Instinto
Prefiro amar os animas que matam por instinto, do que entender os humanos que maltratam por diversão.....
Instinto ou vontade
Na vida o homem busca sempre ser o melhor, e, é natural que isso ocorra, mas na medida em que ele diz ter vencido por instinto, provoca algumas oposições...!
O instinto aflorado tende a enfraquecer a razão humana, ele é explosivo e impaciente... nele, não há progresso...!
A força está no instinto, mas a inteligência não... ele as vezes é animal e se alimenta da violência... abastece quem já se sente em desvantagem e ignora o bom senso...!
Todos têm seus instintos, mas eles deverão sempre ser amparados numa razão bem definida... deverão ser fortalecidos numa consciência bem desenvolvida... e aprovado numa união coletiva...!
Já a vontade leva o homem a agir com conhecimento e valor... não encontra barreiras em sua persistência... e nem fraqueza em seus propósitos...!
No desejo do homem, assim será a sua vontade... nela estarão todos os seus atos e, em consequência disto, ele traçará o seu destino...!
No desejo do homem, a sua boa vontade prevalecerá... seus caprichos serão bem conduzidos... e a sua vontade propiciará a sua felicidade...!
No fundo, em qualquer ação se deve ter a vontade de aprender... se deve ter determinação e acreditar em si mesmo, só não deve ter, é o instinto exacerbado...! Pois, a diferença entre o possível e o impossível está na vontade humana e não no seu instinto...!
A ambição do homem não pode aguçar os seus instintos... ele não deve ser alimentado por uma necessidade muitas das vezes louca...!
Quanto à vontade de vencer, é ela que provoca um crescimento considerável, é ela quem revigora e desenvolve a pessoa... e, além de ser serena, se desenvolve com o tempo.
Amar faz tanto querer, tanto com o jeito de ser da pessoa amada, este instinto de preservação da vida, percorre por dentro da alma, expande luz, cala o som, vira e revira o tom dourado do amanhecer...
Desejo:
Um instinto incontrolável que percorre cada célula do meu corpo.
Como um vulcão prestes a emanar sua lava.
Sinto minhas entranhas gritarem.
Cada jato de sangue bombeado.
Meus músculos vascularizados
Não sinto os pés no chão tocarem.
Inundo-me em fluidos.
Arrepios descomedidos.
Uma queda livre e vagalumes no abdômen!
Apenas danço.
Instinto seria um bom motivo
Danço ao som do seu sorriso
Uma dança pagã aritmada
Entre as elipses de suas formas
Arrefecido e febril eu danço
Insanidade seria um bom motivo
Pra saltar os precipícios adiante
Tomar impulso e partir
Retirar as vendas em queda livre
E sentir prazer ao cair
Sobrevivência um justo motivo
Para estar nu diante dos inquisidores
Sorrir apenas, sem intenções pensadas,
Cantar porque é vital
Ou seria medo o tal motivo?
Da solidão ensimesmada e presente
De me abandonar diante do espelho
De me confundir com alguém que nem conheço
Um motivo triste seria a fome
Seria biológico e rígido demais
Apenas o cumprimento de um ciclo
Encerrando numa noite fria
Penso por que eu danço
Ao som do seu sorriso
Por que me queima essa febre
E na ignorância pura dos infantes
Alucinadamente e dopado eu danço
E faço do amor o meu maior motivo.
O mundo está cada vez mais carente de amigos. Com instinto animal cada vez mais forte, impera o egoísmo no homem e o sentimento de que deve se defender a todo custo, afastando os seus. Assim, mata-se.
Ainda não sei até que ponto a morte é instintiva...Mas este instinto é natural ao homem também.Adentrar para dentro deste saber não é recomendável no universo mortal,já que nós(do inconsciente),sabemos que a vivência de forma natural é insuperável(pelo menos de maneira realmente trabalhada).
Até que ponto um instinto pode se revestir de morte ou de vida?Se ele não tem capa,então,desnudo estará indo para algum lugar...E irá revestir-se de luz ou escuro(pelo menos para os nossos olhos).Só questiono esta força que vai para lá ou para cá...
Atualmente o instinto leva vantagem sobre o intelecto, pois enquanto o primeiro preserva a sobrevivência da espécie, o segundo, conscientemente, a destrói.
Tudo é questão de instinto, não venha só quando avisar, venha sempre. Quero seu olhar no meu, preciso sentir meus dedos em seu cabelo, te acariciar. Sinto falta de te vê dormindo. Chege logo meu bem, a gente casa Domingo
A busca pela felicidade é direito natural do homem e instinto lastreado pela racionalidade que somente ele tem. Felicidade é assentada na subjetividade, no anseio individual e coletivo, nos valores materiais e imateriais de uma sociedade. Felicidade não se alcança extemporaneamente, é exercício de persistência e constância diriam uns, ou acaso afirmariam outros. Há ainda os que asseguram, ela simplesmente não existe!
Para definir felicidade as dificuldades são imensas, elucubrar sobre os caminhos que levam a essa tal circunstância, é tarefa hercúlea e quase inglória. No entanto, a altura do monte não é fator para me desmotivar e sim a vontade de chegar ao topo e descortinar o horizonte o são para me fazer prosseguir.
Por essa razão digo que quaisquer que sejam os caminhos que levem a felicidade, é o mais curto deles aquele que começa em você e retorna a ti com a constatação de que é feliz, quem se respeita, quem se ama e se valoriza.
Acho que a gente já nasce com instinto do bem ou do mal, independente da criação. É a única explicação que vejo. Por isso, fico aqui torcendo para que coloquem no mundo mais gente do bem. Essa talvez seja a nossa salvação.
Seu instinto é esse, não adianta procurar em ti uma pessoa forte, pois é em vão... quer o que está fácil, sem muita luta, não és determinado, qualquer momento que requer mais de ti, tu foges... foges pro lado fácil!
As melhores coisas vem de algum esforço, paciência e determinação, caso contrário a pergunta "por quê está acontecendo tudo isso comigo?" sempre ficara em vão no tempo! E o tempo passa!
A ditadura está dentro de nós. Quando recebemos aval, acabamos por colocar para fora nossos instintos bestiais.
Ninguém é menos dotado do instinto da igualdade jurídica do que os apóstolos da igualdade econômica [isto é, os 'intelectuais de esquerda']. Só resta saber a causa profunda dessa deficiência. Segundo Joseph Gabel, é um tipo de doença mental, de esquizofrenia. Segundo Eric Voegelin, é uma sociopatia, uma enfermidade da esfera moral que não afeta a superfície do eu. Mas às vezes essa discussão se torna puramente acadêmica: na URSS, os esquizofrênicos e sociopatas tomaram de assalto o hospital e trancafiaram nele quem pretendesse diagnosticá-los. E é preciso ser ainda mais doido que eles para não perceber que estão querendo fazer a mesma coisa aqui.
