu fascínio por essa mulher, fez por bem me avisar. É claro que fui. O que me deixou furiosa não foi ter sido eu a única visitante naquele dia e não duvido nada que em todos os outros dias também. O que me incomodou foi não ter nenhum livro dela ali exposto ou alguém contando a sua história. Só havia fotos dela e nada mais. Olha, sei que vocês devem estar desconfiados, mas tempo depois aquilo lá pegou fogo e juro que não tenho nada com isso.
Ai um dia me deu na telha: vou para o Porto. Porque o Porto e não Lisboa? Por causa do vinho. Todo mundo na minha vizinhança fala desse vinho e eu pensava com meus botões: que raios tem esse vinho que os outros não tem? E também queria só de raiva conhecer Agustina Bessa e dizer a ela onde já se viu uma exposição daquelas. Pedi para um amigo bem informado que mora no facebook, um advogado de nome... melhor esquecer o nome, se ele saberia dizer onde morava a Agustina. Respondeu que iria confirmar e depois de me fazer esperar uma semana e alguns dias, passou o endereço e eu anotei. Para quem não sabe o esposo da Agustina é advogado e foi encontrado por ela nos classificados. Sorte grande teve o estudante de direito Alberto Luís ao responder o anúncio. Não sei por que digo isso, talvez pelo mesmo motivo que a malta portuguesa tem de dizer séculos depois que o pobre do Camilo esteve preso na cadeia da relação por adultério.
Um belo dia entrei naquele avião sem medo e sem asas e atravessei o oceano. Somente vim a descobrir a grandiosidade e a delicia que é esse oceano Atlântico na Vila do Conde, quando em uma bela manhã calma e ensolarada eu vi com esses olhos que a terra não há de comer a nau (uma miniatura tamanho gigante) de Cabral e meus olhos se encheram de lágrimas diante de tanta coragem daquele homem teimoso como uma mula.
Hoje quando penso nisso meu coração ainda pula. Por causa de Cabral? Não mais, agora é por causa de mim mesma.
E aqui, fiquei saracoteando por ai. Conheci Camilo Castelo Branco, sua última morada e fiquei estarrecida com seu paradeiro. Os dias passando... Até aquela tarde em que eu caminhava feliz como uma noviça pela Rua Campo Alegre, e então a surpresa. Foi como se alguém tivesse segurado meu pescoço e dito: Olha! E fiquei assim tipo estatua olhando para aquela placa com o nome de uma rua. Sabe quando você vê algo que queria e não esperava, fiquei ali olhando, dando voltas sobre ela, parecendo um altar de adoração. Como fiz para chegar até a casa contei isso no verão passado.
E contei também da moça que estava no andar de baixo e eu olhei... E a chamei e ela veio e me mandou ir ate o portão de entrada e eu fui... A empregada atendeu. Empregadas são treinadas para serem muralhas... Mas eu pedi a ela e ela disse que iria levar meu livro para ser autografado. Não era isso que eu queria. Mas entre isso ou o nada. Preferi isso. Foi e quase não voltava mais. É que o Dr. Alberto Luís deve ter levado longo tempo lendo a crônica da Agustina no livro de vários autores que eu tinha. Ou estava ocupado sei lá, não me disseram... Sei que ela voltou com seu passo apressado, não sei o que deixa essas mulheres assim tão pesadas. Entregou-me o livro que carregava nas mãos como se fosse um empecilho dos seus afazeres e fechou o portão. Ali estava a dedicatória... Não era isso...Não era isso sua mula. Quem era mula? Eu ou ela? Não sei quanto tempo fiquei ali parada na porta de ferro verde. Minha mão batia no nada e eu dizia: Não é isso, não é isso... volta aqui!
Tentei encontrar um buraco de ferrugem onde eu pudesse olhar...
Dei uns passos atrás e sentei em um resto de muro. Ah, foi tão triste. Queria tanto dizer, queria tanto que sentissem o tamanho da minha tristeza naquele dia. Se soubessem viriam aqui e derrubariam todas as portas, abririam todas as trancas... Teria que fazer algo não podia ficar ali parada.
