Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Eu acredito em vc mas vc mente[...] eu acredito no nosso amor[...]
Eu acredito me enganando, eu te amo
sem vocĂȘ me amar

Me dĂȘ amor como nunca antes
Porque ultimamente eu tenho desejado mais

Preciso de vocĂȘ comigo, quero ser o seu amante, seu amor e seu amigo.

O amor. sem palavras. Ou. A palavra amor, sem amor. Sendo amor, ou. A palavra ou. Sem substituir nem ser substituída por. Si, a palavra si, sem ser designada ou gnificada por. O amor. Entre si e o que se. Chama amor, como se. Amasse (esse pedaço de papel escrito amor). Somasse o amor ao nome amor, onde ecoa. O mar, onde some o mar onde soa. A palavra amor, sem palavras.

Ser mulher Ă© difĂ­cil, queria uma maquiagem de amor-prĂłprio Ă  prova de mĂĄgoa.

Se quer saber porque eu acredito no amor verdadeiro, Ă© porque eu o sinto.

Somos condutores de energia. Se desejamos o bem, o bem vem. Se espalhamos amor, o amor fica. Se sorrimos, sorrisos recebemos. Pode demorar. Pode nĂŁo ser sempre. Mas se tem uma coisa que a vida faz Ă© ser grata, desde que sejamos com ela. Se tem uma coisa que o Universo faz Ă© ser justo, desde que sejamos com nosso prĂłximo.
As coisas acontecem. A bondade existe. O amor vence. E toda positividade precisa circular. Espalhe.

Amo seu cheiro, seu gosto, seu calor, sua boca, seu corpo e seu Amor. Quando me olha, me explora e me faz sorrir. Amo cada minuto, em seu mundo, bem no fundo, todas as vezes que sorri. Amo vocĂȘ!

"A vida inspira, o amor engrandece, a dor nos ensina e a paixĂŁo enlouquece".

Amor bandido

Tenho um amor proibido
Que mora em meu coração
JĂĄ fiz de tudo para esquecĂȘ-la
Buscando em outros braços
Beijos, caricias, abraços
Inventando outras paixÔes,

Ah, coração bandido
Tu Ă© mesmo sem juĂ­zo
E nĂŁo tem pena de mim,
NĂŁo vĂȘ que estou padecendo
Por ela chorando e sofrendo
A amargura de um amor sem fim?

Se ela pudesse ouvir
este apelo que eu faço agora,
pegaria o primeiro aviĂŁo
e chegaria sem demora,
aliviando este coração
que sofre calado.

Para os anjos é alegria dos céus; para os demÎnios, sofrimento infernal. Para mim, é amor.

⁠Que o Amor Me Reconheça

HĂĄ uma parte de mim que se revela apenas para quem sabe ver. NĂŁo me entrego facilmente, porque meu amor, minha entrega, Ă© algo que se cultiva com paciĂȘncia. NĂŁo sou para ser admirada Ă  distĂąncia ou compreendida apenas pela superfĂ­cie. Sou feita de camadas, de sensaçÔes, de desejos, e sĂł aqueles que tĂȘm a coragem de mergulhar nas profundezas de quem sou, poderĂŁo encontrar o que Ă© verdadeiramente meu.

Eu espero, sim, mas não de qualquer jeito. Não espero por qualquer um. Espero por aquele que serå capaz de enxergar não só o que estå à mostra, mas também o que me habita de forma silenciosa, o que guardo para o momento certo. O amor que procuro não é pressa. Ele se faz em detalhes, em toques suaves que não exigem respostas imediatas, mas que se entregam sem medo do tempo.

O que eu quero Ă© alguĂ©m que saiba me ver alĂ©m do que se mostra. Que consiga ler nas entrelinhas e me reconhecer nas minhas pausas, nas minhas hesitaçÔes. Que o amor, quando vier, me encontre por inteira — com minhas reservas, meus medos, minhas ansiedades. E que, mesmo assim, ele se faça presente de forma tĂŁo profunda que nenhuma insegurança ou distĂąncias possam abalar.

