Invento
Como eu começo?
Não é você sou eu!
Vsê esta me sufocando!
Invento que tem outra em sua vida, pq partir dizendo
que eu tenho é covardia, mas colocar toda responsábilidade
de um romance fracassado em você é mais ainda!!
Invento-te num sonho só meu e sem pudor, desvendo-te os segredos que minha alma ainda encerra… Mostro-te sem rodeios os desejos sentidos, expostos nos arrepios que só teu olhar consegue provocar. Seguindo sem medo, as estradas traçadas na pele para te levar ao mais infinito sentido de prazer…
Dispo-me das incertezas para abraçar a cor da paixão que me envolve o corpo com seu manto quente, feito de vontades urgentes. E em gestos inquietos, guio-te nesse fogo que me queima por dentro…
Revelo-te na minha nudez, o desejo da entrega que me assalta como uma tempestade e num último suspiro de lucidez, diante desta loucura que é amar-te, transparece toda a timidez deste meu ser!
Foto: Invento-te num sonho só meu e sem pudor, desvendo-te os segredos que minha alma ainda encerra… Mostro-te sem rodeios os desejos sentidos, expostos nos arrepios que só teu olhar consegue provocar. Seguindo sem medo, as estradas traçadas na pele para te levar ao mais infinito sentido de prazer… Dispo-me das incertezas para abraçar a cor da paixão que me envolve o corpo com seu manto quente, feito de vontades urgentes. E em gestos inquietos, guio-te nesse fogo que me queima por dentro… Revelo-te na minha nudez, o desejo da entrega que me assalta como uma tempestade e num último suspiro de lucidez, diante desta loucura que é amar-te, transparece toda a timidez deste meu ser!
Moinho de vento, quase voa o pensamento num relexo lento,eu tento e não invento como um sonhador ao relento é o reflexo do meu talento de correr do tormento que acerca este momento passageiro sorrateiro em movimento.
Verdadeiro feito feto em desenvolvimento, rimas de estadia, meu espaço, meu invento, tomara que eu alcance meu objetivo, sou calmo, intuitivo, alegre e depressivo, ocioso, as vezes, contemplo visões, em meio a multidão reflexões, ultrajante, viajante de um tempo longínquo, prisma de uma face alinhada, flagelos, elos alinhados, momento em si.
Eu prefiro inventar os personagens. Os que eu invento para mim mesmo são mais interessantes.
Viajo Na Minha Imaginação
Se não tenho o seu amor...
Eu invento!
Crio sonhos.
Viajo na minha imaginação!!
Porque,
enquanto o meu desejo
por você florescer.
É com você,
que eu quero estar!
A ordem do tempo
O tempo que tenho já não meço por extenso
Então invento uns pedaços
Fragmentos costurados
Que já não sei se vivi.
O tempo que tenho já não meço como tempo
Eu meço como espaço.
O que posso a cada passo,
qual caminho irei seguir.
O tempo que tenho não divido pelas horas,
por presente ou por passado,
calendários, liturgia.
Prefiro o tempo da poesia.
O tempo que tenho já não meço por extenso:
início, meio e fim.
Porque não existo no tempo,
O tempo é que existe em mim.
Por você moço desvio meu caminho, invento um novo destino, pinto o céu num tom de vinho. Por você seguro o vento, paro o tempo, inverto as estações. Por você...tudo perde a definição, para que seja você minha única razão.
Flávia Abib
Espaço
Não sei se rasgo de uma vez
Se costuro com jeitinho
Se invento traços
Se disfarço ou recomeço
um novo caminho
Não sei se aumento pro lado
Se decoro para voltar em outros tempos
Se esqueço de tudo
Se acordo, para a cor dar por dentro
Não sei se fecho meus olhos
E digo que não tenho medo
Se solto os grilos
E dou liberdade para loucura
morar no meu peito
Não sei se demoro
Se declaro guerra
Se aumento o espaço
Ou se construo paredes
Percebi que a pior luta...
É ter que lutar
contra quem vejo dentro do espelho
Nesse compasso...
Costuro daqui, remendo dali
Pouco torta, mas lá vou eu
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 08/06/2021 às 16:25 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
"Qual Pai livra um filho, o outro, pretere?
O rigor do critério denuncia um duplo invento e a indissociabilidade própria. Exceto se examina-se o todo sob um dado perspectivismo, devoluto de superstições.
Logo, mata-se o Pai: o que resta?
A contingência."
Invento!
Vento!
No invento do vento que não chega com o seu sopro!
Ventou!
Inventei o vento do adeus!
CENA MUDA
Escrevo poemas, invento cenários
Pintados de tintas frescas, afago
Teus pensamentos em signos fáticos,
Sonhando com atos de amor.
É que, o que penso, nunca falo,
E falo, às vezes, o que não penso.
O que sinto, de fato, tímido
Bate a porta da garganta,
Avisando-te da minha presença.
Abre-me a porta da saudade
E invade esse coração sem pena.
Partistes, sem que nunca houvesse chegado...
Saudades de um amor sonhado.
E com a paciência de quem
Vai tirando a forma do barro,
Nós vamos compondo a nossa precária
E vasta eternidade em cenários e atos
Dessa vida que se faz teatro.
Aqui tem vento fresco que eu me alento , pela janela eu me invento e sento aqui de dentro, contemplo a natureza que eu criei a tempos , para poder curti ao longo do meu tempo .
Passagem
Entre a fantasia e a realidade
invento cores
Entre a solidão e a lágrima
eu canto
Se a verdade queima meus sonhos
e a dor arde insuportável
eu choro até a noite acabar
Depois eu lavo meu rosto
tomo meu café
e saio de bicicleta
à procura de outros caminhos.
Flávia Menegaz
