Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
lembro-me dos teus olhos negros e uma chama se acende em mim.
ás vezes sinto que se eu o encarar por muito tempo, posso me perder dentro deles, como pode me olhar com tamanha escuridão e iluminar meu coração inteiro?
Eu não devo aceitar que minha inteligência seja uma maldição. Preciso, no entanto, compreender que parte da sociedade é equivocadamente abortiva.
Eu gosto do esporte, uma fraqueza compreensível, porém, não é só de fraquezas que vive alguém que necessita de emoção.
A minha intimidade com Deus está num nível tão alto, que quando uma pessoa quer me contar algo,eu já sabia.
DESALENTO
Eu fujo da minha mente pra não lembrar,
Porque ainda não encontrei uma maneira de esquecer.
E mesmo que pareça exagero, foi dos meus olhos que
centenas de lagrimas caíram.Foi eu que senti tanto que já
não havia nada que pudesse me fazer continuar.
Me arrastei até sentir que poderia ficar de pé outra vez.
Eu sentia tanto vazio que não conseguia me olhar.
E eu pensava que o tempo seria a cura.Eu esperei, tão
impaciente,tão desesperada que dormia chorando.Eu rezei,
implorei, tão despedaçada que não sabia mais de mim.
Porque a única coisa que eu queria muito era não sentir que
ainda amava.O tempo vai levando o peso, vai deixando leve
a caminhada solitária.Mas o tempo não é a cura.Não há cura,
Há apenas uma resistência que se adquire.Uma rocha que se
Constrói pra que não te derrubem mais.
Em certo dia, quando eu escrevi uma poesia, embora apaixonado, eu estava tratando da grande dificuldade que eu tinha e tive na vida de me entregar plenamente a uma pessoa.
Lembro-me
quando eu a escrevi.
Eu fiz essa coisa mais triste que eu já escrevi.
Entre as linhas, a dor que me acompanha,
Um desejo latente de um amor pleno,
Mas o medo, uma sombra constante,
Impede-me de me entregar por inteiro.
As palavras ecoam no papel,
Como um grito sufocado de anseio,
Sonhos de uma entrega total,
Reprimidos por um coração receoso.
Cada verso, uma lágrima disfarçada,
Cada estrofe, um lamento silencioso,
A poesia, um reflexo da alma ferida,
Ansiando por um amor que não conhece limites.
Escrevo com a esperança de um dia
Poder viver o que minha caneta descreve,
Um desejo transformado em realidade,
Um amor que me permita ser vulnerável e livre.
Até lá, continuo a compor
Minhas tristes melodias de saudade,
Na espera de que a poesia,
Um dia, deixe de ser um desejo,
E se torne a minha verdade.
Metade de mim em uma só poesia e conexão
Eu tô carente desse amor que me liberta,
Que me deixa leve, feito brisa na janela,
Tô carente dos teus olhos, abismos de melancolia,
E desse sorriso branco, feito neve que acaricia.
Eu tô carente do teu olhar que despedaça,
Dessa boca quente que reverte o vazio em vida,
Tô com saudade da tua face, a mais linda tela,
Me pedindo: Fica, só mais um segundo, na espera.
Tô tão carente, feito um prisioneiro sem grades,
Com vontade de desafiar o mundo, em suas duras fases,
Ser pra sempre o guia, o farol do teu coração,
Sou a metade de um amor que vibra, uma eterna canção.
Sem você, a solidão me devora,
Sem você, sou menos que a metade,
Uma alma perdida, num mar sem maré,
Vagando na saudade, esperando teu "volta, amor, vem cá".
Fui distraída no meu melhor momento para passar por várias humilhações por meio de uma pessoa que eu já tinha tirado da minha vida e burra fui dar mais uma oportunidade para ele mostrar que não presta.
Ele me iludiu brincando com os meus sonhos.
Mas a maior culpada fui eu.
Agora espero ter aprendido.
Não serve mais nem como amigo.
Coisa que nunca foi.
Nunca será.
Assim como Judas jurou, beijou o pé e falou de amor.
Depois, traiu, mentiu e me fez chegar as vias de fato.
Me denunciou por não ser hipócrita.
E no mesmo dia, voltou a bater na minha porta!
