Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Saudade Ă© o pior dos castigos
Dado ao coração abandonado,
Corrompe, esfacela e acorrenta
â Pobre indivĂduo escravo...
Escravo de um sentimento...
QuĂŁo infeliz pode ser?
Ă o mais aterrorizador tormento:
Ă querer e nĂŁo poder.
Ah, se pudéssemos ter e sentir
Ainda que por um momento fugaz
Os mais puros desejos da alma
Realizados em nosso ser...
AprenderĂamos, mesmo que de forma efĂȘmera
A verdadeira essĂȘncia do que Ă© viver.
Devemos acreditar em nĂłs mesmos, em nossos sonhos; acreditar que fomos criados para o melhor, para o bem, para o amor.
IN CANTOS
Canto nu, uirapuru
Canto lĂĄ , sabiĂĄ
Canto nĂŁo, azulĂŁo
Canto, embaraço, sanhaço
Canto sim, papa capim
Canto mal, Ăł cardeal
Galo da campina
Minas, esquinas
Passarinho em sua sina
Canto sĂł, sem voar mocĂł
Sai do peito, Assum preto
Canto otĂĄrio, me salva o canĂĄrio
Belga ou da terra
Do céu e das nuvens
Bel canto em esperanto
Canto nu, urubu
Versos emplumados
Dâalma inquieta
Espinha nĂŁo ereta
Que jaz em uma cama
Um quarto
Assobio sem sucesso
O espĂłlio do das penas
Pena.
Luciano Calazans. Serrinha, Bahia. 22/12/2017
CASO VOCĂ NĂO SAIBA.
NĂŁo! NĂŁo ouvirei o sussurro da sanha
De temer a luta â e nĂŁo ser temido
De temer o luto â sem ao menos lutar!
De temer sanhas, façanhas e artimanhas
De uma vez por todas, daqueles que tentam amiĂșde fazer o auriverde, pendĂŁo auriverde, brado auriverde sangrar.
NĂŁo sou Aquiles tampouco Heitor
E NĂŁo serei o fĂgado de Prometeu...
Quero Atena atenuando a quase calefação do meu sangue, vermelho sangue, suado sangue â enquanto pĂĄrias jogam xadrez
Macabras aritméticas
Tenebrosas equaçÔes
Quinhentos e treze Ă© morte, Ă© monturo e azar
Malfadado portuguĂȘs falado por quem desconhece os verbos, incluindo o SER!
Preferem à revelia de milhÔes,
E em milhÔes o verbo Ter...
Poder? O que Ă© poder?
Onde começa? Onde termina
Poder é não querer e poder não sucumbir à besta e suas quinhentas e treze cabeças
LĂnguas bifurcadas, perdidas, enroladas, perdidas e ensimesmadas.
Poder?
Prefiro nĂŁo discorrer sobre tal verbo
TĂŁo procurado da mais vil forma subsidiado pelo mais vil metal.
Quero o sonho, o pĂŁo e a arte
Quero a vida comungada em qualquer parte
Quero a lucidez da comunhĂŁo
Quero a loucura do sim e do nĂŁo
Quero abrigo para os meninos
Quero abrigo para as meninas
Quero ĂĄgua do sertĂŁo
E a brisa beira-mar
Quero o rio doce em minha lĂngua
Quero minha pĂĄtria
TabarĂ©us, cafuzos, mamelucos, mulatos â nação vira-lata!
Sim! Vira-lata!
Prestem atenção! A besta jamais dirå sim
Sem algo em troca.
Quinhentos e treze cabeças
BilhÔes de Aves Marias
Amém .
Luciano Calazans. Salvador, Bahia.
-
O que tanto esperei(cria minha)
Quando vejo vocĂȘ dormindo
seu sono Ă© o doce grito da paz
Beijo o silĂȘncio vestido de mĂșsica
Que emana dos anjos que te cercam
Quando vejo vocĂȘ sorrindo
Um sorriso que desconstrói qualquer traço de tristeza
A mente vai ao momento em que esteve dentro de mim, sĂł meu.
Ă assim...VocĂȘ nasceu daqui...
Daqui, do esperar sem fim.
Foi assim...VocĂȘ devolveu a luz
Que em um grito, pude também ofertar
A primeira vez, o primeiro mĂȘs
Sem desmantelo, sem as regras
Boas novas se fizeram em um sĂł dia
Convertendo essa mulher em outra...
Mais vĂvida, boba e completa
A lacuna que faltava agora preenchida
Ah! Meu melhor presente ao futuro.
