Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"NĂŁo Ă© questĂŁo de 'mais amor, por favor'. Trata-se de amar direito, de verdade, como tem de ser... e, claro, sem ser em troca de qualquer favor...".
Todo poeta precisa de caneta e papel,
De um amor que o leve ao céu,
De um amor tambĂ©m impossĂvel, nĂŁo correspondido,
De exprimir o que sente, o que pensa, o que estĂĄ escondido.
Todo poeta precisa no amor acreditar,
Ser feliz em amar,
Viver pra amar, amar pra viver,
Também por amor sofrer,
Pois o sofrer grande o torna.
Todo poeta precisa ter sensibilidade
De perceber a essĂȘncia das coisas com facilidade.
Precisa enxergar com a alma,
Escrever com o coração,
E sentir com os dois.
Compartilhar
Compartilhar o amor é fortalecedor e gratificante, Não é uma divisão e tão pouco uma subtração. à a soma, é a multiplicação..
Compartilhar é o momento mais importante da vida.....Porque são pequenos momentos criados por nós, simples e sem importùncia, é passear apoiada em teu braço.
Compartilhar, é viver cada capitulo da vida, cada minuto e cada construção de um sonho.
Ă sentir especial e fazer o outro especial, compartilhar Ă© ter sentido em pequenos momentos e juntos confiar em Deus!
Compartilhar é ter vontade semelhante e agradåvel, ser amigo, é secar as lagrimas e também sorrir juntos.
Compartilhar Ă© estender as mĂŁos Ă© saber ouvir em silĂȘncio teu desabafo.
Compartilhar Ă© conseguir ver teu olhar perdido.
à também dividir teu segredo, é necessitar do outro e sempre estar presente para ajudar e fortalecer....
Compartilhar Ă© estar contigo nos melhores e piores momentos, Ă© conseguir ver a luz dentro de teus olhos, Ă© confiar em ti ainda que estes mesmos olhos estejam fechados....
Compartilhar Ă© ambos sentir
iluminados pela luz do outro, pela beleza interior, pelas coisas irreais e reais.
Ă dar carinho, incentivar e dizer o que ela ou o que ele gosta.
Compartilhar
é não apagar nenhum momentos vividos juntos, ter confiança, fidelidade,
sabedoria dividir o dia e saber dar um beijo.
Compartilhar é ter uma vida juntos,conquistas, derrotas, emoçÔes, sorrisos e companheirismo.
Toda uma vida acometida quando compartilhamos os nossos momentos sem hora marcada e dividimos nossas alegrias e nossas fraquezas, nossos medos, nosso silencio e nossa humildade e respeito e amor.
E assim iremos compartilhando momentos que são sentimentos humanos e como dizia ( Roni Alves) em uma frase que eu realmente amo e concordo plenamente jamais me esquecerei, quando ele se refere: `Compartilhar com alguém que possa segurar minha mãoe dizer para ti:..Não me Importa o que aconteça,eu sempre estarei ao teu lado`.
E Deus brindou com o amor correspondido!!!!
Quem disse que nĂŁo somos capazes de amar e mesmo chegando ao amor absoluto ,fracas e covardes, conseguimos aniquilar e varrer da alma toda nossa fraqueza
. Conseguimos decifrar a porta de saĂda...
.Jamais iremos render ao imaginĂĄrio e a ilusĂŁo.
..
.Somos mulheres frågeis ao ponto de tocar e sentir o pulsar de um coração...
..Assim, agasalhamos uma paixĂŁo e dentro ela Ă© a imagem de fora...
.EntĂŁo que nĂŁo tenhamos o sono do esquecimento que somos mulheres.
E que,
mesmo sabendo que muitas vezes nós seremos submetido a perdas e até rejeitadas
Temos que ter a certeza que lå na frente, existe a força maior...
Que move e alimenta o espirito, que Ă© a vida.
