Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

se vocĂȘ mentir
eu acredito,
principalmente
se diz:
- nĂŁo te amo...
ah, amor, eu d-u-v-i-d-o!

"Amor Ă  primeira vista Ă© possĂ­vel; mas Ă© sempre bom limpar os Ăłculos e ter um segundo olhar."

NĂŁo existe ex-amor! Quem teve vĂĄrios amores, nĂŁo teve nenhum. O amor Ă© intransferĂ­vel!

O amor fornece o valor de tudo no mundo.

SĂł me contento com amores plenos. Quase amor ainda Ă© solidĂŁo.

⁠Ah, pelo amor de Deus. VocĂȘ nunca foi um Mikaelson. Supere isso.

(Kol Mikaelson)

Dizem que amor e Ăłdio andam de mĂŁos dadas. Mas, serĂĄ que Ă© realmente possĂ­vel transformar o amor em Ăłdio? Se vocĂȘ respondeu sim Ă© hora de rever seus conceitos.

Por expressar uma variedade de formas de afeto que diferem em nĂ­vel e intensidade, este sentimento costuma receber milhares de rĂłtulos: amizade, carinho, ternura, companheirismo, entre outros.

PorĂ©m, na realidade, o que costumamos constatar Ă© que nem sempre a expressĂŁo do amor dĂĄ-se por vias saudĂĄveis. Um exemplo disto pode ser visto em certos tipos de relaçÔes conjugais, onde encontramos o exercĂ­cio da "posse" mascarada sob a roupagem do "amor". Aqui, diante das dificuldades de convivĂȘncia, os cĂŽnjuges comportam-se como verdadeiros inimigos transformando suas juras de amor em desavenças dentro do prĂłprio lar ou, em casos extremos, em incansĂĄveis disputas judiciais.

Mas, serå que isto realmente pode ocorrer? Podemos transformar o amor em vingança?

Diz-se que, enquanto no amor temos a expressão do afeto em sua forma positiva, no ódio encontramos o total desapreço por aquele que se tornou alvo da nossa ira.

Desta forma, quando alguém nos diz que hoje odeia aquele que um dia jurou amar, podemos afirmar com certeza, que o que ele sentia por esta pessoa era tudo, menos amor. Isto porque o amor é um sentimento que predispÔe alguém a desejar o bem de outrem. Aqui o meu foco estå voltado para o exterior, para o lado altruísta da relação e baseado na vontade que tenho de cuidar dos desejos e interesse alheio.

Como o amor nĂŁo cobra, nĂŁo exige, simplesmente flui incondicionalmente, a pessoa que ama verdadeiramente espera que o outro seja feliz, que tenha experiĂȘncias que lhe propiciem o crescimento, mesmo que isto signifique abrir mĂŁo do desejo de estar em companhia do amado. Para estes indivĂ­duos, a prĂłpria felicidade encontra-se atrelada ao bem-estar daqueles que eles escolheram ser o objeto de seu apreço, pois eles bem sabem que Ă© impossĂ­vel separarmos aquilo que nunca esteve unido de fato e que o amor pode se expressar de outras formas aquĂ©m da uniĂŁo fĂ­sica.

Certamente, aqui nĂŁo quero dizer que nĂŁo podemos ficar com raiva ou nos sentirmos magoados quando alguĂ©m, que julgamos amar, opta por outro caminho. PorĂ©m, se me decepcionei com esta pessoa Ă© por que talvez eu tenha acreditado nela e nĂŁo em sua essĂȘncia.

Lembre-se que o tempo Ă© um grande sĂĄbio e, como dizem, o melhor remĂ©dio para curar nossas feridas e enxergarmos com clareza a realidade que existia e nĂŁo aquilo que havĂ­amos criado frente as nossas carĂȘncias internas.

Quando o amor se faz presente em nossos coraçÔes, conseguimos nos perdoar e aos outros tambĂ©m, entendendo que as pessoas passam por nossas vidas, para que possamos vivenciar liçÔes Ășteis ao desenvolvimento de ambos.