Tempo...VocĂȘ nasceu de mim
Horas...De um esperar sem fim
Foi, enfim, vocĂȘ que trouxe a luz
Luz essa que guardei sĂł para ti
Ă menino ou menina?
NĂŁo importava o masculino ou feminino
O esperar da plena saĂșde
Era o Ășnico verbo a me guiar
Semanas que nĂŁo passavam, dias oscilantes
De humor e nĂŁos
Inseguranças e certezas
Valeram a pena, pois hoje sou forte
E vocĂȘ meu norte, quando falta exatidĂŁo
Nasceu uma canção, o choro mais lindo
Composição de dois destinos em uma sĂł beleza â que agora observo dormir
Criatura, és o estribilho da minha vida.. hit, refrão..sei lå.
SĂł sei que em ti enxergo e, do meu ventre
Desse ventre que tanto lhe esperou
Se fortalece a cada segundo o meu cantar
A ti...Toda manhĂŁ que houver
Ă assim...de onde eu estiver
Assim, o amor concretizou
Em mim, o que o destino traçou
Ă tanto amor e comunhĂŁo
Que não cabe só em uma canção
Mas acredite, pessoa celestial
Que minha alma hoje Ă© sua
Sua dor Ă© minha
O meu sangue Ă© seu
O amor Ă© o teu nome
Para toda a minha jornada
Luciano Calazans. 14/07/2017
TRĂS
TrĂȘs palavras, trĂȘs suspiros
TrĂȘs estrelas, cinturĂŁo de Ărion
TrĂȘs vidas, trĂȘs cançÔes
TrĂȘs amores, vastidĂŁo
TrĂȘs por quatro, trĂȘs, quatro, cinco, seis, sete...
Nu quarto...
TrĂȘs motivos, trĂȘs centelhas
TrĂȘs divinos, "trĂ©s bien"
TrĂade perfeita, do sim, do nĂŁo e do ser
TrĂȘs quatros estaçÔes
TrĂȘs letras : AMO!
TrĂȘs anos de homogĂȘneos pensamentos
De alguns poucos tormentos
De azul no firmamento.
Feliz sou por ser seu
TrĂȘs mil vezes, trĂȘs mil cantos
TrĂȘs anos luz!
à Tais Nader, com todo amor que hå em meus nada quietos, coraçÔes e mentes!
"Quando o célebre fala, todos o ouvem e declaram ser genial, ainda que fale um monte de besteiras. Chamam a isso: credibilidade."
QUANDO TE ENCONTREI
Quando te encontrei
Num dia de sol
Eu pensei comigo:
Como Ă© bom estar vivo e poder
Sei que a vida Ă© mais
Que um amanhĂŁ
Vida Ă© um dia
E hoje Ă© o dia de vocĂȘ
Caminhei em busca de um nada
Nada encontrei até aqui
O som e a dor
E de cara encontro um sorriso
Foi vocĂȘ que fez nascer
Quando te beijei
Linda
Quando te toquei
MĂșsica
Pude acreditar
Que quando o sol brilhar
Quando entardecer
Quando ouvir um som
SerĂĄ vocĂȘ
Quando o céu chorar
Quando o mar gritar
E a onda bater
SerĂĄ vocĂȘ
Quando eu repetir
Eu vou te dizer
Como eu sou feliz em ter vocĂȘ.
"Se toda regra tem exceção, via de regra, a exceção também é regra. Qual é então, a exceção da regra de exceção?"
"HĂĄ uma jovem guerreira
De nobre posição
Ela tem pintinhas no rosto
E mora no meu coração
Moça grande pequenina
Gosta de K-Pop
Uma linda menina
Um colĂrio para os olhos
Baixinha, nervosinha
E chatinha que sĂł ela
NĂŁo hĂĄ sorriso mais belo
Do que eu vejo
No rosto dela
Moça inteligente
Se destaca na multidĂŁo
Tudo o que eu queria
Era morar no seu coração"
E aprendeu a se fortalecer
NĂŁo como casa de palha
Colocou tijolo por tijolo no prumo
E se ergueu de concreto
NĂŁo Ă© fĂĄcil entrar pela porta
Ou pela janela
Coração dela
à terra que ninguém pisa
Porque na casa dela
Ela planta seu jardim
Decora sua alma
E sabe que quando perde o telhado
Ganha as estrelas
Pinta a parede de todas as cores
Pra colorir as dores
Aprendeu com a tempestade
Quando no céu avistou pela sua janela
O Arco iris
Ela dorme agarrada com seu Amor prĂłprio
Se fez fortaleza
E sempre que chega em casa
Tem a sua saborosa sobremesa
Com sabor de que sua felicidade
NĂŁo depende de uma porta aberta
Ou uma janela
Para que nela façam morada
SĂł depende dela
E sabe que sobre todas as coisas que deve guardar
Guarda seu coração
Através dele ergueu
Sua morada
E no caminho de volta
Ela sempre volta pra casa
E no seu Amor prĂłprio
Faz morada!
