Introdução textos que Fale sobre Mim
Anteontem
me embriaguei de realidade
e - frágil -
acordei para mim
com uma forte ressaca
ontem
senti saudade de mim
daquela ternura do meu olhar e daquela doçura do meu sonhar
daquela minha coragem timida e daquela minha timidez corajosa
daquela minha bondade inata e daquele meu querer acreditar no mundo
daquela minha sensibilidade estupida e daquele meu chorar por tudo
hoje
depois da ressaca terrivel
acordei de novo em mim
naquele mim
que agora
acredita somente em mim.
Vejo além do que quero
Desejo que a mim não foi ofertado
Peço que me compreendas
Me estenda sua mão
Oferta a mim o que mereço
Nada mais quero então
Siga em frente seu coração
Sou teu desejo e tua sombra
Teu amparo e seu amuleto
Vida que segue
Mira meus olhos
Um dia quem sabe a de contemplá-los
Dentro de mim
Meu desassossego pede calma.
Calma a alma que ansiosa
Se torna menina ingrata
Com o corpo que ora lhe
Cede morada e mais tarde
Asilo. É dentro de mim
Que vivo meu exílio, retiro.
Quando o mundo lá fora
Se torna um caos. Quando
O mundo lá fora se torna
Intragável. Quando o mundo
Lá fora já não me ouve
Mais. Me recolho dentro
Do meu corpo, meu refúgio,
Meu cais, meu porto seguro.
Dentro de mim é onde me
Encontro. Onde desencontro
Comigo mesmo. É onde
Vivo minhas neuras, fugas
E lutas. Dentro de mim
É onde vive o meu amor
Por ti. Dentro de mim é onde
Vivo minhas indecisões,
Desistências e insistências.
Dentro de mim é onde tudo
Acontece.
ESPERO ALGUÉM QUE NÃO DESISTA DE MIM…
Eu espero alguém que não desista de mim mesmo quando já não tem interesse.
Espero alguém que não me torture com promessas de envelhecer comigo, que realmente envelheça comigo. Espero alguém que se orgulhe do que escrevo, que me faça ser mais amigo dos meus amigos e mais irmão dos meus irmãos.
Espero alguém que não tenha medo do escândalo, mas tenha medo da indiferença. Espero alguém que ponha bilhetinhos dentro daqueles livros que vou ler até o fim. Espero alguém que se arrependa rápido de suas grosserias e me perdoe sem querer. Espero alguém que me avise que estou repetindo a roupa na semana.
Espero alguém que nunca abandone a conversa quando não sei mais falar. Espero alguém que, nos jantares entre os amigos, dispute comigo para contar primeiro como nos conhecemos.
Espero alguém que goste de dirigir para nos revezarmos em longas viagens. Espero alguém disposta a conferir se a porta está fechada e o café desligado, se meu rosto está aborrecido ou esperançoso. Espero alguém que prove que amar não é contrato, que o amor não termina com nossos erros. Espero alguém que não se irrite com a minha ansiedade.
Espero alguém que possa criar toda uma linguagem cifrada para que ninguém nos recrimine. Espero alguém que arrume ingressos de teatro de repente, Espero alguém que não largue as mãos dadas nem para coçar o rosto. Espero alguém que me olhe demoradamente quando estou distraído, que me telefone para narrar como foi seu dia. Espero alguém que procure um espaço acolchoado em meu peito. Espero alguém que minta que cozinha e só diga a verdade depois que comi.
Espero alguém que leia uma notícia, veja que haverá um show de minha banda predileta, e corra para me adiantar por e-mail. Espero alguém que fique me chamando para dormir, que fique me chamando para despertar, que não precise me chamar para amar.
Espero alguém com uma vocação pela metade, uma frustração antiga, um desejo de ser algo que não se cumpriu, uma melancolia discreta, para nunca ser prepotente. Espero alguém que tenha uma risada tão bonita que terei sempre vontade de ser engraçado. Espero alguém que comente sua dor com respeito e ouça minha dor com interesse.
Espero alguém que prepare minha festa de aniversário em segredo e crie conspiração dos amigos para me ajudar. Espero alguém que pinte o muro onde passo, que não se perturbe com o que as pessoas pensam a nosso respeito. Espero alguém que vire cínica no desespero e doce na tristeza.
