Intrigante
Corvo,
Rasante voo,
Olhos espelhos,
Admirado mistério,
Presente encontro empático,
Intrigante momento negro corvo,
Corvus oculum corvi non eruit,
Aquele nórdico corvo,
Ah! O intrigante universo das palavras!
Palavras silenciadas são apenas intocáveis pensamentos, escritas são registros, que podem ser acessados por muitas pessoas...
No entanto, existem as palavras pronunciadas, essas atingem uma dimensão e liberdade mais ampla.
Falar o que se pensa, o que se escreve, toca o outro, atinge os ouvidos , fere ou acalenta corações.
Sejamos sensíveis, o mundo está precisando de sussurros...
Você é uma caixa de surpresas, inusitado, inesperado. É um ser multifacetado, intrigante, com facetas interessantes... Você me seduz, me encanta, me delicia, me espanta.
Retrato-te assim como te vejo
bela e súbtil
intrigante
ousada e querida
de ténues cores
como se de um poema te tratasses
cidade minha
que muitas vezes me acarinhas
e tantas outras me atrais
como me trais
Rpi
Valor
Intrigante o nome na Bíblia.
Nação Brasil.
Eu, Giovane, do valor do Brasil.
Ninguém gosta.
Desprezado e caluniado.
Um terceiro mundo analfabeto.
No vale, valor no teto.
521º, a temperatura de um sonho.
Aqui tem, dois por um real.
Irrisório, que isso meu trigo.
Vale ou não vale.
O povo, tantos vales.
Nação, meu sertão.
Nada vale.
Quem paga teu coração.
Observo e admiro.
Quão, quantos diplomas extraordinários.
Mestres, doutores, sábios.
Eu mesmo, guardo meu pai.
Amarelinho e pardo, canários da Terra.
Quanto vale, proibido vender.
Eu no vale, valor paguei.
Se vale, não cobrei.
Deserto, meus irmãos viveram.
Sertão, doce volta da asa branca.
Música de um rei.
Vale, quem paga a coroa da vida, eu sei.
Oh Jesus, de graça, o valor da cruz.
Valei Tesla, o valor da luz.
Giovane Silva Santos
[14/4 04:50] Giovane Memeu: "Intrigante, render se a perfeição, desejar o que é reto e justo, logo conferir que somos falhos."
Giovane Silva Santos
[14/4 04:52] Giovane Memeu: "Quanto mais a lei se imputa em acusar, mais a misericórdia é necessária, pois nossas fraquezas são tamanhas."
Giovane Silva Santos
[14/4 04:55] Giovane Memeu: "Conferir testemunho e fatos vividos chega a ser constrangedor, pois a perversidade procura brechas para contaminar o coração."
Giovane Silva Santos
[14/4 04:56] Giovane Memeu: "A natureza humana nos provoca inconformismo, sim, manifesta se o intento da retidão, mas percebemos que, estamos a falhar."
Giovane Silva Santos
[14/4 04:58] Giovane Memeu: "Verdadeiramente,, tens misericórdia de nossas miserabilidades, transcende a tua perfeição, és o cordeiro perfeito e único digno de honras multiplicadas."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:04] Giovane Memeu: "Realmente é detelhada e verdadeira a tua perfeição Jesus, contudo a fraqueza que em mim habita abate meu ânimo. "
Giovane Silva Santos
[14/4 05:06] Giovane Memeu: "Deveras tua perfeição Jesus, merece o pedestal da vida eternamente, mas as nossas imperfeições e fraquezas sacia do fruto amargo."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:08] Giovane Memeu: "Manifesta se o intento de retidão e justiça, mas as nossas ações são detalhada de fraquezas."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:13] Giovane Memeu: "O mundo é cheio de preços e valores, quem poderá avaliar cada ato praticado e cada intenção."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:16] Giovane Memeu: "Quanto mais conhecemos a Jesus, entendemos o quanto a perfeição, pois nossas fraquezas da calafrio."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:22] Giovane Memeu: ""És tu Senhor Altíssimo, em nome de Jesus,, que podes ter compaixão de nossas miserabilidades, tua piedade, tua santa misericórdia é que clamamos, pois amarga são nossas falhas ações."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:25] Giovane Memeu: "Prostro me Altíssimo, diante de Jesus, insignificante, falho, cheio de fraquezas, ainda assim preserva meu fôlego."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:28] Giovane Memeu: "Podes eu abrir os lábios em contestar algo, tão detalhado de falhas e fraquezas?.