Aprendamos, pois, a transformar a posse em amor, a olhar o que de positivo restou, pois sabemos que o que fica de uma relação é o que de verdadeiro existia nela: carinho, amizade, respeito ou, simplesmente compaixão pelo outro.

Mas, se o amor Ă© isto como o Ăłdio surge?

Para responder a esta pergunta, vamos primeiramente tentar entender o que significa odiar. Podemos descrever o Ăłdio como uma paixĂŁo que nos impele a causar ou desejar mal a alguĂ©m. Ora, se Ăłdio Ă© paixĂŁo e esta um sentimento intenso que sobrepĂ”e nossa lucidez e razĂŁo, o que encontraremos aqui Ă© o apego, ou seja, o lado egoĂ­sta da relação. Neste caso, preocupamo-nos muito mais com a satisfação de nossos desejos pessoais, com nossas carĂȘncias, com o controle do relacionamento afetivo, do que com a nossa capacidade de expressar o amor de forma incondicional.

Vårias pessoas costumam acreditar que amam realmente alguém até surgir um obståculo na relação. Quando o outro, por ação ou omissão, deixa de satisfazer seus desejos, muda seu padrão de comportamento, faz uma nova escolha, ou seja, começa a se afastar daquele modelo por elas idealizado, o sentimento de intensa frustração instala-se, levando-as a se fixarem no desejo de destruição daquele que julgam ser o grande culpado pela intensa dor emocional que atravessam.

Isto acontece porque costumamos entrar nas relaçÔes imaginando que o outro nos completarĂĄ, satisfazendo nossos desejos e idealizaçÔes. Esquecemos, porĂ©m, que nĂŁo podemos completar aquilo que sĂł a nĂłs compete: o preenchimento de nosso vazio interno. Que a relação envolve sentimentos de compreensĂŁo, companheirismo, troca, o saber ceder ou esperar. E, o mais importante, de que as pessoas nĂŁo sĂŁo nossos ativos, mas sim nĂłs Ă© que pertencemos ao mundo, tendo liberdade de vivĂȘncias e escolhas, sejam estas agradĂĄveis ou nĂŁo para nĂłs ou para o outro.

Sempre digo que, relação Ă© conhecimento, Ă© crescimento e que este pode se dar de inĂșmeras formas. Muitas vezes, quando nos relacionamos com alguĂ©m, costumamos ativar dinĂąmicas psĂ­quicas nĂŁo bem resolvidas em ambos, as quais resultam numa interação patolĂłgica. Isto pode ser facilmente observado nas situaçÔes onde a perfeição do outro se torna condição sinequanon. Nestes casos, quando nossas expectativas nĂŁo sĂŁo correspondidas, acabamos por gerar sentimentos de hostilidade que se transformam num jogo de culpas, cobranças e no aniquilamento das pessoas envolvidas.

Esquecemo-nos, porĂ©m, que enquanto nos "prĂ©-ocupamos" em nos punir ou levar o outro Ă  tortura, deixamos de viver novas experiĂȘncias, de fazer novas escolhas, de aprender com o suposto erro, de nos respeitarmos enquanto seres merecedores de amor e compreensĂŁo e de encontrar o nosso verdadeiro caminho.

Cumpre-nos lembrar aqui tambĂ©m, que a dinĂąmica amor e Ăłdio pode ser encontrada naqueles indivĂ­duos que cultivam sentimentos de ciĂșmes. Isto porque o ciumento nĂŁo consegue desenvolver o amor autĂȘntico por confundir todas as relaçÔes com uma necessidade narcĂ­sica. Em outras palavras, estas pessoas nĂŁo conseguem amar, mas sim precisam de um sentimento que sĂŁo amadas, o que justifica que suas perdas sejam revestidas de uma posterior substituição. É diante da ameaça da perda que elas transformam sua paixĂŁo em Ăłdio, sentimento este que reflete a baixa auto-estima e insegurança que as assolam.

Finalizando, lembre-se de que um verdadeiro encontro de almas sĂł ocorre quando existe o real desapego e isto sĂł Ă© possĂ­vel quando aprendemos primeiramente a nos amar, a nos respeitar e a nos valorizar, atravĂ©s do nosso autoconhecimento, ou seja, do contato com a nossa essĂȘncia.