Espero alguém que curta o domingo em casa, acordar tarde e andar de chinelos, e que me pergunte o tempo antes de olhar para as janelas. Espero alguém que me ensine a me amar porque a separação apenas vem me ensinando a me destruir.
Espero alguém que tenha pressa de mim, eternidade de mim, que chegue logo, que apareça hoje, que largue o casaco no sofá e não seja educada a ponto de estendê-lo no cabide. Espero encontrar uma mulher que me torne novamente necessário.
Você chegou sem dizer “oi”
Ganhou-me como ninguém
Tomou de mim meu coração
E nunca mais me devolveu
Você esteve tão presente
Como o ar que eu respiro
E eu um jovem inocente
Que no amor fui tão valente
Por você fui iludido
Pelo seu amor bandido
Pela sua incensastes
Se voltar mais uma vez
Por favor, não diga “adeus”.
Meu filho
Não saberia dizer o que seria de mim sem que você existisse em minha vida, não teria tantos momentos alegres, assim como os momentos em que me zanguei com você por fazer artes. O que seria de mim sem você? Sinceramente não sei, e tento pensar que você vai viver até uns 100 anos, só para eu não reconhecer que um dia irei te perder e parte dessa felicidade que criamos juntos se vai junto contigo. Eu te Amo meu Filho de 4 Patas, pois é uns dos poucos que consegue me entender apenas com um olhar.
Se Ela se amar da mesma forma que jurou amar a mim, o Amor próprio se revelará nos olhos um do outro; e sem dizer uma palavra, eu saberei e ela saberá, também, o quanto é raro ser suficiente.
Cientes, porém, que o destino de todas as coisas é espera para grande partida que há no fim, o amor, por certo, nos faltaria algum dia. Então, por legítima defesa ou estado de necessidade, uma escolha se faria: matar a saudade para que o amor, em nome dela, não nos mate pouco a pouco (da falta que possamos sentir um do outro).
"Ando meio desligado. Voando sobre as nuvens de mim mesmo. Sei lá.
A vida me cumprimenta, finjo que não é comigo e continuo andando. Devo ter me perdido um pouco no labirinto do acaso, entregue a própria sorte, que também não vai muito com
a minha cara.
E ali está ela, toda feita de primeiras impressões e vontades subentendidas.
Pergunto-me o que se esconde por trás dos olhos cor de terra, além das possíveis dores desnecessárias. Ela parece feliz. É inadequado pensar em nós, pois a palavra “nós” não
cabe mais dentro do que nos tornamos.
Ela ainda tem aquela expressão serena de alma súbita, que pulsava em suas veias enquanto dizia o
meu nome. Sabe das minhas idas e vindas, sabe o que eu penso antes mesmo de eu pensar. E está ali, do outro lado da rua, talvez desligada também, se perdendo em alguma rota de si mesma.
Quero chamá-la, convidá-la para o café sem leite e sem açúcar que sei que ela gosta. Aquele que ela deixa esfriar propositalmente, não porque esquece, mas por gostar do toque
frio da bebida. Então reflito sobre os nossos danos em meio aos anos de guerra e paz. Ela não é digna de que eu entre em sua vida e aprenda a gostar das coisas que ela adora, pois tudo o que ela toca parece virar pedra. Isso também vale para o coração. Então,
faz eu me sentir culpado, sem meio-termo, talvez um pouco paranoico e estupidamente emotivo, por todas as brigas que eu recuei pelo medo de perdê-la.
Sei lá.
Ainda a encaro. Tento não me apaixonar pela mecha que cai discretamente em seu rosto. Aliás, se apaixonar vai ser sempre a melhor/pior coisa que se pode tragicamente – ou
não – acontecer com alguém. Apaixonar-se pela avalanche de dúvidas, pelo penhasco de confusões, onde sutilmente estamos caindo.
Ela sabe tão bem o que quer e eu sei disso pela linha reta e firme que se forma em sua testa. Eu fui o seu erro. Ela competiu entre os meus sonhos e os meus medos. Decidiu
ser só uma escolha em meio a milhares de escolhas. Só um pedaço do amor honesto que, no momento, me faz perder um pouco a pose, quase me desmascarando.
E ainda estamos caindo.
Em velocidades atrativamente parecidas, até porque sempre achei que a maioria das pessoas passa pelo luto de um jeito igual. E a nossa tristeza meio que combina, mesmo que
em sua mais bela e formosa superficialidade.