Eu fui chamado por Deus e discipulado na Igreja Metodista do Brasil, e uma das coisas que mais me impressionaram nos Metodistas, e que eu carrego na minha essência, são a vida e obra de João Wesley. Quando você lê e estuda sobre Wesley, existem relatos inspiradores, e um deles foi sobre o dialogo de algumas pessoas dizendo: “O que vocês vão ver naquele homem?” “E eles respondiam: “A gente fica vendo ele pegar fogo”; “Ele incendeia”! Nos precisamos voltar a ser tições retirados do fogo, precisamos voltar a queimar, precisamos voltar a incendiar quem está nos ouvindo e vendo. No Abba, que disse: O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará (Levítico 6.13).
A quatro níveis de relação entre uma pessoa e Cristo:
1º Tudo eu e nada de Cristo.
2º Eu e Cristo.
3º Cristo e eu.
4º Não eu, mas Cristo em mim.
Orar por uma pessoa é declarar “eu te amo” no lugar secreto, é expressar o amor no quarto de oração; portanto, orar pelo próximo é desejar o bem a ele, é ficar na brecha por ele, é amá-lo sem plateia.
Eu fui envolvida pelo Amor de uma Graça maravilhosa, sua fonte é Jesus. O Seu amor por mim é inexplicável, não vejo nada em mim que possa atraí-Lo. Seu Amor não depende de nada que eu faça, pois Ele simplesmente me ama!
Eu e você só teremos noção do estrago que geramos na vida de uma pessoa, quando a mesma situação acontecer em nossa vida, com o mesmo estrago. Portanto, cuidado com a lei da semeadura, pois a Bíblia diz que tudo que semearmos, isso colheremos.
(Gl 6.7-8)
Eu aprendi uma lição para o resto da vida. Ninguém perde amizades, oportunidades e nem relacionamentos quando começamos a colocar certas pessoas em seus devidos lugares. O que perdemos são aproveitadores, abusadores, manipuladores, narcisistas e sanguessugas.
“Eu quero saber de você: o que te faz ser você?” abre uma pergunta enorme
talvez uma das mais difíceis que podemos fazer a alguém. Fiz a crônica como um diálogo com a própria existência, filosófico e poético.
O Que Te Faz Ser Você?
Eu quero saber de você.
Mas não quero saber apenas o seu nome, onde nasceu, o que faz da vida ou quantos anos carrega nos ombros.
Isso tudo são informações.
Eu quero saber de você.
Quero saber o que existe quando todas essas respostas acabam.
O que te faz ser você?
Talvez ninguém saiba responder imediatamente.
Passamos boa parte da vida aprendendo a explicar o mundo e quase nenhuma aprendendo a explicar a nós mesmos.
Sabemos dizer onde moramos, mas nem sempre sabemos onde nossa alma se sente em casa.
Sabemos contar os anos que vivemos, mas dificilmente conseguimos contar quantas vezes tivemos de nascer novamente dentro da mesma vida.
Por isso, quando pergunto quem é você, não me mostre apenas suas conquistas.
Mostre-me também aquilo que você perdeu.
Porque há pedaços de nós que foram construídos justamente pelas coisas que não puderam ficar.
Conte-me sobre os caminhos que deram errado.
Sobre as portas que se fecharam.
Sobre as pessoas que partiram.
Sobre os sonhos que você precisou enterrar em silêncio enquanto continuava sorrindo para que ninguém percebesse o funeral acontecendo dentro de você.
Talvez você seja um pouco de tudo isso.
Somos feitos de presenças, mas também de ausências.
De encontros e despedidas.
De palavras que ouvimos e de outras que passamos a vida esperando alguém dizer.
Há pessoas vivendo dentro de nós que talvez nunca mais veremos.
Um gesto do nosso pai.
Uma frase da nossa mãe.
O sorriso de alguém que amamos.
Um conselho que na juventude parecia inútil e que, muitos anos depois, tornou-se uma espécie de bússola.
Somos uma casa construída por muitas mãos.
Algumas permaneceram.
Outras passaram apenas por alguns minutos.
Mas deixaram alguma coisa sobre a mesa da nossa existência.
Talvez seja isso que torna tão difícil responder à pergunta:
Quem sou eu?
Porque não somos uma coisa terminada.
Somos verbo.
Estamos acontecendo.
O homem que acordou esta manhã já não é exatamente aquele que adormeceu ontem.