Joyce Amanajas
"...se um dia contarem minha histĂłria, digam que vivi...
....Digam tb que tive amigos...uns deixaram saudades, carisma, outros viveram por mim..
....Falem ainda que tive uma familia maravilhosa...irmaos, primos, tios, sobrinhos....
....Seu m dia contarem minha historia, falem dos meus pais....Foram as pessoas mais importantes, mais alegres, mais especiais que tive o prazer de conhecer....
Se realmente contarem, digam que 'nasci, amadureci e rejuvenesci..."
DA GRAĂA DE ESTAR VIVO
Felicidade Ă© sentir o coração leve, isento de culpas e mĂĄgoas. Ă manter um olhar direto e sereno diante da vida por saber que vocĂȘ Ă© sincero, fiel aos seus princĂpios, as suas crenças e ao seu semelhante. Ă saber-se semeador fiel da semente do Amor, da generosidade e da verdade. Ă encarar a vida de frente, mesmo tendo sempre um olho nas estrelas. Ă nĂŁo julgar e nem temer ser julgado, pois vocĂȘ sabe que apesar de mero ser humano falĂvel, estĂĄ em paz com seu Deus, que tudo vĂȘ e sabe a seu respeito. Ă crer num futuro promissor para aqueles que fazem parte de sua vida e incentivĂĄ-los a trilhar o caminho do Bem. Felicidade Ă© compartilhar com os amigos, a alegria de estar vivo.
Helena da Rosa
CONCLUĂ
Olhando uma bela xĂcara que virou vaso de flor
ConcluĂ:
Para nada existe fim
Só mudanças
Recomeços.
Vou pedir para o tempo passar arrastado
Para eu ficar cada vez mais ao seu lado
Ouvir tua voz, sentir tua respiração
E ao selo de um abraço ligar coraçÔes
A ti, dedico todas as cançÔes
Todos os clichĂȘs desse mundo
Para nunca esquecer-se
Que vocĂȘ Ă© o meu tudo.
Quando gostamos de alguém, o sorriso dessa pessoa jå é tudo! Um alimento para alma, uma esperança para o amor e o caminho para paz.
Evangelho
O Evangelho se define, em renĂșnciar as nossas vontades, e viver segundo vontade de Cristo sem meio termo.
Viver a vida em Cristo, nĂŁo Ă© viver como pensamos, ou como queremos, tem que ter Ordem e decĂȘncia (1ÂȘcorintions 14;40).
Se aceitamos, o unigĂȘnito filho de Deus como nosso Ășnico e suficiente salvador de nossas vidas, sabemos que Ă partir desse momento, o que prevalecerĂĄ serĂĄ a plena vontade de Deus.
Temos que obedece-lo, e praticar boas obras (Efésios 2:10) Vigiando e Orando (Mateus 26;41).
A motivação de viver a vida em Cristo, nĂŁo Ă©, e nem pode ser motivado pelos bens, mas saber que Jesus aqui viveu sua vida em obediĂȘncia a Deus Pai e deixou para aquele que o segue um exemplo de santidade. (seja santo por que ele Ă© santo
1ÂȘ Pedro 1.15;16)
Devemos praticar as mesmas obras que Jesus praticou, Ele foi o primeiro para nĂłs dar exemplo das grandes obras e feitos, sendo assim temos Nosso Senhor como alvo em quem espelhar.
ConclusĂŁo:
Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
vĂłs, sim, que, antes, nĂŁo Ă©reis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que nĂŁo tĂnheis alcançado misericĂłrdia, mas, agora, alcançastes misericĂłrdia.
IÂȘ Pedro 2 :9;10
Por : P.Henrique Barros
Se a gente se acostuma com o verĂŁo, por que nĂŁo se acostumar com o inverno?
Afinal de contas o ciclo se repete, se voce não se habituar também não viverå o lado bom de cada faz da vida."
