Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Escreverei a ti pois me faz sorrir , escreverei a ti pois luto enfim, amor o sentimento que nĂŁo se finda, razĂŁo que nĂŁo morre, viver que nĂŁo corre, um caminhar na certeza, sou eu de realeza , quando busco essa certeza, quem pode falar, entĂŁo comungar , com o hĂĄvido sonhar, Ă© nĂłs enfim , chegamos atĂ© aqui, mais iremos alĂ©m, pois Deus o nosso rei, nĂłs faz tĂŁo bem , minha bela amada faz me sonhar em plena caminhada, razĂŁo alcançada, de um motivo da pulsação do falador coração , sĂŁo flores diretas do sentimento concreto , parece inverter a lei da lĂłgica, pois somos milagres ambulantes de uma causa tĂŁo constante do Amor tĂŁo pulsante , quero falar pra sempre frisar, com zelo e amor, com fĂ© e fervor, pois somos do eterno senhor.
â Feitiço!
Acordei enfeitiçado,
O feitiço do amor tocou meu coração,
Abri as portas de um sonho, fui tomado,
Que a realidade nĂŁo venha me abismar,
Seja um sonho de liberdade,um encanto,
Prazer e sedução um diluvio de paixão.
Acompanhado de uma cançao suave,
Regado ao doce e suave vinho,
Sentir teu corpo junto ao meu,
Olhar vocĂȘ como a sede no deserto.
Doces e vermelhos lĂĄbios a me implorar um beijo,
Serei teu pelo tempo desse amor,
Deixarei a noite seguir seu curso,
Que nossas almas nos aceite,
Sejamos anjos de nĂłs mesmos,
Que o pecado nos conceda um legado de prazer.
Cederei a teus desejos e libertarĂĄs os meus,
Enlaçados em nossos corpos encantados,
Enfeitiçados pelo prazer de conhecer,
Que nĂŁo cansem de amar ,
JĂĄ sinto saudade e ainda estou aqui,
Como Ă© bom estar aqui,
Em teu colo suspirar e seus lĂĄbios,
Seus lĂĄbios doces e vermelhos,
Mais uma vez me convidam,
Com a sede de um vampiro,
Um sabor de vinho suave,
Repetidamente te amar.
Como para sempre encantado.
José Henrique.
â Hodierno!
Sinto ainda a saudade!
De quando te olhava e sorria
Quando iria imaginar
Tanto amor em nĂłs
PilheriĂĄvamos de nĂłs dois
Extremadamente, eu e vocĂȘ
Um sorriso atrĂĄs do outro
Linda e inĂłcua a mim,
Até um dia, um olhar diferente e a timidez
Te vi como nunca me vi em ti
Amor !?
O que Ă© amor?
Senti no coração o arder de uma flecha em chamas
Quando seu simples toque, deixou o simples
Quando minha pele sentiu a tua
Quando vocĂȘ a fez suar por teu amor
Um homem e uma mulher
Teu corpo passou a ser meu maior desejo
Me olhavas como nunca tinha visto
A lua que brilhava sobre nós, até se ofuscava
Era amor !
Quando te beijava achava era como sonhar
De um sonho infinito e voraz
E o que parecia sonho acontecĂamos ali,
Eu e vocĂȘ, Ă©ramos o amor
Sobre teu colo minhas mĂŁos suavam
Teu sorriso e tua lĂĄgrima
Abraçavam a felicidade
Eu até tremia , não conseguia conter a emoção
Tinhas o perfume de uma linda e rara rosa
E tudo que era teu eu podia ter
Todo meu ser, jĂĄ nĂŁo me cabia...
Amor !
Beijo doce, teu rosto em minhas mĂŁos
Teus cabelos suados exalavam teu bĂĄlsamo mulher
Um pĂȘssego era tua pele,
De tudo que eu sempre quis, jĂĄ nĂŁo importava
Tudo estava em ti
Tudo passou a ser vocĂȘ em mim
Nunca meus sonhos puderam brilhar
Mas vocĂȘ cintilava
Como em chamas encandeavas para mim
Era amor !
E como por ĂȘxtase nĂŁo havia mundo alĂ©m
PassĂĄvamos horas em nĂłs
E o tempo inerte, um adepto de nĂłs
Noites sem ponteiros
Dias em que sorri Ă toa
Tardes nostĂĄlgicas
Noites contigo!
Pode ter sido, pode ainda ser,
NĂŁo importa!
O que mais importa?!
Paramos o tempo em nĂłs!
