Irmao Nao Va embora
Não desista de querer vencer, ou mesmo desista de querer desistir! Aconteça o que acontecer, vá em frente! haja o que houver, enfrente!
Vá devagar, as pessoas cometem erros, inclusive você.
Não crie tantas expectativas assim.
Deixe fluir!
Não importa onde você quer chegar...
o importante é que vá com calma, fé e honestidade!
pois nem sempre quem chega primeiro ganha,
e quem pega atalhos chega primeiro....
Quem não te quer, não te merece.
É difícil mas não é impossível. Ninguém é insubstituível.
Vá cuidar de você.
Estamos entendidos?
A família é uma dádiva preciosa de Deus para nós! Não nos deixemos levar pelas vaidades do mundo, valorizemos cada vez mais e mais a nossa família.
Nesta linda noite já se faz a hora do luar !
não queres ver o que no céu se passa?
corra, vá depressa tuas retinas descansar
no espetáculo que Deus criou, é de graça!
Não carecemos de gritos, tampouco de bravura vã;
Jesus enfrentou a guerra mais cruel da história humana...
E venceu — em silêncio, sem clamar por fama.
O CONTO QUE NÃO SE CONTA
Cada história possui o lado que contamos e, aquele que ela por si só vai dizer.
Não seria diferente nesta que vamos agora prosear!
Em fins dos anos de 1960, surgia aqui no Brasil um sujeito que doravante vai figurar como protagonista de nossa narrativa.
Aqui, porque lá fora ele já dava o ar da graça, não sei se com o mesmo rosto. E, só agora, meio século de seu nascimento é que passei a conhecê-lo e ter meus primeiros contatos, afetivo e efetivo com ele, e tudo aconteceu, Plá, assim. Como um estalo. E me apaixonei. Claro, não sei se foi recíproco o sentimento. Mas foi amor, e amor à primeira vista. Quando ele me foi apresentado, logo chegou de mansinho, ali, tímido, conciso e integro. Pequenino porem forte, sua suposta timidez paradoxalmente trazia consigo muita definição.
Eu, que sempre fui amante da arte, alguma coisa mais, digamos romântica ou prosaica por assim dizer.
Fiquei embasbacado com a beleza e sutileza daquela persona.
A cautela me faz não querer contar nada a principio.
À medida que nossa relação se consolidava comecei a tornar pública minha admiração àquele jovem, de gênero ainda não bem definido aos olhos da crítica literária que ainda, salvo as exceções, permite-se negar sua identidade e seu lugar de pertença.
Digamos a pequena cidade de Guaxupé – MG. Onde nascera e, antes de demandar pânico à sociedade feminina Curitibana como O vampiro de Curitiba... Aquele jovem já se apresentava incorporado em Amanhã, Camila, A mal amada, o sabor do humano e outros. Todos, filhos dos pioneiros do grupo de Guaxupé.
Em 1969, enquanto eu dava meus primeiros passos à adolescência, o nosso personagem já estreava como protagonista e estrela de capa da Plaquete “Cadernos-20” publicada pela imprensa oficial de BH. E hoje somos efetivamente casados e com uma proposta de afetividade em construção.
Sobretudo esse moço que teve sua identidade havia anos, velada, possui nome, e é filho de Francisca Villas Boas e seus contemporâneos. Atendendo pela graça de Miniconto. Apesar de sua grandiosidade. Sendo assim, é, sim, um conto que se conta.
A vida é uma passagem que só os esquecidos morrem. se você foi uma pessoa falsa e mentirosa, não vai ser lembrado pq nunca foi você!
E finalmente quando pessoas começarem a sair de sua vida agradeça á Deus. Não vá atrás, não peça satisfação, simplismente deixe-o ir. O que não soma em tua vida, pois que suma de vez!
E mesmo que te falte palavras em suas orações.
Não deixe de orar.
Continuem orando, e vá em silêncio mesmo.
Simplesmente diga:
Aqui estou meu senhor.
Seja feita a tua vontade!
A Palavra de Deus é indispensável em nossa vida de oração, porque ela não volta para o nosso Deus vazia. Pelo contrário, sempre cumpre o propósito para o qual é enviada.