Em matéria de amor é importante ressaltar que as pessoas ficam juntas, não por necessitarem umas das outras, mas sim pela satisfação que sentem em compartilhar um mesmo sentimento, um mesmo ideal.

O amor não precisa de condiçÔes, ele basta por si só. Sendo assim, se apenas podemos refletir no mundo aquilo que temos dentro de nossa alma, que este algo seja o exercício do AMOR INCONDICIONAL, pois através dele o ódio nunca encontrarå espaço para se manifestar.

Se vocĂȘ estiver feliz, o amor fluirĂĄ em sua direção, nĂŁo hĂĄ necessidade de pedi-lo. O amor deve ser como a respiração.NĂŁo Ă© uma questĂŁo de estar amando alguĂ©m, Ă© uma questĂŁo de ser amor.

Eu quero uma porção de amor com recheio de loucura, pitadas de carinhos e uma dose de uĂ­sque... Para depois que vocĂȘ bater a porta, esquecer.

VocĂȘ tem toda a minha saudade e o meu amor de sempre!

O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspiraçÔes e a
etapa final de todos os anelos humanos.

Maridos uma mistura sĂĄbia de amor e firmeza possibilita um bom comando, mas nem a aspereza nem a amabilidade sozinhas mantĂȘm um lar feliz.

"Sinto que sou uma romĂąntica incurĂĄvel
NĂŁo consigo deixar de me apaixonar
Desejo um amor
Eu quero, tenho uma vontade imensa
Simplesmente nĂŁo me canso"

Quem faz enfermagem, segue um exemplo de dedicação, amor e carinho.

As mulheres sabem perfeitamente que o amor, mesmo o mais elevado, o mais, poĂ©tico – como nĂłs dizemos – depende mais dos dotes fĂ­sicos do que dos mĂ©ritos. Perturba mais uma cabeça bem penteada, um vestido de bom corte, modelando bem as formas do que uma frase reveladora de excelsas qualidades morais.

Mais vale uma amizade sincera do que um amor fingido.

Sai dessa ilusĂŁo, ninguĂ©m vai te parar na rua e falar: “Oi, eu te amo”. Amor Ă© construção, leva tempo, precisa de trabalho, precisa de abraço. EntĂŁo para de ficar por aĂ­ esperando um acaso e faça vocĂȘ mesmo seu prĂłprio destino.

O amor é difícil, porém real.
O amor fortalece,
O amor Ă© essencial.
É explosivo, Ă© imenso.
O amor nĂŁo Ă© normal.
Para aqueles que se entregam totalmente,
Amar pode ser fatal.
É tão forte e tão intenso,
Este sentimento que toma conta de mim.
Jamais em minha vida,
Havia me sentido assim.
Todo poeta sabe que,
Descrever o amor Ă© impossĂ­vel.
NĂŁo existe palavra que se iguale ao seu nĂ­vel.
Eu amo. Ah, e como amo.
Mais do que Ă© certo, saudĂĄvel ou plausĂ­vel.
Mas nĂŁo amar, para mim,
É humanamente impossível.
O motivo pelo qual acordo todo dia,
Sorrio e saio da cama.
É saber que vou me encontrar com alguĂ©m que me ama.
Se a felicidade Ă© uma ilusĂŁo,
Quero ser eternamente iludida.
Quero continuar amando até o fim de minha vida.
Quero que minhas Ășltimas lĂĄgrimas sejam de emoção,
NĂŁo de despedida.
Quero que minhas Ășltimas forças sejam gastas com um beijo,
Doce, intenso e insano.
E que meu ultimo suspiro,
Seja um murmĂșrio de ‘eu te amo’.

Somos todos Ășnicos, insubstituĂ­veis
Como foi que fiquei tĂŁo cego e tĂŁo cĂ­nico
Se hĂĄ amor nesta vida, Ă© impossĂ­vel nos parar
E nĂłs nĂŁo podemos ser vencidos

É possĂ­vel amar muito alguĂ©m, ele pensou. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser pĂĄreo para o tamanho da saudade que vocĂȘ vai sentir dela.