Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Há uma doença que anda entre os humanos, até se descrebrir o autor poderia estar morto, ou já ter morrido por esta doença. Consegues ver qual é?

"Já quis ser uma borboleta, dessas bem coloridas...
- Borboletas parecem com crianças!"
Haredita Angel
04.10.12

Não se engane com o calendário: há maturidade em quem tem 20 e uma alma de menina em quem já passou dos 30

Já que os bozolóides amam tanto os EUA, desejo que todos consigam uma passagem só de ida para OHIO!
O raio que os parta!

“Aquele que persevera, mesmo no limite de sua resistência, já carrega em si uma forma de vitória, pois há triunfo no próprio ato de tentar.” — Leonardo Azevedo.

julie.


Há uma menina que ainda não existe no mundo, mas que, de alguma forma, já existe dentro de mim.


O nome dela vai ser Julie.


Eu ainda não sei quando ela vai chegar. Não sei se será daqui a alguns anos, se a vida vai demorar para colocá-la nos meus braços ou se o destino ainda está decidindo se nossos caminhos realmente precisam se encontrar. Talvez ela nem saiba que eu já penso nela. Talvez, enquanto eu escrevo isso, ela esteja em algum lugar que eu jamais poderia imaginar, vivendo uma vida que ainda não tem nenhuma relação com a minha.


Mas eu já a amo.


E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas sobre o amor de um pai. Ele pode começar antes mesmo de existir um rosto para olhar.


As vezes eu me pego imaginando os olhos dela. Não sei exatamente como serão, mas já consigo imaginar a maneira como eles vão me procurar quando ela estiver assustada, quando precisar de colo ou simplesmente quando quiser encontrar o pai no meio de uma multidão. Imagino o sorriso, o jeito de falar, as manias que provavelmente vão me tirar do sério e, ainda assim, fazer com que eu queira guardar cada uma delas para sempre.


Imagino seus primeiros passos pela casa.


Imagino a voz me chamando de pai.


E acho que é nesse momento que eu percebo que existe uma versão de mim que ainda não conheço.


O pai da Julie.


Talvez ela transforme completamente a minha vida sem sequer perceber. Talvez eu passe a dirigir mais devagar, a olhar o relógio com mais frequência, a pensar duas vezes antes de tomar certas decisões. Talvez minhas preocupações deixem de ser apenas sobre mim. Talvez eu descubra que existe alguém capaz de ocupar um espaço dentro de mim que eu nem sabia que estava vazio.


Eu imagino uma menina pequena segurando meu dedo com a mão inteira.


E acho que, naquele instante, eu entenderia que faria qualquer coisa por aquilo.


Não porque ela teria feito alguma coisa para merecer.


Não porque ela precisaria me devolver alguma coisa.


Mas simplesmente porque seria minha filha.


Esse é o amor que ainda não conheço, mas que já consigo sentir chegando de longe. Um amor que não pede reciprocidade, que não depende de respostas, que não precisa ser escolhido todos os dias porque já nasceu decidido. Um amor que provavelmente vai me ensinar que existem pessoas pelas quais você não pensa duas vezes antes de colocar o mundo inteiro nas costas.


Eu penso na Julie crescendo.


Na primeira vez que ela cair e olhar para mim esperando que eu diga que está tudo bem.


Na primeira vez que ela chegar em casa chorando porque alguém machucou seu coração.


Na primeira vez que ela quiser sair sozinha e eu precisar aprender que protegê-la também significa deixá-la ir.


Talvez eu seja aquele pai meio bobo que vai querer saber onde ela está, com quem está, se chegou bem. Talvez eu seja exageradamente protetor. Talvez eu precise aprender, todos os dias, que ela não nasceu para viver dentro das minhas mãos, mas para construir a própria vida.


E mesmo assim, em algum lugar dentro de mim, sempre vai existir aquele homem olhando para uma menina pequena e pensando:


"Como pode alguém tão pequena significar tanto?"


Eu não sei como serão os olhos dela.


Não sei se ela vai gostar de música, de livros, de filmes, de desenhar ou de qualquer coisa que eu imagine hoje.


Não sei se ela vai parecer comigo.


Não sei se vai torcer para o Palmeiras(mas deveria)


Não sei se vai herdar meu jeito, minhas manias ou se vai ser completamente diferente de mim.


E talvez seja justamente isso que torne tudo tão bonito.


Porque eu não amo uma pessoa que conheço.


Eu amo a possibilidade dela.


A possibilidade de um dia abrir uma porta e encontrar uma menina correndo na minha direção.


A possibilidade de ouvir uma voz dizendo "papai".


A possibilidade de segurar alguém nos braços e perceber que, depois daquele momento, minha vida nunca mais vai ser somente minha.


Julie ainda não sabe se vem.


Eu também não sei quando.


Mas, se um dia ela vier, espero que encontre em mim um lugar seguro para voltar.


Espero que ela saiba que pode errar sem deixar de ser amada, cair sem ter vergonha de pedir ajuda, crescer sem medo de me perder.


Espero que, quando ela for grande o suficiente para entender essas coisas, saiba que antes mesmo de existir para o mundo, já existia em meus pensamentos.


Que antes de eu conhecer seu rosto, eu já imaginava seus olhos.


Antes de ouvir sua voz, eu já imaginava como seria escutar "papai".


E antes de poder segurá-la no colo, eu já sabia que, se a vida me desse a oportunidade de ser o pai dela, eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que ela nunca duvidasse do quanto é amada.


Talvez esse seja o maior sonho que eu ainda não vivi.


Uma menina chamada Julie.


A menina do papai.