Dei umas voltas pelos restos do que foi um dia uma aldeia e hoje esta cortado por uma rodovia dupla e rodopiei como se estivesse caindo em um labirinto.
Toquei com os olhos e com as mãos cada pedaço daquela quinta. Olhei através das janelas e encontrei as nuvens e o céu azul, tão lindo.
Fechei os olhos e imaginei como era a vida daquela mulher quando ali existia esperança e vida.
Lai em a vida como ela é os poetas da sua vida
“A idéia de que a educação é um direito é uma das mais esquisitas que já passaram pela mente humana. É só a repetição obsessiva que lhe dá alguma credibilidade. Que é um direito, afinal? É uma obrigação que alguém tem para com você. Amputado da obrigação que impõe a um terceiro, o direito não tem substância nenhuma. É como dizer que as crianças têm direito à alimentação sem que ninguém tenha a obrigação de alimentá-las. A palavra 'direito' é apenas um modo eufemístico de designar a obrigação dos outros.”
Sinto saudade de tudo o que tive e hoje já não tenho mais,
Sinto saudade de uma cultura que mudou a minha vida,
Sinto saudade de uma educação que não prega mentiras,
Sinto saudade de um lugar que mostra que o amor não é comprado pelo dinheiro,
Sinto saudade de um passado que não foi transformado para ter um futuro melhor,
Sinto saudade de mim...
Geralmente, quando uma pessoa encontra outra a qual não à via já por um certo período de tempo, imediatamente solta uma frase do tipo “o tempo não passou para você em”. Passou, passou sim, ela que não ficou parada vendo o tempo passar, não parou no tempo, não se acomodou, não mergulhou de cara na rotina esperando a generosidade do tempo. Ela cuidou da mente, lembrou-se da dieta, correu com o corpo, mordeu o lábio de desejo mais não se entregou, enfim, ela não se deixou levar pelas ilusões do tempo.
Você já imaginou um passarinho gostar de uma florzinha, ele pousaria ao lado dela todos os dias, assim você pode fazer para quem gosta de você...
Você já sentiu isso? Uma marca tão profunda, de se ter que rebobinar seus pensamentos para a encontrá-la ?
Existe uma sensação única, que poucas pessoas talvez já sentiram.
Não deve ser confundida com paixão, talvez até pareça, mas é um sentimento maduro, sólido, e não se trata de ilusão.
Ao contrário da paixão que surge quando nos encantamos por qualidades e semelhanças, esse sensação única se baseia em diferenças, companheirismo, superação.
É a certeza, não achismo, mas certeza de que só há uma pessoa com a qual podemos dividir o teto e o coração, por toda a vida.
Quando essa sensação surgir, você lembrará com um sorriso bobo, daquele primeiro "Olá" que nunca viraria "Adeus"
Amar e saber que a vida vai , amar-se e compreender deixar-se só onde tudo já não e mais uma dualidade , atravessar ruas , avenidas , caminhos , ser covarde consigo mesmo , o medo nada mais e que vontade de querer coexistir , a gente fecha os olhos , antecede o passo e vai se amando em ser um onde era "dualidade"
Já pensou que triste você ter uma amiga que não fale nenhuma bobagem, ou que não aguente ouvir as suas? Deus me livre!!!
Deixe sempre com uma palavra de carinho aqueles a quem você ama. O instante seguinte já não nos pertence...
Uma conquista não significa que podemos descansar, o sucesso do chão já percorrido é apenas combustível para podermos prosseguir.
A vida é uma mera ilusão.
Quando abrimos os olhos, tudo passou, como um piscar de olhos.
Já se foi. Sem volta. Sem remédio.
Dizem que todos os “fortes” uma hora cansam e hoje é a minha hora. Já não consigo mais me fazer de forte por ter me tornado gente grande, tudo o que eu mais queria era chorar e implorar o colo da minha mãe ou o de qualquer outra pessoa no mundo que me passasse confiança, receio que o que eu mais precise é me sentir amada, compreendida e não tachada como a pior pessoa do mundo só por ser assim, tão eu.
O impossível é só uma questão de o quanto isso realmente é importante pra você. Já fez algo pra realizar o seu sonho hoje?
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