Giovane Silva Santos
[14/4 05:31] Giovane Memeu: "Senhor Altíssimo, em nome de Jesus, tão é minha fraqueza, a minha inperfeição abate minha alma."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:34] Giovane Memeu: "Senhor Altíssimo, em nome de Jesus, não permita que esta carne abra os lábios, pois este é estupidamente falho, seja eu como instrumento do teu Espírito Jesus, eu não existo e não me pertenço, sejas tu meu consolo."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:37] Giovane Memeu: 'Como podes Altíssimo, direcionar uma carta, onde uma carne banhada pelo esgoto de pecados, fraca, medonho, e assim pesar na balança da perfeição e conferir o mesmo peso."
Giovane Silva Santos
[14/4 05:42] Giovane Memeu: "Elevo meu pensamento a ti Senhor, tamanha minhas falhas e meus erros, que teu perdão, cheio de misericórdia, compaixão e piedade, sim posso endireitar meus caminhos."
Giovane Silva Santos
Homem árvore
A vida intrigante.
Uma semente, terra fértil e pronto.
A barriga cheia de casca.
Tronco robusto.
Abdômen desejado onde há escassez.
É que é bonito a buchuda.
Mas sem regar fica moribunda.
O homem e a nudez.
Crescendo precisa de atenção.
Interessante que no meio da selva.
Misturado com a relva.
Na metrópole e multidão.
Desafiada a resistir.
O homem brilha ali.
Também é tentada pelo capital.
O homem derruba a árvore é sucumbida pelo mau.
A árvore humana se corrompe e flerta de forma imoral.
Bem, nem sempre é assim.
Na aridez, no pantanal.
No cerrado, na vida urbana e na rural.
O homem prevalece e resiste a natureza do mau.
Logo, galhos de esperança.
Folhas de milagre.
O homem abandonado.
Também torna se honrado.
Veja.
O fruto doce e enérgico.
Raiz consistente.
Homem gera uma identidade decente.
Talvez não seja a mais robusta e desejada.
Aspecto menosprezada.
O homem transparente.
De uma essência diferente.
É claro que não agradará gregos e troianos.
Alguns maçã e outros abacaxi.
A árvore da vida está sempre a contar os dias.
O homem perspicaz e aberto.
Não contempla intransigência.
Luta pra não toar aparência.
Árvore que a natureza precisa.
Ramificações e suas utilidades.
O homem se identifica.
Quando a bagatela capaz.
Pelo bem, sempre sagaz.
Ainda que os dias consome.
A vida precisa.
Da árvore homem.
Giovane Silva Santos
Indefinido pode sim servir para me descrever, sou intrigante, apaixonante, e por alguns odiado.
E quem não é?
Todo aquele que não espalha tristeza, não se lamenta e não deixa transparecer tristeza, incomoda aos que passam a vida toda aplaudindo a infelicidade alheia, os vazios e sem coração pra estar feliz com os outros, e isso é minha arma para manter distante esse tipo de pessoa, estar feliz afasta!
Sigo sorrindo, amando e vivendo um dia após o outro com a certeza que o único responsável por minha felicidade sou eu,e que transborde para inundar minha alma e floresça para quem está comigo essa felicidade. E assim... sou eu!
Ahh que sorriso intrigante...
Ahh que olhar fascinante....
Que me deixa um poeta galante...
Fixado em escrever para essa pérola cativante que deixa meu coração gratificante, em saber que mesmo distante, existe uma garota marcante e brilhante....
