Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"A matĂ©ria-prima da palavra Ă© o pensamento. O que dizer entĂŁo quando se proferem palavras vĂŁs, que a lĂngua Ă© mais veloz do que o prĂłprio pensamento, ou que se faz consciente do mal?"
Em minha feição triste e melancólica,
No amargor do meu coração,
Nesse gigantesco vazio que é a minha esperança,
Habita vocĂȘ,
Um bem tão grande que tal presença faz despertar em mim sentimentos e nervos que não sabia que eram tão expressivos.
Em meu profundo amor,
Nossas almas fundidas numa sĂł,
Nesse mundo onde amar Ă© sofrer,
VocĂȘ transformou na melhor experiĂȘncia que se pode ter, e no bem mĂĄximo para o meu corpo e meu espĂrito.
JĂĄ parou pra pensar que nossa vida e literalmente emprestada? Que uma hora temos que devolver ela (quando morremos)., EntĂŁo aproveite o mĂĄximo ela!
Controvérsias
Te escrevo esta lĂrica crĂtica poĂ©tica
Como um tolo devaneio desta minha mente
Antes tĂŁo inerte, agora inquieta
Redijo substantivos e vocĂĄbulos
TĂŁo mornos e oblĂquos
Afim de encontrar acalento
Ă esta minha vida, morna e incerta.
De amantes a inimigos
Malditos escravos
De devaneios antigos
De estranhas aversÔes
Nossos nocivos estragos
Eu queria a calmaria
Do encontro das marés
Queria a melodia
Orvalhada dos ouropéis
Queria nĂŁo ser tĂŁo estĂĄtico
E poder nĂŁo sentir
Essa minha dor
Mas nĂŁo sei se queria
O privilégio de chamar-te de amor
No ĂĄpice de minha saudade
Houve um lapso temporal de desespero
Em que sem pudor ou medo,
Infligi a mim, uma dor de total desmantelo
Queimei-me a pele
Por nĂŁo suportar o queimor que me aquecia por dentro
Meus epitélios pareciam desgrudar da derme
E seu nome nĂŁo me saĂa da cabeça
A tu, eu perdi a sanidade.
Nem mesmo todo o tempo que passamos na estrada
Bastaria a compensar as horas que perdi delirando por ti
Queria nĂŁo ter essa intensidade exacerbada
Mas das rosas que vocĂȘ me deu,
Sou a estragada.
Desvencilhei-me das lembranças tuas
Mas tua foto ainda estĂĄ em minha cabeceira
Ainda sinto teu cheiro em pessoas alheias
Em minhas andadas rotineiras
Queria ter lembranças como as suas
Boas e puras
Mas nas minhas,
SĂł fomos dois inconsequentes
Cambaleando sob a linha tĂȘnue Ă margem da razĂŁo e da loucura
Beijei bocas das quais nĂŁo lembro o gosto
Pousei em corpos estranhos, conhecidos e em tantos outros
Mas sempre foi vocĂȘ,
O fogo que me torna imune aos sopros
Estou numa bolha de inércia prestes a ser estourada
Meu mundo rosa tem coloração acinzentada
Ăs parte fundamental desse caos instaurado em mim
E sem vocĂȘ, eu me resguardado
Nada mais vai ser cem por cento
Nada tem a beleza extraordinamente quĂąntica
Linda, leve
Como teu sorriso e teus cabelos ao vento
Minha energia lasciva destruiu teu carro
E a minha sanidade,
Me trouxe os debates existenciais sobre a beleza da ida
Mas se eu nĂŁo fosse azarada,
Não conheceria quem me ensinou a fórmula de resolução
Ou da destruição de minha vida
Toda a incompreendida chama que juravas ter
Era brasa molhada, fogo de palha
E agora, cobrança de saudade
Que sĂł sobrou pra mim
Junto Ă esse romantismo ultrapassado
Ă imensidĂŁo de lirismo incompreendido
VocĂȘ me trouxe de volta Ă monĂłtona realidade.
