Interior

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Ando ansioso entre minha confusão, mas feliz pelos sentimentos nascentes em meu interior, me faço de um jeito agradável para lhe conquistar;
E de um jeito tão inocente te ganho para te levar a felicidade vendo as certezas de um amanhã justo e lindo;
Talvez eu esteja enganado com palavras precipitadas, mas o meu coração quase nunca erra com os meus sentimentos;

Duvidamos muita das vezes na força que há em nosso interior, mas até o momento em que não tem alternativa a não ser ter que ser forte;

Amor de amigo supera a distância e faz com que o inseparável esteja junto no interior do coração;

A guerra que mais me preocupo é a minha guerra interior
Pois para me transformar em uma pessoa melhor
É preciso muita paciência comigo mesmo;

Estou aberta a ouvir, sentir, receber, intuir a sabedoria interior que me cabe colher. Mostrai-me, meu Deus, como manter o ouvido atento, o coração aberto e como usar a sabedoria que me dás para ajudar os outros.

⁠Não se apegue em coisas que tem fim, valorize algo que o dinheiro não compra, como paz interior uma boa noite de sono e amor no que se faz.

Título: Paz Interior


Quando a tormenta em fúria se levanta
E o mundo agita o pó das ilusões,
Procuro a voz que dentro em mim encanta
E aquieta as íntimas revoluções.


Não busco aplauso vão que me suplanta,
Nem glória feita de frágeis ambições;
Prefiro a paz que silenciosa canta
No templo oculto dos meus corações.


Se a dor insiste em turvar-me a estrada
E o medo sopra sombras pelo chão,
Firmo na fé minha alma já provada.


Pois descobri — na luta e solidão —
Que a paz não vem do exterior nem do nada:
Nasce de Deus e habita o coração.

O mergulho mais profundo de uma pessoa encontra-se em seu próprio interior... Buscar e encontrar respostas... Transmutar e transcender-se para além do superficial é evoluir.

A solidão não é ausência de mundo — é excesso de interior não elaborado. O sujeito que a habita não encontrou ainda como processar as vozes internas que nunca foram silenciadas, apenas adiadas: os objetos internos em conflito, as identificações mal integradas, as lembranças que nunca encontraram repouso narrativo. Nesses espaços, o psiquismo vira vigia de suas próprias sombras, organiza ausências, pendura representações de afetos que talvez nunca tenham existido com a intensidade que a memória lhes atribui. O cárcere não é construído pelo externo — é sustentado pela dificuldade de atravessar a própria porta, que muitas vezes só exige que o sujeito cesse de guardar o que poderia ser, finalmente, largado.

Só por hoje cultivo a paz interior


Só por hoje, protejo o meu coração de qualquer mágoa, julgamento ou irritação que tente roubar a minha harmonia. Escolho respirar fundo diante das provocações e responder ao caos com o meu silêncio e a minha prece. Percebo que a paz não significa a ausência de problemas externos, mas a decisão consciente de manter a alma ancorada no bem, blindando os meus pensamentos contra tudo aquilo que não edifica.

Força interior: "Você é muito mais forte do que as dúvidas que tentam te parar. Confie no processo e continue avançando."
Daniel Alves Pena

Feliz dia da Criança.

Deixe sua #criança interior sorrir!!
Simples e alegre
Hoje todos e todas podemos.YES!!

Coluna Geológica
Revestimento do solo
por matéria surgida
do interior da Terra.
Que através de
diversas acumulações
de sedimentos ,plantas,animais e fósseis moldaram formas com o tempo.
Surgiramas Divisões Cronológicas como;
A de Éon, a maior da história Geológica.
Seguida da:Era,Período,Época, e idade..
E por suas divisões :Estratigrafia ,com os
Grupos,sistemas,séries, andares e assentadas.
Elas,moldaram as Colunasimponentes
que até fazem nos lembrar
os grandes altares.

⁠A beleza passa, vai embora rápido. O que fica, o que vale para toda uma vida, é a beleza interior, a beleza de coração, a pureza de sentimentos.

Marcelo Cezar
Treze almas. São Paulo: Lúmen Editorial, 2020.

Nota: Ditado pelo espírito Marco Aurélio.

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Glorioso é aquele q vive no interior sem preocupação do mundo, plantando, colhendo e vivendo sem muitas dúvidas e cm a terra q vive com base do seu sucesso.

O INTERIOR



O céu,
o inferno,
ou o meio-termo,
estão dentro do próprio coração.


Antes de crer na grandeza do universo,
é preciso ponderar o que existe dentro da própria cabeça.


Fazem-se perguntas para as quais ainda não se está pronto para as respostas.
Criam-se expectativas que, muitas vezes, rasgam as próprias entranhas.