Tocamos juntos no amor!
Um presente!
Que ...
Foi Amor !
José Henrique.
â Ainda teu.đč
O amor bateu a minha porta.
Abri o coração mais uma vĂȘz.
E mais uma vĂȘz dei amor,
Foi de coração, foi de coração.
E o coração sentiu.
Sentiu o beijo, o carinho e a dor.
O beijo que o sabor ficou.
O carinho que ainda tenho.
A dor que Ă© pura saudade.
E é de coração.
De coração eu amo.
De coração eu sinto.
E quando te sinto e desejo.
Ă o coração que mais uma vĂȘz abre a porta pra vocĂȘ.
E tudo Ă© saudade em mim,
Meu amor Ă© um amor seu.
Um amor por ti.
Um amor do seu amor.
E nĂŁo hĂĄ o que mais sentir,
Apenas amor.
VocĂȘ Ă© amor pra mim.
Como a rosa do espinho.
Com ele peço teu beijo,
Peço teu carinho,
Peço teu amor.
Como a noite pede o dia.
A vontade de ser teu Ă© sua.
Como a sede Ă© da ĂĄgua.
A minha saudade Ă© tua.
Como o ar Ă© da vida.
Meu coração é todo teu.
Como a vida Ă© poesia.
E saiba que ainda sou teu.
Teu amor ainda me abraça,
Me beija, me consome,
E enquanto meu coração bater,
Meu amor serĂĄ sempre teu.
Bata Ă minha porta,
Ou entre sem bater,
O que hĂĄ dentro,
Ainda Ă© seu!
JosĂ© Henrique đč
â Voz e violĂŁoâ
Eu poderia musicar, meu amor,
Assim como djavaneando palavras,
Caetanear um grande amor,
LĂȘr nine apenas seu coração,
Ser um engenheiro do HavaĂ,
Projetar notas musicais em teu nome,
Ser quem sabe o rei e dizer eu te amo, eu te amo.
Mas contigo em meus braços,
Teus sons Ă© de um imenso prazer,
Meus dedos ao te tocar em magia,
MĂșsica de cheiro e sabor,
E ao som de teus delĂrios,
Meu coração pode cantar feliz,
Abrem as cortinas de nossas almas,
Em um palco onde cantam em nossa pele,
Deixa assim ao som de nossos sons,
Sem notas, no instinto,
LĂĄbios nos lĂĄbios,
Dançamos ao som de nosso som,
Suamos no silĂȘncio de nossas notas,
Eu canto em seu som,
Toco em seus cabelos, uma harpa de sensibilidade,
Danças em minha direção,
Num contorcionismo sedutor,
Afinados e envolvidos,
Onde somos voz e violĂŁo,
Entregues a nossa arte,
De fazer amor.
JosĂ© Henrique â
â EntĂŁo fique!
Em lugares que pisaram meus pés
Houve de mim muito amor
Cedi as lĂĄgrimas de muita saudade
Enxuguei as que por mim amor sentiram
Jamais neguei a ĂĄgua de minha vida
E o mundo sempre esquecido assim
De partes de mim deixei sem as perder
SĂŁo as marcar de um pouco de vida
Sorrisos e sonhos ao desejo entreguei
Nunca saber o fim ou ao menos pensar nele
Nas lĂĄgrimas, sorrisos que iluminavam os olhos
Felicidade e chocolate, preso a liberdade do momento
Onde andar levarei os passos dados por amor
Nunca houve erro, ele nunca esteve presente
O certo Ă© que o sempre foi nĂŁo ficar
O partir era sĂł de simplemente ir
Uma taça de vinho e a volta com sabor de cereja
Nunca parti nunca voltei, apenas fiquei e sempre
E todas as vezes que fostes, comigo sempre ficastes
Meus olhos nunca deixaram de te ver
Sempre fiquei contigo quando me vias partir
à assim que ando em lugares que pisam meus pés
Nas mĂŁos o calor de todo meu carinho
E um coração com a sede de tua ågua
Jamais te negarei da minha ĂĄgua
Sou tua fonte e tu minha sede
EntĂŁo fique, nĂŁo solte a minha mĂŁo
Meus passos são na tua direção
Eu fiquei em ti, voce estĂĄ em mim
EntĂŁo fique!
Fique, vocĂȘ nunca se foi, nĂŁo irĂĄ sem mim
Em lugares onde pisaram seus pés
Teu corpo tem o calor de minhas mĂŁos
EntĂŁo fique!
