Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â O amor Ă© pra quem vai a luta,
nele nĂŁo cabe dor ou disputa,
apenas a nua disponibilidade.
Ă para seres insistentes,
nĂŁo Ă© pra quem resiste a entrega.
Ă a quebra das algemas da consciĂȘncia,
ato de desapegar e deixar ir.
Nem sempre ao alcance das mĂŁos,
jamais se acorrenta a prisÔes.
Ă o todo que liga as pontes,
o brilho no distante horizonte,
intenso, verdadeiro e inteiro.
Ă a cavidade que chega a essĂȘncia.
Ă antes reconhecer no que ele estĂĄ.
â DiĂĄlogo com o amor.
Tenho aqui, nĂŁo te nego,
Dentro, tĂŁo dentro que sinto em mim pulsar.
De minha sala, te vejo, em quadros e nas imagens manchadas de meu pensar.
à forte e doce teu perfume, que até as rosas parecem falar-me.
Mas em tudo que hĂĄ de ti, Em meu crer, ainda sou eu teu alimentador.
Que tu saibas , não te esqueças...
Se nĂŁo amasse eu, tu nĂŁo existirias.
Se meu coração fechasse para ti, portas e janelas,
De minha sala nĂŁo te sentiria.
Tu és amor, é preciso amar para que tu existas,
DĂĄ-me entĂŁo tu, uma rosa,
Pois nĂŁo tenho eu a quem dar.
NĂŁo sei eu para quem te dar,
Digas-me tu, que és amor.
NĂŁo posso eu me dar, se nĂŁo me tenho,
Tu que melhor me conheces .
Amando e apenas,
Escrevo desde muitos "ontens,
Desde muitas noites,
Dias sĂł a tua espera.
E porque me tens, porque me tens?
NĂŁo me beijas, pois nĂŁo me ames
E por mim nĂŁo chores.
Estais em mim, a me ocupar e a me doer,
JĂĄ nem me sinto,
Que nem a mim minto,
Que nunca soube, quisera saber.
Mas o que sei é que tu és... "amor".
O que em mim plantas,
Que nĂŁo floresce e tanto cresce.
Quero perder-te, achar-te, amar-te, odiar-te...
NĂŁo me importa !
Que me deixes...
Melhor sem ti,
JĂĄ que amor,
Sem amor ...
NĂŁo me importa.
José Henrique
Carta ao amor!
Estarei zeloso a vocĂȘ desta vez.
NĂŁo esperarei na janela
Não irei e voltarei até a porta
Nem estarei ansioso, nĂŁo mais.
Tranquilo e em paz
Dantes louco e a loucura me deixou.
A surpresa nĂŁo evitarei
Ă uma coisa boa
O desejo levarei sempre comigo.
Beijos, vontade, o carinho, o olhar
A espera de minha rosa.
Mas tem uma coisa!
Se nĂŁo for para ficar
NĂŁo tente.
NĂŁo passe da porta
NĂŁo entre em minha vida
Estou bem sem ti.
Existem outras portas,
Outros coraçÔes.
NĂŁo quero rosas ao vento.
Não aos coraçÔes de papel.
Ainda guardo para mim,
O melhor que sobrou do antes de ti.
Na Ășltima vez que pousastes em mim
Foi como ventania
Uma tempestade ficou.
NĂŁo flerte comigo
Sua fantasia Ă© apenas um carnaval.
O meu peito nĂŁo Ă© pousada
NĂŁo como um verĂŁo que passa.
A amizade tem sido boa companheira.
Me desculpe, mas...
Fique bem.
Não esqueça de levar a paixão,
De nada me serve sem vocĂȘ.
Continue seguindo, nĂŁo desista.
Hå sempre alguém
A espera do amor!
Prefiro sentir o silĂȘncio do que â ouvir o silĂȘncio ser barulho, existe uma ponte entre o amor e a dor que nem mesmo aqueles que edificam consenguem explicar
Ao encontrar dentro de si uma fonte ilimitada de amor para doar; NĂŁo doe a quem nĂŁo estĂĄ disposto a receber. â "Caminho do meio".
â Amei te encontrar nos teus pensamentos que viajam em busca do meu perfume
Doce o amor
Faz viajar entre mares.
Ao amor nĂŁo existe barreira
SĂł sei que amo-te
By. Rosa Angel
â O amor;;;
O amor Ă© a excelĂȘncia da perfeição porque ele se realiza; nĂŁo no que recebemos, mas no que damos.
Pense nisso...
O amigo Valdemar Fontoura
â Notas sobre o amor
NĂŁo se trata do fim do mundo
NĂŁo se de mais um gole amargo acompanhado de fim nĂł na garganta
Nem de toda ansiedade agonizante Ă© perturbadora
Mas o amor é luto constante, são duras opçÔes inviåveis. Sentir ou não sentir.
No momento me resta engolir seco o amargo por sentir de mais acompanhado desse luto sem morte.
â Eu nĂŁo vim falar de amor
Nem dizer que o destino foi quem nos juntou
Eu nĂŁo prometi cuidar e nem prometo agora
Embora eu vĂĄ olhar com ternura pras tuas crias
E pra caneca com chĂĄ
â Sabe
O meu amor Ă© teu
NĂŁo sei o que aconteceu
Nem sei no que vai dar
Sabe
SĂł quero um beijo teu
E que nĂŁo diga adeus
Pra que eu possa voltar