BOM DIA precioso diamante....
Sua Maneira
Intrigante
Instigante
Maravilhoso
Mistério
E ainda
Não nos demos
Conta disso
Um pouco à tua maneira
Que não revia desde o tempo
Em que lia e te relia
Como de cera
E por acaso
Fria no vaso
A entardecer
Explorar o labirinto da autoconsciência é uma jornada intrigante e necessária. Conhecer a si mesmo é desvendar camadas, é enfrentar a complexidade interna com coragem. Em cada reflexão, descobrimos facetas antes ocultas, compreendendo desejos, medos e anseios. É um diálogo silencioso, onde as perguntas ecoam nas câmaras da mente, e as respostas se revelam como estrelas em um céu íntimo. Confrontar a própria essência é transcender limites, é aceitar imperfeições como peças cruciais do que somos. Nessa jornada interior, construímos pontes entre quem éramos e quem podemos ser, transformando a busca pelo eu em uma odisséia de autodescoberta.
"Teus sinais entrelaçam-se em um jogo intrigante, da cabeça aos pés, mas é na profundidade que eu te conheço. Teu olhar, um enigma que não revela exatamente quem és, mesmo assim, eu te conheço.
Tudo o que Deus criou, concebendo pensamentos em torno de ti, deu origem ao espaço, esculpiu os dinossauros, sem considerar mais nada, forjou minha existência e te presenteou. Mesmo nos dias que me fazem morrer de saudade, jogado à solidão, a resposta à pergunta de se eu desejaria outra vida é um firme "Não, não!"
Teus sinais continuam a me confundir, da cabeça aos pés, mas é na complexidade do meu ser que eu te conheço. Teu olhar, ainda sem desvendar totalmente quem és, persiste a ser um mistério que me atrai irresistivelmente.
Eu quero mesmo é viver para aguardar, esperar pacientemente para, finalmente, te conhecer.
Sincronia
O eu
Lírico
O eu
Do poema
O eu
Que
Não sou
Eu
Intrigante
Instigante
O eu
Do tempo
Singular
Lírico
Eu
O eu
Do poema
Que
Não sou
Eu
Eu
Que não sei
O que sou
Eduarda Vitoria |
Da pele intrigante
Olhar arrogante
Ao cabelo deslumbrante
És poeta
Mas não se engane
Não és idiota
Sabe oque sente
Não mente em versos
Da beleza completa
Espero que esse humilde poeta
Chegue aos pés dessa bela poeta
Ao te olhar percebi
Que seria impossível julgar
Teus poemas perfeitos
Menina poeta
Mente aberta
Da beleza oculta
Ensine este humilde poeta
O segredo de teus versos
De C.H para E.V
O paradoxo do barco de Teseu é um conceito filosófico que levanta uma questão intrigante sobre identidade e mudança. Imagine que o barco de Teseu, um herói mitológico grego, tenha todas as suas partes substituídas gradualmente ao longo do tempo. No final, não há mais uma única peça original no barco. A pergunta então é: o barco ainda é o mesmo?
Esse paradoxo levanta questões profundas sobre a continuidade e a essência das coisas – incluindo nós mesmos. Se tudo que nos compõe pode mudar com o tempo (físico, psicológico, emocional), somos ainda as mesmas pessoas? Isso se encaixa na vida porque estamos em constante transformação. Desde nossos pensamentos, valores, experiências, até o nosso corpo – tudo passa por mudanças.
À medida que amadurecemos, vamos deixando de ser "o antigo eu" e nos tornando uma nova versão. Assim como o barco de Teseu, mantemos uma "essência", uma linha de continuidade, mas será que somos os mesmos? Esse paradoxo nos faz refletir sobre identidade, e sobre como a soma das nossas experiências, relações e memórias formam quem somos.
O paradoxo do barco de Teseu nos convida a ver nossas vidas como um processo de reconstrução contínua, e talvez aceitar que é essa mudança, e não uma fixação rígida, que define nossa verdadeira essência.