A vida boa é no passo do gado:
pastando, remoendo,
na sombra, vendo o sol se pôr.


A eternidade, a doce eternidade,
é assunto da crença de cada um.


Se não crê no inferno,
mas não destrua o céu dos outros.

⁠Cultivar o silêncio é fazer florescer pouco a pouco os efeitos benevolentes da paz interior

Deixa o seu arco-íris interior brilhar sem pedir licença. O mundo precisa das suas cores.

"Ainda não descobristes a arte que emana de teu interior."

silver lining

Dizem que existe uma estrada no interior da Inglaterra onde os postes de iluminação foram instalados próximos demais uns dos outros. À noite, quando um carro atravessa aquele trecho em alta velocidade, as sombras passam pelo para-brisa como os quadros de um filme antigo. Luz. Escuro. Luz. Escuro. Rápido o suficiente para enganar os olhos, lento o bastante para deixar a imaginação terminar o que não viu.

Foi ali que um velho frentista começou a notar um carro preto passando todas as madrugadas exatamente no mesmo horário.

Nunca abastecia.

Nunca diminuía a velocidade.

Nunca parava.

Apenas cruzava a estrada, desaparecia na curva e voltava quarenta minutos depois, percorrendo o caminho inverso como se procurasse alguma coisa que insistia em escapar.

Na décima segunda noite, a curiosidade venceu.

Quando o carro finalmente encostou, o motorista desceu sem desligar o motor. Não parecia cansado. Parecia perseguido. Os olhos não olhavam para o posto, nem para o velho, nem para a estrada. Permaneciam presos ao retrovisor, como quem espera que alguém apareça a qualquer instante.

O frentista perguntou se havia algum problema.

O homem demorou para responder.

Depois sorriu de um jeito estranho.

“Você já passou tanto tempo procurando uma pessoa que começou a esquecer o rosto dela?”

O velho riu, acreditando que fosse uma piada.

Mas o motorista continuou.

“No começo você procura porque sente falta. Depois procura porque precisa de respostas. Depois porque acredita que ainda existe alguma coisa esperando para ser resolvida. E, quando percebe, já não está procurando a pessoa. Está tentando encontrar a versão de si mesmo que existia quando ela ainda ocupava aquele lugar.”

O posto ficou silencioso.

Só o som do motor preenchia o espaço entre os dois.

O frentista olhou para a estrada vazia e perguntou por que ele simplesmente não desistia.

O homem encarou o asfalto iluminado pelos faróis.

“Porque a dúvida é muito mais resistente do que a ausência.”

Naquela noite, depois que o carro desapareceu outra vez, o velho não conseguiu esquecer aquelas palavras.

Dias depois, passou a reparar melhor nas pessoas que apareciam para abastecer.

Havia casais que conversavam sem escutar um ao outro.

Gente que desbloqueava o celular a cada poucos segundos, esperando uma mensagem específica entre centenas de notificações inúteis.

Pessoas que juravam ter seguido em frente, mas ainda sabiam de cor o caminho até a casa de alguém que não viam havia anos.

Foi então que compreendeu uma coisa curiosa.

O amor raramente termina quando a presença acaba.

Ele termina quando a possibilidade morre.

Enquanto existir uma única fresta por onde a imaginação consiga escapar, a mente fará dela uma porta.

Porque ela odeia finais.

Prefere inventar universos inteiros sustentados por uma única pergunta sem resposta.

“Será que…”

É impressionante a força dessas duas palavras.

Elas transformam desconhecidos em fantasmas.

Silêncios em promessas.

Coincidências em destino.

Fazem alguém dirigir centenas de quilômetros por uma estrada onde sabe que não encontrará ninguém, apenas porque uma parte da consciência se recusa a aceitar que algumas histórias não acabam com uma explicação, mas com um eco.

Anos depois, fecharam o posto.

Construíram uma rodovia mais moderna alguns quilômetros adiante, e a velha estrada foi lentamente esquecida. A vegetação tomou conta do acostamento, os postes enferrujaram e o asfalto começou a rachar como uma fotografia antiga.

Ainda assim, em certas madrugadas, moradores da região juram ouvir um motor atravessando a escuridão.

Não dizem que veem o carro.

Dizem apenas que escutam.

Como se algumas buscas sobrevivessem ao próprio viajante.

Talvez porque existam perguntas que nunca quiseram uma resposta.

Elas apenas precisavam de alguém disposto a continuar dirigindo.

E talvez seja esse o truque mais cruel da mente humana: convencer alguém de que está perseguindo outra pessoa, quando, na verdade, passou a vida inteira correndo atrás da única coisa que jamais conseguiu possuir completamente.

A certeza.