Amor que machuca
Amor que alimenta o dia
Amor que nĂŁo se mede e nem se explica
Amor que bebo todo dia como ĂĄgua para meu alento
O Amor faz com que o desejo da pessoa amada seja priorizado a tal ponto, que um simples suspiro dela jĂĄ Ă© uma ordem.
A Graça de Deus nos deixa sem graça e nada mais.Somos tão constrangidos pelo Seu Amor a ponto de não mais pecar em paz.
Era um olhar bonito
Que transpassava alegria
Mas mal sabia quem via
Que dentro dele um amor morria
Uma menina sofria
Com uma alma em agonia
Por falta de alegria
Pra que ficar juntando os pedacinhos do amor que se acabou? Nada vai colar, nada vai trazer de volta a beleza cristalina do começo e os remendos pegam mal, logo vão quebrar.
Afinal a gente sofre de teimoso...
Amantes Ă margem da amor
Oi, quanto tempo nĂŁo lhe vejo. Que estranho Ă© escrever esse texto, estamos parecendo tĂŁo distantes, nossas conversas nĂŁo parecem ter a mesma mensagem, reinado de pronomes impessoais, perguntas mascarando propĂłsitos maiores, resquĂcios tĂmidos de esperança na tentativa de restabelecer a força do elĂĄstico afrouxado do nosso elo. Ainda o temos, Ă© verdade, mas agora Ă© sĂł um cordĂŁo, um cabo de aço talvez que, mesmo conectado estĂĄ tĂŁo extenso que nĂŁo podemos ver onde a outra ponta termina, onde se encontra, e temos medo de segui-la, ainda que vivamos presumindo os vĂĄrios lugares muito provĂĄveis de encontrĂĄ-la, temos o receio de quebrar uma promessa falida, de deixar que nosso desejo flua bravamente interrompendo esse perĂodo, a ausĂȘncia, e, finalmente, seja ele novamente barrado.
E agora sinto que o desejo estĂĄ se sentindo desacreditado nesse coração, mesmo que seja o mais querido, eu jĂĄ nĂŁo tenho mais como satisfazĂȘ-lo e ele insinua ir embora, seja sumindo, seja migrando ou se transformando, eu realmente nĂŁo faço ideia, sei apenas que se nĂŁo se satisfez enquanto esteve comigo, nĂŁo vai permanecer em meio a nosso novo e estranho modo de se comunicar. Creio que ele se sinta demasiado reprimido e ofendido sob esse reinado do tempo, principalmente pela formalidade de contato, vezes ele grita, consome as lembranças, mas de nada adianta e sĂł o frustra mais saber que a fonte estĂĄ sendo negada. Por isso, penso que manter um contato dessa forma Ă© coagir um gigante imensurĂĄvel a caber num duto de dois centĂmetros de diĂąmetro. Muito estranho.