O fim do meu quase (S.S)
O luto é uma coisa intrigante: ao mesmo tempo que a gente sente e sofre, com o passar dos dias ele também descama os nossos olhos, permitindo que a dor se dilua em lembranças.
Você já teve que sepultar alguém vivo? É uma dor que se prolonga, latejando no peito, pulsando em compasso fúnebre.
Você quer esquecer, mas a pessoa está a poucos segundos de uma ligação, a um botão de "enviar" no WhatsApp, e às vezes, a poucos metros de distância... E você tem que lutar contra a vontade de falar, o desejo de correr para os braços, o desespero de querer estar perto... É como se o tempo se arrastasse em câmera lenta, enquanto a saudade tece uma teia invisível ao seu redor.
Eu ainda guardava a caixa do "nosso 1º mês". A lembrança triste daquele jantar à luz de velas, flores e balões da minha explosão de amor por ter encontrado a minha versão idealizada de felicidade, que nunca se concretizou. Um castelo de areia que desmoronou com a primeira onda da realidade.
Agora estou aqui, diante das poucas lembranças que me restam, pondo fim a tudo o que não vivemos, um futuro que se esvaiu, como areia entre os dedos.
Eu fui apenas uma frase na tua vida, e ainda assim enchi meus pensamentos com imensas bibliotecas sobre você, sobre nós: as viagens que não fizemos, os roteiros rabiscados em mapas que agora amargam poeira. Idealizei nossas sextas-feiras cozinhando juntos, o aroma do molho de tomate caseiro impregnando a cozinha, as risadas soltas enquanto debatíamos sobre a vida. O gosto do vinho em noites frias, em dias quentes, o vinho de dia qualquer... as conversas na varanda de casa, nossas cadeiras na areia da praia vendo o sol se despedir no horizonte, as discussões acaloradas sobre nossas diferenças, que seriam pequenas desde que estivéssemos juntos. Os domingos preguiçosos, o café da manhã na cama, o cheiro de café fresco invadindo a casa... as visitas na casa da sogra, o bolo quentinho, o sorriso acolhedor... o almoço em família com aquele barulho de felicidade ensurdecedor, os cafés com amigos, as gargalhadas... A felicidade comum, aquela que se encontra nas pequenas coisas, na rotina extraordinária do dia a dia...
Agora tudo se resume a cinzas, literalmente. Difícil fazer morrer o que ainda está vivo, pulsante e palpável... é como arrancar um órgão do corpo sem anestesia.
O que fazer com tantos planos? O que fazer com tantas promessas? O que fazer com a nossa música, que tocava especialmente pra nós sem que precisássemos pedir, que embalava nossos sonhos e agora soa como um réquiem...
Uma vez o poeta perguntou se "se morre de amor"? Eu não conheço ninguém que tenha morrido de amor. Eu queria viver de amor. Ironicamente não morri de amor, mas estou tendo que matá-lo. E isso dói. Dói fisicamente. Aperta o peito, a alma chora, a sensação de morte é terrível. A dor nos mostra o quanto amamos. É a prova de que o amor existiu, mesmo que breve e incompleto.
O nosso "quase" ainda vai me assombrar por um tempo... Como um fantasma que habita os cantos da casa, sussurrando lembranças e reacendendo a chama da saudade.
Eu ainda acordo com coisas pra te contar. Como agora. Hoje eu decidi pôr fim a ideia que eu tinha de você. Queimei tudo o que me lembrava você, e com o coração ainda sangrando de tanto amor, joguei as cinzas no mar... e com os olhos cheios de lágrimas eu te disse adeus...
Mas ainda dói. E eu sei que ainda vai doer por um tempo, até que um dia o som de ouvir o teu nome me faça sentir nada... Apenas uma brisa suave, um murmúrio distante, uma lembrança adormecida.
Lília Raquel Farias Nunes
16/02/2025
