Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Se eu nĂŁo te dei o valor que vocĂȘ merecia talvez seja porque eu nĂŁo recebi de vocĂȘ o Amor que eu Precisava.
Recife
Recife Ă© noite
Recife Ă© dia, sol inflamĂĄvel
Recife Ă© amor e tristeza
Ă solidĂŁo de ponte a ponte
Recife de Manuel Bandeira
Recife das batidas do maracatu
Recife dos manguezais
Mistério tu és demais, Recife
Recife brasileiro como a gente
A poesia estĂĄ em cada olhar
De cada pernambucano
Cada inverno, cada verĂŁo
Recife tå no coração
O que seria de nĂłs sem essa cidade?
O que seria da nossas vidas sem o trĂąnsito irfernal da Agamenon?
O que seria de Pernambuco sem Recife?
O que seria do Brasil sem Recife?
Um Brasil com menos brilho
Recife Ă© poesia brilhante
Ă uma gota de orvalho linda
Recife Ă© uma melancĂłlica felicidade infinita.
Recife Ă© vida que nasce, Ă© vida que se vive
Ă sonho que se realiza, sonho que se morre
Recife Ă© imortal
Azar do estado que nĂŁo tem Recife como capital.
O amor Ă© a paixĂŁo metamorfoseada em letra, poesia, e canção... Em um Ășnico ato...
© Luciano Spagnol
Poeta do Cerrado
Cerrado goiano
Deixando o amor fluir, livre ! QuĂȘ vale, o quer que seja, se nĂŁo amar, se nĂŁo viver ? MĂșsicas...intençÔes, segundas...As vezes falo com os olhos, escuto no silĂȘncio, grito com alma...TambĂ©m digo com a boca ! Fim, por fim...Me entrego, me dou...De ponta, calada, com a voz. Entendo-me, compreendo-te...Quem sabe, tĂŽ aqui... "Sempre aqui, sonhando "...Querendo nĂłs !
LeĂŽnia Teixeira
23/05/2018
O mundo estĂĄ sedento de amor,
Ăgua esbanjada por entre dedos de maldade;
A fome Ă© nada quando nada tĂȘm em seu coração,
Esfomeados de valores e convicção.
Amor
Afinal, o que Ă© amor?
Ninguém sabe, apenas sente
Ă uma vontade, desejo de ficar perto
à querer cuidar, abraçar e respeitar
Amor Ă© sentir, NĂŁo Ă© ter
E sim, conquistar. Ă sentindo.
Amor tem-se dois sentidos
O de apanhar e de bater.
Amor, Ă© fogo que se acende
Sem se ver... Prende
Sem estar na prisĂŁo
E onde eu encontro o amor?
A resposta estĂĄ cĂĄ dentro
Dentro de cada coração.
Escrever o mundo
Vou fazer uma poesia que fale de amor
Para livrar o mundo do caos e terror
Para as pessoas sentirem e entender
Que a vida Ă© dificil, mas Ă© pra aprender
Vou escrever pra mudar o mundo
Que com dor nĂŁo consegue tudo
Que nĂŁo preciso roubar um cidadĂŁo
Porque ele também precisa comprar pão
Vou escrever pro amor levar
a impatia em todos vou plantar
O mundo jĂĄ estĂĄ cheio de rancor
Mostre ser diferente, mostre amor.
Tem muita gente sofrendo
Muitas pessoas morrendo
Os ladrÔes estão sempre roubando
E nĂŁo sabe o que o povo estĂĄ passando
O mundo nĂŁo Ă© um conto de fadas
Mas vocĂȘ escolhe como vai ser
O seu dia, sĂł depende de vocĂȘ
Se quer mudar a realidade do paĂs
Comece a plantar amor pela raiz.
- Ă verdade que sĂł se esquece um amor com outro amor?
-Sim, e esse outro amor, Ă© o AMOR PRĂPRIO.
Ando negociando com a saudade, ignorando a arrogĂąncia, sendo hipĂłcrita com o amor, tomando doses de insanidade com a loucura das minhas mais perfeitas faculdades mentais, jogando conversa fora sobre crises existenciais com a felicidade, dando meios sorrisos para a tristeza, pedindo o troco as mentiras medĂocres do coração e sendo paciente com a solidĂŁo.
- Ei garçom, garçom?!
- Sim, qual o pedido senhor?
- Um cafĂ© e um amor sem favor, o cafĂ© eu quero quente e nĂŁo muito forte, e o amor eu quero gratuito, recĂproco e resistente o suficiente para que dure uma vida inteira.
Ă tanta superficialidade recheada de mentiras e ausĂȘncia de amor prĂłprio que se faz mais presente cada dia na vida de tantas pessoas, olha essa Ă© uma das coisas mais bizarras que jĂĄ vi durante esses dois mil anos da existĂȘncia humana.
E o luar estĂĄ lindo, amor...
Invoca a poesia
Poe palavras na gente
Palavras cheias de um amor imensurĂĄvel
De uma ternura cheia de afetos
De gentilezas sem fim...
...Cheiros de jasmim
Margaridas nos cabelos
e beijos silenciosos
e calmos nos lĂĄbios...
Noites frias sĂŁo assim
Ressuscitam saudades
e vontades...
Muitas
Tantas
Saudades de ti.
DEEFINIĂĂO
Definir o amor que por sinto?
Este sentimento que me deixa introspectivo no meio do dia?
Que me varre do quotidiano massante e vazio
e me transporta Ă um mar de calmaria e sol?
NĂŁo sei dar nome ao que sinto, mas sinto.
E sinto com toda a intensidade que cabe em mim.
Me Incendeia o corpo, me deixa teso e louco...
VocĂȘ meu bem... O nome Ă© vocĂȘ!
... Sem mais
Sem menos
Sem muitos
ou poucos sinĂŽnimos.
SĂł vocĂȘ.