Onde teus lĂĄbios encontram sabor
Onde tua vida vive
Onde teu sorriso tem lĂĄgrimas brilhantes
Onde cedi as lĂĄgrimas de minha saudade
Onde fiquei sem nunca partir
Fique!
José Henrique!
â NĂŁo preciso da anuĂȘncia
do alvo de amor para
amĂĄ-lo; minha carĂȘncia
nĂŁo Ă© de amor, minha
carĂȘncia Ă© de amar.
O amor Ă© como o ar
que respiramos. Pode
nem sempre ser visto,
mas Ă© sempre sentido,
usado e necessĂĄrio
NĂŁo para ser infinito
mais para ser curtido
em quando durar
Ana.Mâ
â Ăguas de mim.
Sou rio o tempo todo
Passo as margens do amor
Toco vidas e paixÔes
Afogo as pedras do caminho
E nĂŁo paro nas esquinas
Me esparjo, sou Ă gua
Na vida que de mim verte
Nas margens dos olhares
Veraz Ă© meu leito
Devolvendo teu rosto
A beira de minha margem
O que quero Ă© seguir
Como rio a outro rio
Um amor a outro amor
Deslindar outro sabor
Por enquanto!
Vou seguindo para o mar
Toda lĂĄgrima, toda busca
Todo amor e toda dor
LĂĄ desagua tudo em mim.
José Henrique
â Teu amor!
Caminho de amor e certeza,
Encoraja e dĂĄ vida a vida,
O abraço perfeito que na alma sente,
A segurança de uma paz jamais sentida,
A verdade na realidade de se viver,
Noites em paz,
ManhĂŁs de seguir em frente.
Se doar naturalmente,
Amar Ă todos,
No sagrado prazer e felicidade,
Estar nos braços do Pai,
Do filho.
De joelhos aos pés do santificado,
Recebo de ti o verdadeiro amor.
Seu amor Ă© o fiel,
ManhĂŁs em ti,
Noites em ti.
Tua vontade em minha vida,
Onde vou,
Onde estou,
Me cubra em tua sombra,
Não me induzas a tentação!
Conduza-me sem perder a comunhĂŁo.
Em meus sonhos,
Tua voz tem o som de uma harpa,
Tens nas mĂŁos o perdĂŁo,
O poder e toda GlĂłria,
Na tua infinita misericĂłrdia
O para sempre Ă© a eternidade em ti.
Te amo!
Dizer;
NecessĂĄrio como respirar,
Louvado!
Glorificado!
Paciente a tua espera,
Fiel ao teu amor.
Onde tudo te pertence:
Profetas, reis, prĂncipes e
governantes.
TĂŁo pequenos sĂŁo!
Terra e céu!
Ar e mar!
Ăgua de minha sede!
O Rei dos Reis!
Ă o meu Senhor!
Este amor que Ă© meu,
Este amor que Ă© teu!
Este amor Ă© nosso!
Eterno e verdadeiro amor.
JoséHenrique.
â Qual medida do amor
Onde ele cabe
Como ele nasce
Onde estava o amor antes
Ele estĂĄ aqui onde
NĂŁo sei as respostas
Sei que quando o sinto
O riso brota fĂĄcil
A perna treme
A vida acelera e fica lenta
A necessidade de vocĂȘ
A paixĂŁo
A expectativa
A necessidade
Qual a medida do amor
Nem sei se tem medida
Mas sei que toma por inteiro
Pede mais
Segura e empurra
Me tira e me da
Qual a medida do amor
A medida do amor
Talvez ninguém saiba
Talvez o amor seja sem medida
Mas sei que amo
E nada mais
preciso saber sobre ele
â Olhar inconfundĂvel, sorrisos incomparĂĄveis, coraçÔes em pulsação , amor mais que palavras, razĂ”es que vĂŁo alĂ©m das possiblidades.
â O amor perfeito
Plantei um amor perfeito
Entre malmequeres e rosas
No quintal do meu jardim
Onde pousam as mariposas
Hoje eu preciso do Teu colo de MĂŁe
Do Teu amor de MĂŁe
Do Teu carinho
Da Tua intercessĂŁo
Preciso descansar em Teu colo
Onde eu encontro efusĂŁo
â Olhos fechados.