Eu não sou uma simples entrega. Sou uma promessa, um mistério que só se revela a quem tem a coragem de ver além do que é imediato. Que o amor me reconheça não como um reflexo råpido, mas como algo que vale a pena ser descoberto lentamente, com cada toque, com cada palavra. Eu sou esperada. E, quando ele me encontrar, serå como se o tempo finalmente tivesse valido a pena.

⁠Carta Aberta a Vincent van Gogh

Eu nĂŁo sei como se escreve uma carta de amor, todas as que jĂĄ escrevi foram direto para o lixo, seja quando jogadas pelo remetente, seja quando recusadas pelo destinatĂĄrio, mas essa carta eu sei como se escreve, porque esta nĂŁo Ă© uma carta de amor, Ă© uma carta de angĂșstias, e estas cartas eu conheço bem. Eu nĂŁo vou te pedir que me envie materiais para minhas pinturas, nem vou dizer que em Arles a vida tem mais cor, eu vou me redimir, vou me redimir por ter o peito quase tĂŁo dolorido quanto o seu, mas nĂŁo poder fazer nada para impedir aquela bala, que dĂłi tambĂ©m em mim, porque o tempo Ă© cruel e eu nĂŁo posso atrasar o relĂłgio em um sĂ©culo ou mais. Mas tambĂ©m vou te agradecer, te agradecer por fazer atravĂ©s de sua arte, o que ninguĂ©m ao meu lado poderia fazer por mim. VocĂȘ nĂŁo Ă© como eles, e nem poderia ser, porque no mundo sĂŁo poucos aqueles cujo o coração sabe fazer mais do que apenas bater.
Sempre sua.

O amor

Somente ele pode resistir aos carnavais, Ă s distĂąncias, Ă s dificuldades, ao tempo.
Somente ele consegue viver de horas em feriados e de mensagens ou internet.
Somente ele pode me fazer tĂŁo feliz quanto me sinto ao seu lado.
Por esses e inĂșmeros outros motivos hoje tenho a certeza de que te amo!

Se alguma coisa nĂŁo deu certo pra vocĂȘ, nĂŁo jogue a culpa no amor. Ele nĂŁo tem nada a ver com isso. As coisas dĂŁo certo atĂ© onde tĂȘm que dar.

“É sĂł no silĂȘncio que o amor toma consciĂȘncia de sua essĂȘncia miraculosa, de sua liberdade e de sua potĂȘncia de intimidade. As palavras ditas destroem sua penugem e sua graça sempre nascente. Quem duvidaria que, no ParaĂ­so, os espĂ­ritos desfrutam de si mesmos comunicando-se com Deus e com os outros espĂ­ritos no fervor de um perfeito silĂȘncio?”

É esse amor me sugando,
Deflorando vontades
SĂŁs e apaixonadas...
.
Deixando corpo trĂȘmulo
No desejo do que ainda
NĂŁo sentiu...
.
É essa invasĂŁo de vocĂȘ
Que ouso permitir
Acontecer...
.
Porque me faz bem...
Acende a vida.

SĂł existe um sentimento maior que o amor Ă  liberdade: o Ăłdio ao que a tira de vocĂȘ.

Soneto XXII

Quantas vezes, amor, te amei sem ver-te e talvez
sem lembrança,
sem reconhecer teu olhar, sem fitar-te, centaura,
em regiÔes contrårias, num meio-dia queimante:
era sĂł o aroma dos cereais que amo.

Talvez te vi, te supus ao passar levantando uma taça
em Angola, Ă  luz da lua de junho,
ou eras tu a cintura daquela guitarra
que toquei nas trevas e ressoou como o mar desmedido.

Te amei sem que eu o soubesse, e busquei tua memĂłria.
Nas casas vazias entrei com lanterna a roubar teu retrato.
Mas eu jĂĄ nĂŁo sabia como eras. De repente

enquanto ias comigo te toquei e se deteve minha vida:
diante de meus olhos estavas, regendo-me, e reinas.
Como fogueira nos bosques o fogo Ă© teu reino.

"Quem quer estudar o amor nunca deixarĂĄ de ser estudante."