Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Creio no amor...
(Nilo Ribeiro)
Vi que o amor Ă© lindo,
ele nĂŁo tem interesse,
o coração estå sorrindo,
queria que vocĂȘ cresse
o pretérito é imperfeito,
a frase Ă© sem sujeito,
mas o amor estĂĄ no peito,
por isso estou satisfeito
a palavra nĂŁo dĂĄ conta,
ela nĂŁo consegue expressar,
o sentimento que em mim se encontra,
nĂŁo hĂĄ como dimensionar
nĂŁo Ă© exorbitante,
nem mesmo exagero,
meu amor Ă© gigante,
maior que o mundo inteiro
eu te amo,
jĂĄ estĂĄ declarado,
meu amor eu te chamo,
para o meu mundo encantado...
O amor Trivial
O que sufoca Ă© o silĂȘncio de tudo que nĂŁo foi dito, sĂŁo aquelas conversas sem nenhum preĂąmbulo, explicação, ou definição, onde nosso coração grita, mas nossa mente teima no faz de conta de nĂŁo querer escutar... e tudo que prevalece Ă© a ausĂȘncia de um fim, e permanĂȘncia daquele espaço oculto indistinto, onde as palavras nĂŁo atingem seu real objetivo.
Definir o indefinivĂ©l certamente nĂŁo Ă© algo fĂĄcil, mas permanecer com estas amarras invisĂveis, lascivamente dolorosas, Ă© como percorrer tentando buscar o equilĂbrio estando nas margens entre caos e o paraĂso.
Estarei a beira de minha demĂȘncia? Pois mesmo sendo algoz, me perco no alento e nĂŁo me permito sucumbir aos anseios! E lhe digo sim, mesmo assim eu gostaria de mais doses elevadas diĂĄrias de ti, e um pouco de tudo, e de todo aquele pouco que me pertencia. Quero de volta aquele seu olhar desconcertante e do desperdĂcio deste vĂcio que rege e consome meus instintos.
NĂŁo Ă© digno dizer eu te amo, sem realmente amar, e percebo que muitas vezes faltou-me a tal dignidade, nĂŁo pelo nĂŁo amar, mas pelo amor na visĂŁo de um olhar qual apenas eu poderia enxergar, nesta altura da vida me observo quĂŁo egoĂsta fui e somos.
Mas acredito que ainda prefiro o egoismo Ă o descuido de um amor, aquele tipo de gente que se empolga, e empolga, lança sobre ti todos os efeitos e defeitos dos artefugios da boa e velha arte da conquista, mas quando atinge seu ĂĄpice o alge visceral de um platĂŽnico terreno, alça Ăąncoras e segue mar afora em busca de outros "amores", "novas paixĂ”es"transformando sentimentos num mero parque de diversĂŁo, onde apenas uma Ășnica pessoa se diverte, e verbalizando a coisa, isso se resume ao velho e infimo amor trivial.
RĂȘ Pinheiro
POr amor,só por amor é que todas as coisas são feitas sob a mais perfeita harmonia.O amor perfeito,harmÎnico é aquele que cuida,abençoa,jamais descuida,beija,acarinha,ama,då o acconchego necessårio,aprecia,perdoa e agrada.
O amor Ă© cego,Ă© verdade...
Porém é cego ao seu jeito:
quem ama vĂȘ qualidade,
mas nĂŁo enxerga defeito.
O amor Ă© alquĂmico. Se vocĂȘ se amar, a sua parte feia desaparecerĂĄ, serĂĄ absorvida, serĂĄ transformada. A energia Ă© liberada daquela forma. Todas as coisas que sĂŁo chamadas de pecado, simplesmente desaparecem. Ame-se.
Esse deveria ser o mandamento fundamental: Ame-se. Tudo o mais se seguirĂĄ, mas esse Ă© o alicerce.
[...] NĂłs sem separarmos suficientemente do "amor pela amizade" o amor sĂł, que vai mais depressa .
Bloco do eu sozinho(a)
à com o amor e a alegria, de quem tem o coração como guia, que este bloco se anuncia.
â "Quando alguĂ©m decide curar-se, ele se transforma em uma obra de amor e compaixĂŁo, jĂĄ que nĂŁo se torna saudĂĄvel somente a si prĂłprio, mas tambĂ©m a toda a sua linhagem." Bert Hellinger
Te amo de verdade
O amor da minha vida
VocĂȘ Ă© o amor da minha vida
PorĂ©m vocĂȘ nĂŁo sabe
NĂŁo faz nem ideia
Com um jeito diferente
Conquistou meu coração
Sempre linda, sempre bela
Ăs Ă minha paixĂŁo
NĂŁo conto que te amo
NĂŁo Tenho coragem
De falar que te amo
Que te amo de verdade
Queria te encontrar
Queria ter coragem
Coragem de falar
Que te amo de verdade
nĂłs procuramos o amor e achamos que o encontramos. Depois vem a queda. De muito alto. Ă melhor cair do que ficar sempre no chĂŁo?
Quem é capaz de explodir de raiva, também é capaz de explodir de amor.
(Nunca mais li poesia pra ninguém)
NĂŁo se Reconquista o Amor com Argumentos NĂŁo te esqueças de que a tua frase Ă© um acto. Se desejas levar-me a agir, nĂŁo pegues em argumentos. Julgas que me deixarei determinar por argumentos? NĂŁo me seria difĂcil opor, aos teus, melhores argumentos.
Jå viste a mulher repudiada reconquistar-te através de um processo em que ela prova que tem razão? O processo irrita. Ela nem sequer serå capaz de te recuperar mostrando-te tal como tu a amavas, porque essa jå tu a não amas. Olha aquela infeliz que, nas vésperas do divórcio, teve a ideia de cantar a mesma canção triste que cantava quando noiva. Essa canção triste ainda tornou o homem mais furioso.
Talvez ela o recuperasse se o conseguisse despertar tal como ele era quando a amava. Mas para isso precisaria de um génio criador, porque teria de carregar o homem de qualquer coisa, da mesma maneira que eu o carrego de uma inclinação para o mar que farå dele construtor de navios. Só assim cresceria essa årvore que depois se iria diversificando. E ele havia de pedir de novo a canção triste.
Para fundar o amor por mim, faço nascer em ti alguém que é para mim. Não te confessarei o meu sofrimento, porque ele te faria desgostar de mim. Não te farei censuras: elas irritar-te-iam justamente. Não te direi as razÔes que tu tens para amar-me, porque não as tens. A razão de amar é o amor. Também não me mostrarei mais, tal como tu me desejavas. Porque tu jå não desejas esse. Se não, amar-me-ias ainda. Mas educar-te-ei para mim. E, se sou forte, mostrar-te-ei uma paisagem que farå de ti meu amigo.
amor (s.m.)
Ă© o resumo do infinito. Ă© o laço entre dois coraçÔes. Ă© um sorriso frouxo demais. Ă© quando a gente escuta o mundo inteiro no silĂȘncio de alguĂ©m. Ă© o Ăłpio do coração. Ă© um cafunĂ© bem feito. Ă© encontrar um lar em outro peito.