Penso tambĂ©m que nossa afinidade estĂĄ arraigada na carne, isto Ă©, no cĂłsmico-biolĂłgico que se influencia reciprocamente, mesmo que nĂŁo tenha sido sempre assim, no começo, pode ser que o que sinto por vocĂȘ agora Ă© parte imanente de mim. Eu sei que Ă© conexĂŁo, e ainda que pareça coincidĂȘncia, essa, por sua vez, nĂŁo Ă© mais que uma conexĂŁo nĂŁo esclarecida, um impulso âinvoluntĂĄrioâ, como uma lembrança que deletada deixa sempre o rastro de suas consequĂȘncias emotivas, impossĂveis de suprimir, exemplo muito expressivo disso dado no filme: âBrilho eterno de uma mente sem lembrançasâ. Ă por isso que saem pesquisas cientificas afirmando que passamos a nos parecer, atĂ© fisicamente, com quem tivemos muita proximidade e convivĂȘncia e com quem temos muita afinidade. Aquele beijo nosso que era capaz de desligar o mundo, de trazer a paz e apontar a conexĂŁo existente mais rĂĄpido que qualquer palavra, qualquer. Isso porque, quero explicar, beijar envolve doar nossos insumos gĂȘnicos, nossa biologia, como se cada cĂ©lula do corpo e da boca se cumprimentassem com o DNA mais adequado ou semelhante, compositor de ritmos e, veja, que nada dessa natureza muda com frequĂȘncia, ao contrario sĂŁo as palavras, tĂŁo fluidas, conformadas muitas vezes, tĂȘnues e atĂ© mesmo inexpressivas dessa conexĂŁo que existe, ainda tambĂ©m existem nossos comportamentos contraditĂłrios, inundado de preconceitos, de ansiedades, de deferĂȘncia, de expectativa de que sejamos vistos de uma forma desejada (conforme a expectativa do outro) se agirmos contidamente construindo assim uma âfachadaâ do prĂłprio eu, tudo facilmente manipulado por nĂłs e pelos outros. O incrĂvel Ă© que essa intimidade entre nossas almas, entre nosso manĂĄ individual e a biologia dos seres nĂŁo Ă© alcançåvel volitivamente, ainda que saibamos algumas definiçÔes e interferimos em algo, Ă© sempre limitada nossa interferĂȘncia consciente enquanto estamos sempre sob a regĂȘncia dessa ordem. Ă impossĂvel fugir. Relendo a tragĂ©dia grega de Ădipo, enxergamos que devĂamos ter consciĂȘncia do destino, das coisas relativamente intangĂveis do universo. O que nos une jĂĄ nĂŁo Ă© mesmo humano, simplesmente.
EntĂŁo, desconheço qualquer fator que nos impute Ă estranheza e formalidades cabĂveis apenas entre desconhecidos que nĂŁo seja fruto Ășnico e exclusivo de nossa diligĂȘncia sobre o comportamento, a qual me esforço em repudiar quando incoerente com a vontade essencial, responsĂĄvel pelo prĂłprio inicio dessas conversas, incoerente, finalmente, com o destino e, que quando essa situação se repete, reforço, essa vontade se sente ofendida e prejudicada.
NĂŁo parece haver outra saĂda, era e Ă© provĂĄvel que esse perĂodo apresentasse muitas mudanças, que eu contraia relacionamentos, por exemplo, apesar de que jĂĄ se passarĂŁo quatro meses assim e nada relevante tem acontecido, muito por causa nossa, por causa do descrito no ultimo texto deixado em seu e-mail e por seus artifĂcios que me chamam a atenção. Eu gosto assim. Como dito, vou fazer o mĂĄximo para conseguir e quando, por desventura, estiver lhe perdendo, vou procurĂĄ-la, como tentativa Ășltima desesperada, independente da situação que se encontre. Quero deixar claro ainda que se aparentar que estamos muito distantes, um de nĂłs pode sempre se manifestar, pelos locais que conhecemos e como tem ocorrido ou de outra forma que indubitavelmente precisemos e queiramos muito, sempre, com carinho que nos Ă© imanente e assim restabelecer a segurança de fĂ© que nossas crenças e devaneios humanos nos tiram.
Lembrete: Nenhuma das palavras escritas que direciono para vocĂȘ se assemelha as caracterĂsticas que mencionei atrĂĄs, as palavras que escrevo para vocĂȘ, antes de tudo, sĂŁo constituintes e resultado direto da vontade do destino, da sentimentalidade permanente, ou pelo menos, se esforçam por assim bem traduzir. Sei que vocĂȘ sabe bem disso e eu nĂŁo poderia terminar sem dizer um Eu te amo, frase que mais fielmente representa o teor e intensidade dessa conexĂŁo... Eu amo, amo, amo muito vocĂȘ!
O amor dispensa formalidades, dispensa a margem, ele quer usar de todo e qualquer vocabulårio, de toda extensão de terra e céu, o centro e os lados.