Uma pequena pessoa que ainda não chegou, mas que já ocupa um pedaço enorme de um coração que nem sabia que estava esperandp por ela.


E quando ela finalmente chegar, se chegar, talvez eu olhe para aqueles olhos que passei tantos anos imaginando e perceba que eu estava errado sobre uma coisa.


Porque talvez eu tenha passado a vida inteira tentando imaginar como seria amar minha filha.


Quando na verdade, bastaria conhecê-la

⁠por uma geração onde as pessoas deixem claras as suas intenções. já não tenho mais tempo pra amores confusos. tem hora pra tudo, e tem momentos q cansa, será que simplesmente falar o que sente é tão difícil assim? qual a graça em brincar, iludir e atrasar o futuro dos outros? chega a ser impressionante como existem pessoas na sociedade e no mundo, que achem graça em fazer esses tipos de atitudes. o amor é tão bom quando se é de verdade, algo simples onde o pouco agrada, onde sem nem falar, tudo vira palavra, o vento se torna canção, e a companhia vira paz.

⁠Molhar e salvar uma planta que já estava seca é como plantar.

Vi uma estrela se mexendo ontem ou antiontem e já nem sei mais se vi.

Sinal claro de inteligência é uma inquietação e desconfiança constante; já o sinal dos tolos e ignorantes é fazer arminha!

Bilhões sem amor são apenas papel e números frios; já uma alma pura, guiada pelo respeito, possui uma riqueza que valor algum consegue comprar.

A verdadeira crueldade está em pisar em quem já carrega uma dor invisível, transformando uma condição de saúde em motivo de humilhação.

É de uma covardia sem tamanho pisar em quem já carrega o peso da rejeição, humilhando pessoas puras só porque suas mentes funcionam de um jeito diferente.

Pressionar, rotular e ridicularizar quem já carrega uma dor pesada no peito é uma afronta ao Salvador; desperta para a luz e troca o desprezo pelo respeito fraterno.

É de uma crueldade sem tamanho humilhar quem já carrega lutas tão pesadas na mente; a sociedade ataca o que é puro porque perdeu a capacidade de compreender a inocência.

Se me deres uma flor, já me fizeste rico.

Curioso como alguém só percebem o brilho de uma estrela quando ela já está iluminando outro céu. Certas pessoas têm esse hábito estranho de confundir presença com garantia.

INSIGHTS. PARECE QUE ISSO JÁ ACONTECEU.
Quantas vezes nos encontramos diante de uma paisagem, de uma pessoa, de uma situação ou mesmo de uma conversa e somos tomados por uma estranha sensação de familiaridade. Surge então a impressão de que aquele instante já foi vivido anteriormente. Para muitos, trata-se apenas de uma curiosidade psicológica. Sob a ótica espírita, entretanto, esse fenômeno pode encontrar explicação mais ampla na continuidade da existência da alma.
Em "O Livro dos Espíritos", ao abordar a pluralidade das existências e as ideias inatas, os Espíritos esclarecem que nenhum progresso legítimo se perde. Cada experiência vivida, cada aprendizado conquistado e cada vitória moral alcançada permanecem gravados no patrimônio espiritual do ser.
Quando Allan Kardec pergunta se o Espírito encarnado conserva algum traço dos conhecimentos adquiridos anteriormente, a resposta é clara:
"Resta-lhe uma vaga lembrança, que lhe dá o que chamamos ideias inatas."
Essa vaga lembrança não se manifesta como uma recordação completa dos acontecimentos passados. Ela surge sob a forma de tendências, aptidões, percepções intuitivas e inclinações naturais que muitas vezes surpreendem o próprio indivíduo.
Assim compreendemos os casos de crianças prodígio, de pessoas que demonstram extraordinária facilidade para línguas, música, matemática, filosofia ou artes sem aparente preparação proporcional. Segundo a Doutrina Espírita, não se trata de privilégio arbitrário, mas de conquistas realizadas em existências anteriores.
O Espírito afirma ainda que os conhecimentos adquiridos jamais são perdidos. Durante a encarnação, a matéria impõe um véu temporário sobre as recordações do passado, mas a intuição permanece atuando silenciosamente. É ela que auxilia o progresso contínuo da alma, impedindo que cada existência seja um recomeço absoluto.
Também é importante compreender que as vidas sucessivas não são cópias umas das outras. As circunstâncias podem mudar profundamente. Um indivíduo rico pode renascer pobre. Um governante pode retornar em posição humilde. Um sábio pode reaparecer em ambiente simples. Todavia, o patrimônio moral e intelectual conquistado acompanha o Espírito, constituindo a base de seu desenvolvimento futuro.
Dessa forma, certos "insights" repentinos, determinadas afinidades inexplicáveis, talentos precoces e percepções intuitivas podem ser compreendidos como reflexos dessa memória profunda da alma. Não são recordações precisas, mas ecos sutis de experiências acumuladas ao longo da jornada evolutiva.
O Espiritismo nos convida a enxergar o ser humano como um viajante milenar. Aquilo que hoje somos resulta não apenas das experiências da presente existência, mas também da longa sucessão de aprendizados que o Espírito realizou através dos séculos. Cada conquista permanece. Cada esforço edificante se conserva. Cada virtude desenvolvida torna-se patrimônio imperecível da consciência.
Fonte: O Livro dos Espíritos, Parte Segunda, Capítulo IV, "Pluralidade das Existências", item 218 a 219.
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"Quem cultiva uma pequena esperança hoje já começou a construir o amanhã."

Veio só aquele aperto seco no peito, tipo quem reconhece uma cicatriz antiga, aquela que já não sangra mas ainda dói quando aperta no lugar certo.