Ela não está pronta para ouvir a minha voz. Torço para que não encontre alguém melhor que eu. Penso que sou egoísta. O amor tem lá o seu egoísmo. O amor não pede a nossa opinião,
tampouco os sentimentos que habitam em nós. Mas, se encontrá-lo, que seja alguém decente, que finque os pés no chão quando os temporais de indecisões que a aflige despencarem do seu peito.
Ela caminha um pouco em meio ao friozinho de outono. Ouço os seus passos curtos, como se estivesse caminhando no corredor de nossa antiga casa. Não sei se é obra do acaso,
ou apenas uma extensa peça de teatro cheia de atos e clímax, aquela que certamente fracassei como vilão. Eu amava uma garota e uma vida e sinto que perdi o controle de ambas.
Sei lá. É que tudo parece descomplicado quando as promessas eram só piadas sem graça contadas na varanda, em plena sexta à noite. Nunca fui bom com piadas. Devo ter levado
tudo a sério. As frases soltas ainda fazem sentido, assim como as músicas, os livros e os karmas.
Sinto a enorme vontade de perguntá-la: “você sabe o que está perdendo?”. E entre a infinidade de respostas matematicamente possíveis, ela soltaria o sorriso contido que sempre
deixa no ar quando não quer magoar ninguém. O silêncio também é uma resposta, talvez a mais expressiva delas. O silêncio é a sua marca registrada, o seu charme sempre foi o mistério. E eu admiro os dois, mesmo que me dilacerem mutuamente.
Ainda voo sobre as nuvens de mim mesmo.
Ela ainda está de pé, pensando em nada, servindo de paisagem para os meus devaneios.
Eu sou o estranho do outro lado da estrada.
Eu a fito propositalmente de um jeito que encabularia qualquer ser humano desse planeta, até mesmo os não-praticantes. Por que mesmo estamos desistindo? Por que eu me considero
tão inocente no instante em que sinto o amor afundar em mim? O que ela tem que faz com que o tempo seja só uma palavra tosca do dicionário? Sei lá.
Subitamente, o seu olhar me encontra. Paro de respirar, minhas lembranças fazem uma pausa, meus nervos estremecem. Ela chega a franzir a testa, desatinando em minha direção
uma expressão perdida, como quem explica que o lugar dela não era ali.
Não era aqui. Ela já chegou ao final do penhasco, ajeitou o cabelo, relaxou os ombros e foi viver a sua vida.
Não sei quais são as regras do cemitério de amores. A gente se esbarra? A gente se cumprimenta? Conta como que tá a vida? Fala do divórcio dos pais, da queda da bolsa, da
paz mundial? Eu te dou um beijo no rosto ou te abraço? Aceno de longe com a mão ou, indiferente, inclino levemente a minha cabeça em uma saudação seca?
Esperei pelo sorriso contido seguido das frases soltas. Desejei em meu íntimo um convite inesperado para contar as estrelas, enquanto a gente se envergonha no escuro da noite.
Ela - com a delicadeza de uma nuvem -, encontrou a sua rota, talvez nunca perdida, e seguiu em frente. Seguiu para a vida que não teremos, com amigos que não vou conhecer.
Sempre achei que ela tomava decisões certas, quem sabe partir foi uma delas.
Eu ainda era o estranho. O estranho que não aprende nunca.
Ela nem precisou me tocar e, em um segundo, eu já havia virado pedra."
Eu confesso a ti que não está sendo fácil te manter longe de mim, me conter longe de ti, evitar dizer todas as horas do que está se passando aqui dentro.
Imagina só. Se quando fôssemos dormir, os desejos do coração se tornassem reais, no dia seguinte tu seria meu, apenas meu, assim como me sinto tua e tu nem sabes. Confesso que tua presença é como se eu pudesse voltar no tempo, me causa sensações e emoções que há muito tempo não sentia. Ao mesmo tempo que parece um furacão, me traz também uma certa pureza pela forma que acontece.
Confesso que, quando estou ao teu lado, o que eu mais desejo é que eternizassem esses momentos e que não existisse mais nada a se preocupar, porque teu beijo, teu toque, tua pele, me tira o medo, me enche de uma sensação gostosa, mas também muita incerteza, incerteza que me faz querer aproveitar cada segundinho, porque é incerto outra oportunidade, como se aquele nosso momento fosse único sem chance de reviver, e no fundo é assim, somos tanto e ao mesmo tempo nada.