Com a dor de ser o que sou,
Acabou.
Acabaram os vocĂĄbulos
Todos os numerados fĂłsforos foram queimados
E apagaram
Só restou a fumaça
E a dor reconfortante de quem os segurou até o final.
Serei sua
Enquanto meus versos inconformados e desajustados
Insistirem em ser seus.
Thaylla Ferreira Cavalcante
âșA Vida Sem VocĂȘ
Eu gostaria de escrever sobre vocĂȘ
Pois, a muito tempo deixei de viver
E, contigo eu sentia isso, a vida
A mesma que jĂĄ nĂŁo me gera mais alegria,
A mesma que deixou de ter aquela nostalgia.
Aqui, agora, eu nĂŁo escrevo minha felicidade
TĂŁo pouco minhas aventuras e amizades
O mĂĄximo que consigo soletrar Ă© a criatividade,
Aquela que me salva de um mundo de vĂĄrias faces
De um mundo de pessoas que parecem,
Mas que nĂŁo sĂŁo amigĂĄveis.
Eu gostaria de escrever sobre vocĂȘ
Talvez por sentir falta, nĂŁo sei dizer
Mas, precisa de um motivo?
Talvez eu esteja apenas me sentindo sozinho
Talvez vocĂȘ seja importante para mim
Ou quem sabe eu sĂł esteja cativo.
Ficar observando os carros indo e vindo Ă© uma tortura
Pois, sei que nĂŁo a verei em um Gol ou Fusca
As luzes da cidade sĂŁo lindas e me ofuscam,
Enquanto a saudade por ti, chama
Eis que me vejo em um dilema, em chamas
Enquanto sofro a ausĂȘncia de minha dama,
Da pessoa que meu coração tanto ama
E que se debate de saudade por todas as semanas.
"Diz-se que o segredo da felicidade é não ter medo, porém, receio que ao perder o medo, me torne também imprudente."
Jesus não nos comprou com desconto na Black Friday, ele nos comprou com preço alto, foi caro, foi preço de Sangue.
Amar-te Ă© pra mim tudo
Ă te ver todo dia e sonhar
Amar-te Ă© algo tĂŁo profundo
De tal modo a me fazer jurar
Que amar-te-ei atĂ© meu Ășltimo
segundo...
Abelhas e borboletas...
Aqueles que gostam de aventuras emocionais são as que mais se esforçam para alimentar um amor que nunca estão disposto a perpetuar.
Constroem emoçÔes e expectativas alimentasse do néctar e abandonam o estigma... buscando outras emoçÔes.
âșPor Isso
Eu nĂŁo sei o que fazer
Pois te amo, mas tenho medo
Eu nĂŁo sei se devo me conter
Pois te amo, mas tenho medo
Eu nĂŁo sei se devo esconder
Pois te amo, mas tenho medo
Eu nĂŁo sei se devo te dizer
"Eu te amo, mas tenho medo".
Por isso escrevo, do meu jeito
No momento em que sinto um beijo
Vindo de tão longe, através do vento
Pesco um momento do prĂłprio tempo,
Apenas para descrever um sonho sereno
Desatento eu me sento em nuvens de versos
"Eu te amo", soletro sobre o céu plano,
De um papel velho como um antigo pano.
Confesso, sonho com vocĂȘ, sobre vocĂȘ, para vocĂȘ
Estou Ă mercĂȘ de um sentimento que nĂŁo quer se desprender
Estou querendo descontroladamente te ver
Sinto algo aqui, no meu peito, gritando
"Amor, paixão, desejo, intenção"
Meu pensamento Ă© seu, aceite-o
Esses meus versos também, são meigos
Deixe-os entretĂȘ-la, assim como deixarĂĄ em meu sonho
Eu nĂŁo sei o que fazer
Pois te amo, mas tenho medo de perdĂȘ-la
Por isso tenho medo.
