Interior
A literatura conserva aquilo que a história costuma perder: a experiência interior dos acontecimentos.
Coluna Geológica
Revestimento do solo
por matéria surgida
do interior da Terra.
Que através de
diversas acumulações
de sedimentos ,plantas,animais e fósseis moldaram formas com o tempo.
Surgiramas Divisões Cronológicas como;
A de Éon, a maior da história Geológica.
Seguida da:Era,Período,Época, e idade..
E por suas divisões :Estratigrafia ,com os
Grupos,sistemas,séries, andares e assentadas.
Elas,moldaram as Colunasimponentes
que até fazem nos lembrar
os grandes altares.
A beleza passa, vai embora rápido. O que fica, o que vale para toda uma vida, é a beleza interior, a beleza de coração, a pureza de sentimentos.
Glorioso é aquele q vive no interior sem preocupação do mundo, plantando, colhendo e vivendo sem muitas dúvidas e cm a terra q vive com base do seu sucesso.
O INTERIOR
O céu,
o inferno,
ou o meio-termo,
estão dentro do próprio coração.
Antes de crer na grandeza do universo,
é preciso ponderar o que existe dentro da própria cabeça.
Fazem-se perguntas para as quais ainda não se está pronto para as respostas.
Criam-se expectativas que, muitas vezes, rasgam as próprias entranhas.
A vida boa é no passo do gado:
pastando, remoendo,
na sombra, vendo o sol se pôr.
A eternidade, a doce eternidade,
é assunto da crença de cada um.
Se não crê no inferno,
mas não destrua o céu dos outros.
E, sim. A gente consegue ser o que a gente quiser, não falando materialmente, mas no nosso interior.
Nunca devemos deixar morrer a criança que existe em nós.
Eu nunca deixei.
Ela nos salva de muitas coisas.
silver lining
Dizem que existe uma estrada no interior da Inglaterra onde os postes de iluminação foram instalados próximos demais uns dos outros. À noite, quando um carro atravessa aquele trecho em alta velocidade, as sombras passam pelo para-brisa como os quadros de um filme antigo. Luz. Escuro. Luz. Escuro. Rápido o suficiente para enganar os olhos, lento o bastante para deixar a imaginação terminar o que não viu.
Foi ali que um velho frentista começou a notar um carro preto passando todas as madrugadas exatamente no mesmo horário.
Nunca abastecia.
Nunca diminuía a velocidade.
Nunca parava.
Apenas cruzava a estrada, desaparecia na curva e voltava quarenta minutos depois, percorrendo o caminho inverso como se procurasse alguma coisa que insistia em escapar.
Na décima segunda noite, a curiosidade venceu.
Quando o carro finalmente encostou, o motorista desceu sem desligar o motor. Não parecia cansado. Parecia perseguido. Os olhos não olhavam para o posto, nem para o velho, nem para a estrada. Permaneciam presos ao retrovisor, como quem espera que alguém apareça a qualquer instante.
O frentista perguntou se havia algum problema.
O homem demorou para responder.
Depois sorriu de um jeito estranho.
“Você já passou tanto tempo procurando uma pessoa que começou a esquecer o rosto dela?”
O velho riu, acreditando que fosse uma piada.
Mas o motorista continuou.
“No começo você procura porque sente falta. Depois procura porque precisa de respostas. Depois porque acredita que ainda existe alguma coisa esperando para ser resolvida. E, quando percebe, já não está procurando a pessoa. Está tentando encontrar a versão de si mesmo que existia quando ela ainda ocupava aquele lugar.”
O posto ficou silencioso.
Só o som do motor preenchia o espaço entre os dois.
O frentista olhou para a estrada vazia e perguntou por que ele simplesmente não desistia.
O homem encarou o asfalto iluminado pelos faróis.
“Porque a dúvida é muito mais resistente do que a ausência.”
Naquela noite, depois que o carro desapareceu outra vez, o velho não conseguiu esquecer aquelas palavras.
Dias depois, passou a reparar melhor nas pessoas que apareciam para abastecer.
Havia casais que conversavam sem escutar um ao outro.
Gente que desbloqueava o celular a cada poucos segundos, esperando uma mensagem específica entre centenas de notificações inúteis.
Pessoas que juravam ter seguido em frente, mas ainda sabiam de cor o caminho até a casa de alguém que não viam havia anos.
