Insensibilidade
E o desleixo dos insensíveis ou fracos de espíritos não me influenciarão, pois ainda sim quero habitar em teu coração;
Não me perca de vista, mas me defina como aquilo que sempre sonhara;
Em algumas cenas da vida,
Os diretores (consoladores) insensíveis, dizem:
Finja! Você é ator.
Seja forte na fraqueza;
Quando ferido, não sinta dor.
No caos, mantenha a calma;
Sustente, na tristeza,
A máscara do sorriso
Que é o eufemismo
Da alma.
Na maioria das vezes me decepciono com todos os insensíveis e ignorantes, mas não aprisiono, minha latente generosidade espalha se por liberdade, que por amor a vida por vida, está sempre bem acima, de tudo.
Nem mesmo os mais cruéis e insensíveis seres escapam da tensão criada entre a mentira vivida e a verdade ignorada.
Pessoas insensíveis e invejosas se alimentam de ingratidão e destilam um veneno que destrói relacionamentos e mata sentimentos.
Não há Vocabulário que abaste os insensíveis! Para eles, os livros mais difíceis de ler e interpretar sempre serão os outros.
Estamos ficando tão insensíveis, que estamos substituindo as pessoas por smartphones, elogios por emojis, carinho por likes e sentimentos por comentários.
Os psicopatas narcisistas são pessoas frias, insensíveis, grosseiras e altamente sedutoras que gostam de humilhar suas vítimas e não sentem remorso ou empatia. Os relacionamentos com eles podem ser tóxicos. Por isso, se você se relaciona com alguém assim, é melhor "pular" fora desse relacionamento antes que termine de uma forma trágica.
Para profissionais insensíveis pessoas sensíveis e afetuosas têm um defeito.Mas,seria insuportável trabalhar e conviver somente com pessoas quem não têm compaixão e humanidade.
“ O pássaro...
no canto de uma árvore,
a cantar um conto, ouvi
cantou a tristeza e aflição
da cinza e desbotada paisagem
que teve suas cores apagadas
pela insensibilidade e não mais sorri. “
Viviane Andrade
Lá fora há desamor, desrespeito, aqui dentro transborda intensidade e luz. Lá fora nada muda, aqui dentro se aprende, cresce-se e transforma-se. Lá fora é frio e escuro, aqui dentro é quente, claro e real. Lá fora há cegueira e insensibilidade. Aqui dentro, ah! Aqui dentro, só há espaço para o profundo, já não cabem mais lacunas, aonde a vida queima e a alma transborda.
A leitura nos desloca e nos conecta, ela nos permite transcender barreiras, conhecer a nós mesmos com base em uma perspectiva narrada e/ou vivida pelo outro. A literatura infantil, em especial, contribui para o conhecimento, a recreação, a informação e interação necessária ao ato de ler, influenciando de maneira positiva no desenvolvimento social, emocional e cognitivo da criança. A leitura é o cerne da nossa existência.
Não ser bom demais
É o que acontece a quem nunca se zanga. Quem não sente nada não tem personalidade. Tal atitude não se deve só à insensibilidade, mas também a
incapacidade. Sentir intensamente, quando as circunstâncias o exigem, é um ato
de afirmação pessoal. Até os pássaros debocham dos espantalhos. Alternar o amargo com o doce revela bom gosto: a doçura sozinha é para crianças e tolos. Constitui um grande mal perde-se por ser tão insensível mesmo sendo bom.
Vicent…
Em um vilarejo distante, vivia um homem chamado Vicent, cuja presença era notada por todos ao seu redor. Vicent, dotado de uma aura magnética, era frequentemente admirado por sua beleza e eloquência. No entanto, por trás de seu sorriso encantador, residia uma inquietação profunda e persistente. Desde jovem, Vicent fora moldado por circunstâncias que o levaram a construir uma muralha invisível entre ele e os outros, uma fortaleza que o protegia de um mundo que ele percebia como hostil.
Vicent carregava consigo o peso de uma infância marcada por expectativas desmedidas. Seus pais, sempre em busca de perfeição, jamais reconheciam suas conquistas. Assim, ele cresceu acreditando que o amor era um prêmio a ser conquistado, nunca uma dádiva a ser recebida. Com o tempo, essa crença se transformou em uma necessidade insaciável de validação externa, levando-o a buscar incessantemente o olhar admirado dos outros.
Em sua jornada, Vicent desenvolveu o hábito de adornar a realidade com mentiras sutis, moldando a verdade para se ajustar ao que ele desejava que os outros vissem. Essa distorção era, para ele, uma forma de sobrevivência, uma maneira de construir uma imagem que o protegesse da vergonha que sentia ao encarar suas próprias falhas. Quando confrontado, reagia com uma defesa feroz, erguendo barreiras de agressividade para afastar qualquer ameaça à sua frágil autoestima.
Nos relacionamentos, Vicent se via preso em um ciclo de encontros superficiais, onde o toque físico substituía a conexão emocional. Estranhos se tornavam espelhos para refletir sua grandeza imaginada, mas, no silêncio que seguia tais encontros, ele se sentia mais vazio do que nunca. A admiração dos outros era um bálsamo temporário, logo substituído por uma sensação esmagadora de solidão.
Vicent raramente percebia o impacto de suas ações nos outros. Sua necessidade de ser o centro das atenções o tornava insensível ao sofrimento alheio, e a empatia era um conceito distante. Ele se envolvia em demonstrações de falsa modéstia, proclamando humildade enquanto secretamente ansiava por aplausos. Para aqueles ao seu redor, a convivência com Vicent era um desafio constante, uma batalha para preservar suas próprias identidades diante de sua presença avassaladora.
Aqueles que tentavam se aproximar de Vicent frequentemente se viam esgotados, suas mentes ofuscadas pela manipulação sutil e pelo constante jogo de poder. O risco de se perder nesse turbilhão emocional era real, e muitos precisavam de apoio para recuperar suas forças e reconquistar seu espaço. Para escapar dessa teia, era necessário reconhecer os próprios limites e buscar ajuda, encontrando segurança em mãos amigas e guiando-se por conselhos sábios.
Vicent, em sua solidão autoimposta, também ansiava por mudança, ainda que não o percebesse plenamente. Seu caminho era tortuoso, mas não sem esperança. A jornada para a consciência e transformação era longa e árdua, exigindo coragem para olhar além do espelho e enfrentar a verdade de quem realmente era. No fundo, Vicent desejava romper as correntes que ele mesmo construíra, buscando, talvez ainda sem saber, o alívio de um abraço genuíno e sincero.