Confesso que tu chegou assim e, em tão pouco tempo, está me virando do avesso o que estava guardado.
Viver em cores
E a mim mesmo me permitirei amar
Se irei me magoar?
Quase certeza que sim
E o que importa?
Melhor é se machucar ou não ter vivido?
Feridas se fecham
E a esperança só reside aonde tem vida
Na morte as feridas não são sentidas
Pois não há sensibilidade
Melhor é ter dor, que não sentir nada
Darei uma chance ao amor
Darei chances a vida
Vou viver!
Serei!
Venha vida, venha dores, que venha as decepções, os medos e o ciúme.
Que venha as cores e vá embora esse preto e branco
Já joguei litros de água em seu jardim,
Este mesmo nunca deu atenção à mim,
Ele é tão bonito , esplendoroso que, adoro sim.
Sempre amei sua amizade,
Sempre tive, tenho como amiga em realidade,
Você deixou se levar por comentários de pura maldade.
Mas, tem problema não,
Em nossos olhares ah muita emoção,
Da sentido pra uma única razão,
Vivermos momentos maravilhosos somente na paixão.
Assim é nossa planta esta dentre coração,
Sendo regado, cultivado cada ato nosso sob verificação,
Detalhes rápidos que só EU e VOCÊ tem noção.
Você pra mim é uma desta maravilhas bastante admirada.
Por mais que tenha maravilhas neste mundo,
Você pra mim é mais linda, bela diante ao mundo,
Passa d´outro lado, finge que vê não, sei não sou de seu mundo.
Dentre ele se !, aceitasse com certeza nós nos amasse,
Pois, entre ah um entrave, enlace,
Isso nos gostoso viver nossa amizade.
Não tenho falta de capacidade,
Simplesmente sou moral diante à sociedade,
Bem nós dois fatos que, vivenciarmos nada com moralidade,
Deixando nossos corpos conhecer nos em pura realidade.
Suas manias, fatos minha mente fica gravada,
Até momento sua pupila fica paralisada,
Até instante transpira meu corpo por ela,eme meios ao caos silenciada,
Fato que, por minha pessoa , corpo, mente és sancionada.
Somos eternas crianças
Há muitas perguntas em mim que eu gostaria de um dia responder:
Por que nos tornamos adultos? A partir de que data? Quem estabeleceu isso?
Por que deixamos de brincar aquelas brincadeiras que nos faziam tão bem?
Afinal, ainda choramos quando perdemos um ente querido.
Temos carência de sermos reconhecidos.
Nunca sabemos tudo, estamos sempre aprendendo.
Precisamos ser amados.
Sonhamos com o príncipe encantado ou com a princesa dos nossos sonhos.
Mesmo que as circunstâncias da vida e de fracasso tenham nos feito acreditar que não somos capazes, ainda temos dentro de nós a vontade de fazer e crescer... o sonho ainda continua morando dentro de nós.
Não podemos deixar essa criança que existe em nós morrer, vamos dar asas à imaginação e escrever a nossa história como fazíamos há tempos não tão distantes...
Afinal, nunca deixamos de ser os mesmos. A essência é a mesma. Somos e seremos ETERNAS CRIANÇAS!
sempre há um motivo
para algum lugar dentro de mim
ter á pura solidão...
tento esquecer dessa vida,
me cansei da humanidade.
se fosse possível isto
desligaria no momento exato....
somente voltava daqui algum tempo...
seria novo recomeço depois
não haveria angustia apenas o esquecimento,
talvez seja o melhor apagar existência para sempre,
prosseguir involuntariamente na solidão,
sem qualquer sentimento ou arrependimento,
apenas a continuação sem mais ou menos...
uma bela expressão de um pensamento,
no qual jugaria ser uma variação simultânea,
da realidade como um todo, num novo mundo,
tudo seria devorado pelo passado sem dor ou lastimas...
no caos da vulgaridade pelos atos do sentimentalistas.
Em mim nasce a poesia como ramos, brota como flor...surge do nada.
Sou poeta, poesia..me deixo ser carregada pelas ondas, me deito em alto mar...viajo pelas estrelas, vou a qualquer lugar, chego onde chegar...
Quando quero me faço rosa, quando penso sou beija-flor... posso também ser borboleta, um cofrinho de amor...sou o que desejo, o que vivo e penso.
Posso ser peixe, posso ser mar...posso me fazer estrelas ou luar..