Foi então que compreendeu uma coisa curiosa.
O amor raramente termina quando a presença acaba.
Ele termina quando a possibilidade morre.
Enquanto existir uma única fresta por onde a imaginação consiga escapar, a mente fará dela uma porta.
Porque ela odeia finais.
Prefere inventar universos inteiros sustentados por uma única pergunta sem resposta.
“Será que…”
É impressionante a força dessas duas palavras.
Elas transformam desconhecidos em fantasmas.
Silêncios em promessas.
Coincidências em destino.
Fazem alguém dirigir centenas de quilômetros por uma estrada onde sabe que não encontrará ninguém, apenas porque uma parte da consciência se recusa a aceitar que algumas histórias não acabam com uma explicação, mas com um eco.
Anos depois, fecharam o posto.
Construíram uma rodovia mais moderna alguns quilômetros adiante, e a velha estrada foi lentamente esquecida. A vegetação tomou conta do acostamento, os postes enferrujaram e o asfalto começou a rachar como uma fotografia antiga.
Ainda assim, em certas madrugadas, moradores da região juram ouvir um motor atravessando a escuridão.
Não dizem que veem o carro.
Dizem apenas que escutam.
Como se algumas buscas sobrevivessem ao próprio viajante.
Talvez porque existam perguntas que nunca quiseram uma resposta.
Elas apenas precisavam de alguém disposto a continuar dirigindo.
E talvez seja esse o truque mais cruel da mente humana: convencer alguém de que está perseguindo outra pessoa, quando, na verdade, passou a vida inteira correndo atrás da única coisa que jamais conseguiu possuir completamente.
A certeza.
CONFLITO INTERIOR
Sou mau, pois sofro do mal,
Mesmo querendo agir no bem.
Mas faço o que é tão fatal,
Aquilo que evito — me vem.
Há guerra dentro de mim,
Entre instinto e intenção.
Quero a luz, mas chega o fim
Com sombras sobre a razão.
Meu íntimo anseia por algo,
Por um sopro de liberdade.
Mas os gestos tomam atalho,
Rumo à velha insanidade.
A consciência se eleva e diz:
"Caminha reto, não tropeça."
Mas dentro pulsa algo gris,
Que sempre enfraquece a promessa.
Quem me livrará, então,
Desse peso tão final?
Há um caminho em outra mão,
Que me leva além do mal.
Autor: Agnaldo Joeci Borges
Com apoio criativo de Lumen (IA — OpenAI)
Meu interior
Por um tempo eu quis te salvar,
Quantos questionamentos, sem respostas, quantas verdades ditas fora de hora,
O amanhecer visto acima das nuvens pela janela de um avião tem cores tão diferentes, são tons tão surreais é um mundo novo,
Acima de nós e das nossas certezas e razões a tanto a aprender, a tanto a enxergar de outros ângulos,
Se tudo que transborda em pensamentos pudesse virar realidade isso seria tão bom,
É noite, a vela está acesa, a janela está batendo suavemente, lá fora na varanda a cadeira de balanço ainda balança lentamente,
Em um breve momento de lucidez eu descobri que quem está precisando de socorro, de ajuda é o meu eu interior.
Pare e pense!
Silenciei tudo, logo comecei a ouvir a minha voz interior,
As vezes não entendo os planos, mas sei que em todos eles o meu nome já está gravado e eles vão acontecer,
Dependendo dos ventos, a poeira do deserto pode chegar até o topo das montanhas mais altas,
Enquanto houver lágrimas e sorrisos no processo, então haverá folego para superar as etapas,
Tudo que deixei pelos caminhos não deixei correr das minhas memórias, assim como tudo que recebi e carrego na minha caminhada, não vou deixar fugir daquilo que eu mereço ser para continuar construindo a minha história.
Terremoto
Tremores fortes na Terra.
Abalo sísmico essa fera!
Vibração das camadas
do interior da crosta Terrestre .
Elas são produzidas por ondas .
As de ocorrência longitudinal
e de ocorrência transversal..
A primeira onda ,propaga _se
numa velocidade 13km/seg
Já as seguintes instalam_se
na proporção 7km na area.
Sendo mais fraca
Pode não ser sentida
pelo ser humano...
Depois da guerra interior, até o simples torna-se majestoso.
O silêncio vira abrigo.
A presença torna-se milagre.
E respirar deixa de ser automático para tornar-se gratidão.
