Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â NĂvel paixĂŁo lĂĄ nas alturas
NĂvel desejos La no espaço
NĂvel amor lĂĄ na via lĂĄctea
NĂŁo hĂĄ limites para o que sinto por vc vida đ
â DISPAR
Pela prosa de amor vou seguindo
A poética nos versos carregando
No perfume do sentimento indo
A afeição vai ao poeta inspirando
E, em cada rima a trova sorrindo
Com a paixĂŁo jamais me faltando
Pois o fascĂnio Ă© sempre benvindo
Criando o amor, ao amor quando
Tenho reservado dentro do cĂąntico
O tesouro de um sentir romĂąntico
E o realce do enamorado coração
Difiro Ă quele duma empĂĄfia nobre
Que tem aquela emoção tão pobre
Pobre de zelo e pobre de sensação
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31 janeiro, 2022, 07â07â â Araguari, MG
â Existem trĂȘs tipos de amores, o amor vicioso, o amor mentiroso, e o amor odiado.
O amor vicioso Ă© o amor tradicional da vida, um amor econĂŽmico, um amor para o luxo.
O amor mentiroso Ă© o amor que mente, mas ama, ele ama algo mas camufla ele, impedindo que saiba o que ele realmente ama.
O amor odiado é o amor de um filósofo, um amor realmente belo. Um amor, que por si só, é odiado por todas as geraçÔes.
- João Paulo Andrade Gonçalo
â â O amor tem vida prĂłpria.
NĂŁo tem regras, nĂŁo tem freio.
NĂŁo se preocupa com os meios.
NĂŁo tem hora e nem lugar.
Quando vĂȘ jĂĄ floresceu.
Tå fazendo alguém sorrir.
E sĂł deixa de existir,
Se alguém deixa de cuidar
â O amor e o tempo
NĂŁo existe tempo correto para amar
NĂŁo existe tempo correto para chamar
NĂŁo existe tempo correto para se apaixonar
Crer que existe tempo correto para amar, é se afundar no próprio coração, sem se amar e ir além do mar se afundar
Aja com o coração, sem ter medo da razão
Esta geração sem noção, crĂȘ que tudo Ă© emoção, sem ter o mĂnimo de noção, pois nĂŁo tem coração
Tenha inspiração, no teu próprio coração
Se sentiste amor com razĂŁo no coração, nĂŁo deixes para amar amanhĂŁ, ame agora, pois vocĂȘ nĂŁo consegues controlar a situação
Embora temos tanta razĂŁo
Não sabemos o dia de amanhã, então ame agora de montão, para que não haja arrependimento no coração
â â "E vocĂȘ gosta de mim?"
â me pergunta o meu amor;
entĂŁo lhe respondo assim:
nĂŁo gosto nĂŁo, minha flor.
Gosto de ver o sereno,
pato, galinha e pinto,
para expressar o que sinto
verbo gostar Ă© pequeno!
Quem dera o verbo gostar
pudesse nesse momento!
mas somente o verbo amar
expressa meu sentimento!
GRAVIDADE
NĂŁo hĂĄ por que resistir:
Tua gravidade
dobra a minha vontade
Meu solitĂĄrio amor por ti
Busca o eterno caminho mais curto
Em um espaço displicentemente deformado
Pela real presença da tua beleza
Tenho irmĂŁos? Talvez rivais?
NĂŁo os vejo,
Mas somente a ti
Tua luz me cega!
Teu peso
Me dĂĄ leveza
Teus grilhÔes,
Suaves,
Convertem-se em asas
(Ocultas nos meus ombros
InvisĂveis)
Eis-me Anjo
Caindo sobre ti
Sem nunca chegar ao Fim
Eis-me no vĂŽo-queda... que me faz liberto
No mergulho eterno
! Eis-me tudo !
(porque sĂł existo em Ti)
Amo-te
Porque nĂŁo pode ser
(De outro jeito)
Amo-te
Porque o caminho em torno de ti
Ă (incontornĂĄvel)
Amo-te
Porque (nĂŁo) posso evitĂĄ-lo:
Deslizo sobre o caminho traçado
Pela tua fascinante Gravidade
Como um destino
a se cumprir:
inevitĂĄvel,
solene.
pleno
â
â O amor Ă© uma Luz Viva, que precisa ser regada, que precisa ser cuidada, que precisa de atenção. Para nĂŁo secar, murchar e virar escuridĂŁo.
â Se conheço o meu melhor
e de mim sei o pior,
equilibro o coração.
Pois se tenho o Amor MAIOR
e me amo mesmo sĂł,
desconheço a solidão.
â Nascemos chorando com a certeza que a vida serĂĄ dura, com amor para nĂłs alegrar em nossas caminhas.
â Policromas do Amor
Hoje prometo nĂŁo falar
Das minhas polissemias
Mas as cores da nova aurora
Se apresentam com mĂșltiplas
Cores de primavera
A terra e as aves riscam o céu
Branco da paz
Com voos cada vez mais
Verticais em busca da
SobrevivĂȘncia
A chuva mansa e calma
Toca ao chĂŁo que ensaia
Uma corrente de felicidade plena
Uma tĂȘnue correnteza de amor
A vegetação, de leve, tremula suas
Folhas suave e levemente
A luminosidade acanhada
Anuncia que o amor
Na sua multiplicidade de cores
Colore um belo jardim da vida
Juncando a vida de baunilhas
E copo de leite
Colorindo de lirismo meu
Iracema de encantos
O tempo nos convida para um
Novo dia com suas promessas
De amenidades
Tempo de riscar as pĂĄginas do
Livro da vida e despertar para um
Mundo novo...
â Foi na primeira vez, que eu senti que era amor, que eu simplesmente mudei :
- Saltei de mim pra vocĂȘ !
â O tempo passou, as coisas mudaram demais
Eu acho que superei, nĂŁo o amor, mas a dor que ele deixou
Acho que Ă© assim que as coisas funcionam, afinal
O vento leva o calor e dĂĄ a tudo um ponto final, enfim
A ti declaro todos os poemas que nĂŁo pude escrever
Combinando com este amor que senti, mas nĂŁo pude ter
â Eu nĂŁo desejo passar pela vida sem deixar pelo caminho rastros do meu amor... Em cada pegada, um sentimento de gratidĂŁo por amar e ser amado sem exigĂȘncias. E quando eu nĂŁo mais conseguir caminhar, que este desejo se eternize, por favor...
â Vamos abrir nosso coração para que a fĂ© e esperança entrem. SĂł assim conseguiremos ter paz, amor, saĂșde, prosperidade e VitĂłrias! AmĂ©m đ
â Opção
Bem perto do amor estar,
e desistir.
Passar a viver de sonhos,
ser vizinho da saudade.
Viver de esperanças que não
morrem, ver a quem se quer,
em todos os lugares.
Assim vive quem opta,
por querer o que Ă© irreal.
Assim vive quem anseia
atingir o inatingĂvel.
Assim vive quem espera de
suas entranhas nascer um
amor sibgular.
Com o calor de um amor
racional.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista de Letras Artes e CiĂȘncias
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
AcadĂȘmico da Acilbras- RoldĂŁo AIres
Cadeira 681
Patrono Armando CaaraĂŒra- Presidente
â Sempre ofereci o meu amor inteiro de graça para todos eninguĂ©m deu valor.
Quanto resolvi vendĂȘ-lo em pequenas doses, a granel, muita gente se interessou.