Também posso ser pássaro, voar, voar...se quiser me faço rio ou sereia a dançar...
Danço com o vento, com a chuva saio a bailar...rodopio, me invento !
Se quiser, vez em quando sou saudade, solidão...sou silêncio, sou palavras...claro ou escuridão, quando quero abraço cascatas, beijo água...tomo banho de vinho, me enxugo com a paixão. Sou festa, alegria...felicidade é minha casa, sorrisos minha mansão...sou castelo e magia, sou verso, sou canção.
A música é minha praia, você meu violão...te toco quando quero, te faço canção.
Era apenas mais um dia comum para maioria das pessoas,entretanto,para mim era o momento em que mais esperava.Finalmente depois de conflitos, brigas e amor. Apenas o amor sincero puro como ''olhar de uma criança''.
Dia 28 de agosto de 2014 completaríamos dois anos e para meus olhos seria tudo perfeito, ao menos o detalhe o qual percebi um dia antes. A carta, as declaração escritas por ela teriam sumido.
-Eu não acreditava!
Revirei meu guarda-roupa,botei minha casa de cabeça para abaixo com receio de meus pais terem pego. E o meu maior medo aconteceu.
Logo notaram o sumiço das malditas cartas cujo guardava com tanto zelo, foram por água a baixo. Minha mãe tratou de me encurralar e jogar as cartas na mesa, me deixando aflita,com medo e suas únicas palavras eram apenas de apelo, ameças com o intuito de acabar o relacionamento da pessoa em que mais me fez bem. Por qual razão isto aconteceu logo agora, logo agora que pensei que teríamos um futuro.
Eu já não sei mais de mim.
Porque não sei de você.
Não sei onde você esta.
Como esta.
Com quem esta.
E isso esta me consumindo por dentro.
Não me importa mais ,as horas,os dias.
Tudo em mim é triste e sem vida.
Tudo sem amor,sem alegria.
Porque a minha fonte de viver.
Ainda é você.
Que um dia resolveu partir.
E foi pra longe.
Onde meus olhos não conseguiram te alcançar.
Só meu coração ainda bate por ti.
E meu corpo ainda te deseja.
Minha pele te sente.
E todo meu ser te quer.
Pra sempre..
Preciso de um detalhe teu novamente, seus rastros começaram a sumir de mim
estou voltando a estaca zero, em meio a noite, novamente vazio,
sozinho caminho com lembranças da sua mão segurando-me para não cair.
Você me salvou de mim, mais agora estou só, agora serei eu contra o mundo?
Estou com medo, estou, minha voz se calou, e seus olhos agora me cegam,
sua voz volta a me torturar, as luzes do meu quarto já estão apagadas.
Os monstros de baixo da cama temem a mim, a lua se esconde atras de nuvens
escuras, estou só, estou detalhando você em meio do nada, as cores se voltam
meus olhos se abrem e la estou eu indo de volta ao computador, para te contar
desse pesadelo, para lhe contar desse medo, para lhe contar que ainda continuo aqui.
Agrida-me.
Agrida-me com palavras de amor
Diga que não quer a minha vida
Que de mim quer apenas ardor
Diga que sem mim
sua vida não tem valor.
Agrida-me...!
Agrida-me com o olhar
Me olhe, me amando
Demonstre que já mais vai me deixar.
Grite...!
Grite comigo
Faça sons, faça bramidos.
Amor...
Amor...
Grite em meus ouvidos
Grite eu não ligo.
Agrida-me até eu não mais aguentar
e deixar você me amar
Agrida-me ate não mais resistir
Agrida-me ate seu corpo chorar em mim.
15/01/14
Meu anjo
Deus me deu um anjo
Mais ele veio sem asas
Pra não voar de perto de mim
Mais meu anjo é completo
Ele cuida de mim
Dá-me amor
Carinho
Quando nasci
Guiou-me
Brincou
Fez-me levantar
Meu anjo às vezes
Dá-me cada susto querendo partir
Meu anjo
Minha
Flor sem espinhos
Minha querida
Vera
Minha mãe
- Relacionados
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Poemas sobre Mim
- Textos de aniversário para mim mesma emocionante 🎁
- Frases sobre mim com motivação e reflexão para crescer e evoluir
- Você é importante para mim: palavras para quem faz a diferença
- Textos de parabéns para mim 🥳🎉
- Para Pessoas que Sentem Inveja de Mim