Alguma lembrança atravessou a noite.
Alguma preocupação amadureceu.
Alguma esperança nasceu discretamente.
Talvez alguma ferida tenha cicatrizado um milímetro enquanto dormíamos.
A vida trabalha em nós mesmo quando não percebemos.
E existe ainda outra coisa.
Você também é aquilo que ninguém vê.
Existe uma versão sua que aparece nas fotografias, nas conversas, nas festas, no trabalho, nas redes sociais.
E existe aquela que fica sozinha quando a porta se fecha.
Essa me interessa profundamente.
Quem é você quando não existe plateia?
Quem é você quando ninguém está olhando?
O que você pensa antes de dormir?
Que conversa mantém consigo mesmo diante do espelho?
Quais são os medos que jamais confessou?
Quais sonhos ainda protege do mundo porque tem medo de que alguém ria deles?
Quais lágrimas você engoliu para parecer forte?
Talvez o verdadeiro rosto de uma pessoa comece justamente onde termina a necessidade de parecer alguma coisa.
Porque passamos anos construindo personagens.
Queremos parecer fortes.
Inteligentes.
Felizes.
Resolvidos.
Mas chega um momento em que a vida começa a retirar nossas máscaras uma por uma.
E isso dói.
Até descobrirmos que perder uma máscara não significa perder a identidade.
Às vezes significa finalmente encontrá-la.
Por isso eu quero saber de você.
Não da versão perfeita.
Essa não me interessa.
Quero conhecer suas contradições.
A coragem que mora ao lado do medo.
A esperança que algumas noites dorme abraçada ao desespero.
A fé que às vezes pergunta.
O amor que às vezes se cansa.
A força que também precisa sentar no chão e chorar.
Porque talvez ser humano seja exatamente isso:
carregar dentro do mesmo peito coisas que parecem impossíveis de conviver.
Somos luz e sombra.
Certeza e dúvida.
Saudade e esperança.
Ontem e amanhã tentando aprender a dividir o mesmo coração.
E talvez aquilo que realmente nos define não sejam nossas respostas, mas as perguntas que tivemos coragem de continuar fazendo.
Quem sou?
Por que estou aqui?
O que fiz com o amor que recebi?
Quem se tornou melhor porque passou pela minha vida?
O que permanecerá de mim quando meu nome deixar de ser pronunciado?
No final, talvez descubramos que aquilo que nos faz ser quem somos não está nos títulos,
nos bens ou nas histórias que contamos sobre nós mesmos.
Está nas marcas invisíveis.
Nas pessoas que amamos.
Nas vezes em que fomos feridos e decidimos não transformar nossa dor em crueldade.
Nas vezes em que poderíamos ter desistido e permanecemos.
Nas vezes em que pedimos perdão.
Nas vezes em que perdoamos.
Nas vezes em que ninguém estava olhando e, ainda assim, escolhemos fazer o que era certo.
Talvez sejamos, sobretudo, aquilo que escolhemos fazer com tudo aquilo que a vida fez conosco.
Por isso, quando eu disser:
“Eu quero saber de você”,
não me entregue apenas sua história.
Entregue-me seus silêncios.
Suas cicatrizes.
Seus sonhos.
Suas perguntas.
Conte-me quem você era.
Quem precisou deixar de ser.
E quem ainda está tentando se tornar.
Porque conhecer verdadeiramente alguém não é descobrir todas as suas respostas.
É chegar suficientemente perto para compreender algumas de suas perguntas.
E talvez, depois de uma vida inteira procurando a resposta para “o que me faz ser eu?”, descubramos algo ainda mais bonito:
não somos apenas aquilo que encontramos dentro de nós.
Somos também aquilo que deixamos dentro daqueles que encontramos pelo caminho.
Ninguém conhece meus ideias.
Pois se hoje eu quero uma coisa, amanhã não sei mais o que quero.
Se hoje eu ainda te espero.
Talvez amanhã não espere mais.
Eu nunca mais esqueci aquele dia...foi uma vez..apenas uma vez..toquei vc..senti vc... e agora ..agora tá difícil demais de te esquecer..vc ficou gravado em mim pra sempre...
Eu te desejo tudo que tem no meu coração... então te desejo paz e bem ... e uma chuva intensa de amor ...
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