Em pensar em ti,
Me noto a fechar os olhos
Ăs o amor em mim
Onde te sinto
Sem qualquer nome
Sem o mĂșnus de ser
Apenas em mim existir
Nada me perguntas
Nada tem respostas
Tens a cor do meu amor
Me levas onde queres
Me mostras teu mundo
Piso descalço na areia
Vejo o mundo de cima
E teu sorriso me acalma
Me plantas teu amor
E tenho em ti a vida de uma criança
Meu olhar tem o fulgor de tua luz
Abres o meu peito
Tocas em meu coração
Tomas de mim toda dor
Beija-me na alma
Toda vida em mim em tuas mĂŁos
Todo amor em mim
Ă retirado por ti
A saudade finda
Minha busca perfaz em ti
E tudo que guardei
Entrego a ti
Um atenuo em lĂĄgrimas
Olhos fechados a chorar
Olhos fechados para te ver
Para contigo viver
Olhos fechados para amar vocĂȘ
NĂŁo preciso sonhar
VocĂȘ nĂŁo Ă© um sonho
Ăs vida em meus olhos fechados
Tens a pele que eu quero
O perfume que eu gosto
Teus lĂĄbios tem a cor do meu amor
E em teus olhos me vejo
Ă todo teu o meu amor
Que de olhos abertos nĂŁo te vĂȘ
Que neste mundo nĂŁo estais
Abro os olhos num sorriso
Teu amor em meu peito
Fecho os olhos quando quero
Fechos os olhos pra te ver.
José Henrique
â
Caminhos do amor.
Sobre estradas e trilhas ando,
Sobre pedras e espinhos sangro, nĂŁo desisto,
VĂĄrias linhas de raciocĂnio, mais um sĂł coração,
Somente nele acreditar, somente ele a me guiar,
Incansåvel coração, ferido, valente coração.
Nos trilhos do amor onde a razĂŁo nĂŁo impera,
Tropeçando em decepçÔes e entregue a solidão.
Desvendo as estradas da paixĂŁo ainda nĂŁo compartilhada,
Que haja uma estação no caminho årduo,
Onde possa repousar curar as dores e feridas,
Que a felicidade esteja lĂĄ pra conversar,
Que o "a dois" tenha alguém para me apresentar,
Que me dĂȘ o pĂŁo e um copo de ĂĄgua pra beber,
Que sacie minha sede e nĂŁo me deixe ir,
NĂŁo quero voltar para estrada desta vida,
Este caminho Ă© ĂĄrduo, implacĂĄvel,
Sem pudor destina-me a volĂșpia de minha carne,
Meus pés pisam na lama e sujam minha alma,
Entre as quedas meus joelhos clamam,
Meus olhos direcionam aos céus,
Minhas lĂĄgrimas confundem-se com meu suor,
Onde sĂł a chuva esconde,
Meu peito apertado pede teu abraço,
Minhas mĂŁos tuas mĂŁos para caminhar,
Que estejas tu ao fim da estrada,,
Que sejas o para sempre,
Eternamente,
Onde quer que esteja,
VocĂȘ!
José Henrique
â Um amor de sempre.
A vejo e um calor me consome
A sinto e me sinto viver
Teus labios vermelhos me convidam a beijar
Sinto-me te amar com todos os ĂłrgĂŁos de meu corpo
Meus olhos te vĂȘem como a rosa mais linda
E sinto teu perfume clamar o meu amor
Ăs tu o alimento de mim alma de meu ser
Onde ando onde vou desejo te ver
Estais nos olhos do meu pensamento.
Quando o vento marĂtimo de minhas lembranças toca meu rosto
Posso tocar delicadamente em teus belos cabelos
E com a suavidade do luar que sobre mim candeia,
Posso sentir sua vida em minhas mĂŁos,
Cuidarei de ti com o amor de cuidar pra mim
Amar-te-ei com a eternidade do infinito.
Preservo-me de mim mesmo pois a ti somente devo pertencer
Se a vida eu conquistar a amizade
Pedirei que me deixe como amigo dela que sou
Que me permita em teus braços viver
E se um dia a adorĂĄvel e determinada morte vier comigo conversar
Farei a ela o pedido de me conceder
Ter a visão de teu belo rosto e em teus braços poder dizer:
Eu te amo!
E que se um dia puder voltar
Desejo que eu seja seu no inicio , meio e fim de uma nova vida.
Que eu viva uma vida contigo
E nĂŁo mais uma vida pra te encontrar
Pois em quantas vidas viver,
Este amor nĂŁo vai morrer
Que entendam a vida e a morte
Que por quantas vezes me convidarem
Quero ao mesmo amor pertencer,
Afinal poemas sĂŁo eternos.
José Henrique
